quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Experiências da Bahia no combate à desertificação serão apresentadas na COP 15

O Instituto de Gestão das Águas e Clima, INGÁ, vai apresentar nesta quinta-feira, 17, em Copenhague, a experiência da Bahia em palestra durante o Klimaforum 09, evento que acontece paralelamente à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, COP 15.

Com o tema “Desertification and Traditional Communities: Experience In Bahia, Brazil”, o diretor geral do Ingá, Julio Rocha, falará sobre as transformações das terras semi-áridas em áridas e o avanço da desertificação devido às mudanças no clima.

As experiências do estado no enfrentamento dessas mudanças e sua relação com os povos tradicionais fazem parte da apresentação. Segundo o diretor, o impacto da desertificação nessas comunidades é direto. Fenômenos e desastres ligados ao clima, como inundações e enchentes tem criado uma série de “refugiados do clima”.

O Klima Fórum é aberto, gratuito e faz parte da programação oficial da COP 15. Participam representantes da sociedade civil de todo o mundo. As discussões do evento serão reunidas e será apresentada uma declaração às lideranças políticas que estão na COP.

A Bahia está implementando um programa de Combate à Desertificação nos municípios da região do semi árido. Quase 70% do território do estado se localiza no semi árido. São 289 municípios, com 3,7 milhões de habitantes.

Fonte: INGÁ

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Plenário retoma votação de projetos do pré-sal


Três projetos de lei referentes à exploração do petróleo do pré-sal, todos propostos pelo Executivo, continuarão a dominar a pauta do Plenário da Câmara nesta semana – que deve ser a última do ano para deliberações legislativas da Casa, já que a semana seguinte será a do Natal e está reservada ao Congresso Nacional, para a votação do Orçamento de 2010.

O presidente Michel Temer declarou que espera votar ainda neste ano pelo menos um dos três projetos. Caberá aos líderes partidários, em reunião prevista para esta terça-feira (15), decidir a ordem de votação.

Um dos projetos é o PL 5938/09, que institui o regime de partilha para os contratos de exploração das áreas ainda não licitadas do pré-sal. O texto principal já foi aprovado, mas falta votar um destaque, dos deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) e Humberto Souto (PPS-MG), que muda a divisão dos royalties entre as unidades da Federação, vinculando-a aos critérios usados para a distribuição dos recursos dos fundos de Participação dos Estados e dos Municípios (FPE e FPM).

Fundo social
Outro projeto sobre o pré-sal é o PL 5940/09. Ele cria um fundo social que deverá receber parcela importante dos recursos auferidos pela União com a exploração do petróleo, para garantir investimentos em políticas públicas nas áreas de educação, ciência e tecnologia, saúde, preservação ambiental, infraestrutura e combate à pobreza.

Já o PL 5941/09 prevê a capitalização da Petrobras para que a empresa possa atuar como operadora exclusiva na camada ainda não licitada do pré-sal. O líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), já anunciou que poderá dar preferência à votação desse projeto.
Fonte: Agencia Câmara

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Estudo revela os impactos das mudanças no clima sobre os recursos hídricos da Bahia


Nesta segunda-feira, 14, a partir das 9 horas, o Instituto de Gestão das Águas e Clima, INGÁ, apresenta um estudo sobre os impactos das alterações climáticas sobre os recursos hídricos do estado da Bahia.

A pesquisa “Enfrentando um mundo em transição: mulheres, população e clima” foi produzida pelo Fundo de População das Nações Unidas, Unfpa, agência de cooperação internacional para o desenvolvimento da ONU.

Os efeitos sobre esse cenário, feitos a partir de simulações, será apresentado pelo Ingá, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), através do estudo, desenvolvido pelo engenheiro Fernando Genz, pesquisador do Departamento de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, UFBA, e pelos meteorologistas Clemente Tanajura, do Instituto de Física da UFBA, e Heráclio Alves, do INGÁ.

O estudo faz uma análise dos desastres ambientais e sua relação com as mudanças climáticas. Foram investigados os impactos nos biomas caatinga, cerrado e Mata Atlântica, para o período 2070 a 2100.

De acordo com o cenário mais pessimista pode haver uma redução significativa de chuvas no estado, chegando a 70%. O impacto se dará também na vazão dos rios, assim como o aumento da temperatura em 2°C no litoral e até 5ºC na região Noroeste do Estado.
Fonte: INGÁ.

domingo, 13 de dezembro de 2009

SOMOS PARTE DO MEIO AMBIENTE PARTICIPE

Enquato os chefes dos paises de todos continentes,dicutem,quém é quém: os noticiários vindo
de Companhague,é que a rotina do debate sobre o aquecimento Global,e mudança climática
estão mais preocupados com as famosas Siglas;KP, AWG, LCA, CCS,etc,para nós mortais percebemos que o protocolo de Kioto está descartado nas discusões,ficamos sempre esperando
soluções por parte dos poderosos, sabendo do agravamento da situação que afeta a todo o planeta. Para cidadãos e cidadã comum, cabe redobrar conciéncia, que a Natureza é suberana
e tem poder sobre nós. Cabendo a cada um, na familia,na escola, na fabrica, na Igreja em todos
lugares preservar a Natureza. Não desperdiçando Àgua,livrando das sacolas plástica,reciclando
lixo,resíduos sólido, não permitindo entupimento das galerias urbanas,não poluindo por meio de
sons alto nos ambientes domésticos, vias públicas,plantando árvores,e preservando as existentes
concientizando os outros,sendo um agente de preservação da Natureza. Só assim podemos fazer
a nossa parte,e não esperar que quém já poluiu ao longo dos tempo possa resolver a situação da
mudança climática a curto prazo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Texto de Copenhague propõe corte de metade das emissões até 2050


COPENHAGUE (Reuters) - O mundo deve reduzir pelo menos à metade as suas emissões de gases do efeito estufa até 2050, em comparação aos níveis de 1990, e os países ricos devem liderar esse processo, segundo o primeiro esboço da declaração final da conferência do clima de Copenhague, divulgado nesta sexta-feira.

"As partes devem cooperar para evitar uma perigosa mudança climática", diz o texto, proposto pelo maltês Michael Zammit Cutajar, que preside as negociações sobre as medidas de longo prazo a serem tomadas por todos os países, como parte da conferência de 7 a 18 de dezembro, que discute as linhas gerais de um novo tratado climático global.

A proposta oferece vários níveis de reduções globais das emissões de gases do efeito estufa, especialmente pela queima de combustíveis fósseis, que podem ser de 50, 85 ou 95 por cento até 2050. Mais de 110 líderes mundiais devem discutir o assunto na cúpula de encerramento do evento, no dia 18.

Os números aparecem entre colchetes, significando que ainda não há acordo a respeito.

"As partes deveriam reduzir coletivamente as emissões globais em pelo menos (50/85/95) por cento em relação aos níveis de 1990 até 2050, e deveriam assegurar que as emissões globais continuem a declinar a partir de então", diz a proposta.

Para os países ricos, o texto sugere uma redução de 75 a mais de 95 por cento, sempre para o período 1990-2050.

A proposta também contempla uma meta intermediária para 2020, que pode ser da ordem de 25-40 por cento, ou até mesmo de 45 por cento, sempre em relação aos níveis de 1990.

China, Índia, Brasil e outros países emergentes relutam em aceitar a meta de redução global das emissões pela metade até 2050, por temerem que isso restrinja o seu crescimento econômico. Por isso, exigem metas mais ambiciosas dos países ricos.

O texto diz que os países em desenvolvimento deveriam fazer um "desvio substancial" para reduzir o crescimento das suas emissões até 2020, ou que reduzam esse aumento em 15-30 por cento em relação aos níveis atualmente previstos.

(Reportagem de Alister Doyle)

Lula sanciona lei que cria Fundo Nacional sobre Mudanças Climáticas


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria o Fundo Nacional sobre Mudanças Climáticas (Lei 12.014/09). A sanção está publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (10) e ocorre no momento em que representantes de diversos países discutem as transformações no clima na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague (Dinamarca).

O fundo busca assegurar recursos para projetos e ações que contribuam para a mitigação da mudança do clima e à adaptação a seus efeitos. O texto da lei determina que o fundo ficará vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e será administrado por um comitê formado por representantes do governo federal e da sociedade civil.

Os recursos do Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima, sob a forma de empréstimo ou apoio não reembolsável, poderão ser aplicados na análise de impactos, projetos de redução de gases de efeito estufa e na formulação de políticas públicas, entre outros.

De acordo com informações do Ministério do Meio Ambientes, dos 10% destinados ao ministério pela Lei nº 9.478, que regula a cadeia produtiva do petróleo, 6% irão para o novo fundo.

Ele será formado ainda por recursos de fontes como o orçamento da União, doações e empréstimos de entidades nacionais e internacionais, públicas e privadas. O agente financeiro será o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Fonte:

Coelba Realiza Confraternização Com Entidades.


Aconteceu nesta quinta-feria 10/12, no Centro Paroquial da Catedral Metropolitana de Senhora Sant'ana, onde estiveram vários dirigentes de entidades.

O MAV foi convidado para fazer uma palestra sobre um histórico do movimento e falar sobre o meio ambiente com o foco na água os palestrastes foram Carlos Souza e Vivaldo França, após a explanação do tema Carlos propôs as entidades presentes a criação em 2010 de núcleo do MAV em suas comunidades o que foi aceito pelos presentes, ficando para que eles entre em contato com o MAV para que possamos ter uma reunião com os mesmos.

Em seguida Rita coordenadora da Coelba fez prestação de conta dos projetos da Coleba em parcerias com as entidades e exclarecendo aos presentes algumas duvidadas que eles tinha sobre os projetos. E que em 2010 novos projetos virão.

A gestora da Colbla Conceição Aranhas agradeceu aos presentes encerrando com uma oração de agradecimento a Jesus pelo sucesso dos projetos da Coleba.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

País precisa de R$ 18,2 bi para não faltar água


Para garantir o abastecimento de água em municípios e regiões metropolitanas mapeados pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 64% do território nacional são necessários investimentos de R$ 18,2 bilhões, até 2015, em obras de ampliação e adequação dos sistemas produtores e no aproveitamento de novos mananciais. A informação consta do mapa dos mananciais e sistemas de produção de água em regiões estratégicas do País divulgado ontem pela ANA, em Brasília. O diretorpresidente do órgão, José Machado, fez a ressalva de que, além do montante, serão necessários altos investimentos em saneamento básico.

As áreas do País compreendidas pelo mapa da ANA incluem todasas regiõesmetropolitanas, toda a Região Nordestee osEstadosde SantaCatarina e Rio Grande doSul, englobando 2.965 municípios.

José Machado informou que, a partir de agora, o atlas dos mananciais e sistemas de produção de água do Brasil será atualizado constantemente, para oferecer aos poderes públicos as informações para que possam desenvolver projetos de soluções.

O levantamento nas regiões metropolitanas cobriu 430 municípios com mais de 250 mil habitantes cada um, totalizando 94 milhões de moradores. Segundo Machado, a ANA constatou que 66% dessas cidades precisam de ampliação e adequação dos sistemas produtores de água e de iniciativas para aproveitamento de novos mananciais, o que significa investimentos de 12 bilhões.

Machado acrescentou que, para que essa água tenha condições de ser usada, são necessários investimentos de mais R$ 15,7 bilhões em saneamento.

Segundo o diretor-presidente da ANA, a situação das regiões metropolitanas é a mais preocupante, porque devem receber mais 25 milhões de habitantes até 2025.

De acordo com o levantamento da agência, o Estado que mais requer investimentos em abastecimento é o de Pernambuco, onde há escassez hídrica, e o segundo é o da Bahia, por causa do grande número de municípios, a maioria deles na região do rio São Francisco, maior manancial do Nordeste.

Machado observou que o São Francisco é responsável pelo abastecimento de 111 cidades do sertão em Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

E afirmou que, quando for concluída a transposição do rio, passarão a ser abastecidos 198 municípios do Nordeste, incluindo do Ceará, da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

No clima da COP universidades promovem atividades com foco no meio ambiente


Até sábado, dia 12, a Universidade de Brasília, UnB, promove um debate paralelo à 15ª Conferência do Clima, COP 15. O Survival Academy teve início nesta quarta-feira, 09, e acontece em várias cidades do mundo, paralelamente à Conferência.

Todos os dias, três correspondentes que estão na Dinamarca, realizarão videoconferências com o Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB (CDS), apresentando um resumo dos principais assuntos abordados durante as reuniões. Dois alunos de pós-graduação e a coordenadora de mudança do clima e sustentabilidade do Ministério do Meio Ambiente, Andréa Souza Santos, participam do encontro em Copenhague.

Um dos temas abordados em Brasília é o papel da mídia na cobertura dos assuntos que envolvem as mudanças climáticas. Segundo o professor coordenador do evento, Thomas Ludewigs, a proposta do Survival Academy se diferencia da COP, pois pretende aproveitar a repercussão do evento mundial para refletir o que pode ser feito por cada um, independente dos governantes, através de ações eficazes.

Esta é a primeira vez que o Survival Academy é realizado em Brasília. Mais informações podem ser obtidas no site www.unbcds.pro.br. AS inscrições são gratuitas.

Em Curitiba, no Paraná, o Instituto FACEL de Sustentabilidade, promove nesta quinta-feira, 10, a entrega do material para consumo consciente para os funcionários e colaboradores da instituição.

A iniciativa partiu dos próprios funcionários que sugeriram ações de sustentabilidade focais como a economia dos copos descartáveis, das impressões, separação do lixo, etc.

No momento em que as atenções de todo o mundo se voltam para o meio ambiente, as ações ganham um destaque ainda maior, de acordo com a professora Patrícia C. Campos Nogueira, integrante do projeto. “Tendo em vista o encontro mundial em Copenhague para a discussão do futuro do planeta e a necessidade urgente de medidas de controle e de respeito ao ambiente e ao modo de vida das grandes metrópoles”, disse.

A entrega acontece a partir das 14h30 no auditório da Faculdade de Administração , Ciências , Educação e Letras, Facel, que fica na Rua Vicente Machado, 156, em Curitiba.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Brasil e outros países vão apresentar carta alternativa em Copenhague


Um documento alternativo à carta vazada na terça-feira (8), feito pelo Brasil, África do Sul, Índia e China, vai ser apresentado em Copenhague, na cúpula que discute o aquecimento global.
Segundo publicou o jornal "The New York Times" nesta quarta-feira (9), ele não faz menção a compromissos específicos da parte destes países para redução de metas de emissões de gases, e rejeita a auditoria externa de projetos para redução das emissões, que seriam financiados domesticamente, ou seja, por conta própria.
O texto vem em resposta ao documento que circulou ontem na conferência, cuja redação das 13 páginas foi atribuída ao país anfitrião da Conferência, a Dinamarca. No documento, havia um tópico marcado como mecanismo para ajuda a lidar com o impacto da mudança climática, que prevê mais fiscalização por parte dos doadores de recursos (nações ricas) do que as nações em desenvolvimento desejam
Foi o suficiente para ser o estopim de uma discussão fundamentada no abismo de desenvolvimento entre países ricos e pobres, em vez da argumentação científica do aquecimento global.
O suposto texto constitui "uma grave violação que ameaça todo o processo de negociação de Copenhague", declarou Lumumba Stanislas Dia Ping, chefe da delegação sudanesa que preside atualmente o G77.
"Os membros do G77 não deixarão as negociações neste estágio. Não podemos nos permitir um fracasso em Copenhague", acrescentou.
O texto --que seria um rascunho para o novo acordo contra o aquecimento-- circula há cerca de duas semanas em diferentes delegações e apareceu nesta terça-feira nos corredores da conferência.
Várias ONGs também denunciaram a Dinamarca, que preside a conferência mundial sobre o clima, por não levar em conta o ponto de vista dos países em desenvolvimento em seu projeto de declaração.
"O texto proposto pelo primeiro-ministro dinamarquês é fraco e mostra a posição elitista e sem transparência da presidência dinamarquesa", criticou Kim Carstensen, da organização WWF.
"As táticas de negociações debaixo dos panos, sob a presidência dinamarquesa, se focalizam no desejo de agradar os países ricos em vez de servir à maioria das nações que pedem uma solução justa e ambiciosa", acrescentou.
Para Martin Kaiser, do Greenpeace, a falta de liderança do primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Loekke Rasmussen, "alimenta a desconfiança na cúpula sobre o clima".
"A proposta dinamarquesa não deve distrair [os participantes]", avisou por sua vez Antonio Hill, da Oxfam International, sugerindo se concentrar no texto negociado há meses pelos diversos grupos de trabalho.
A Dinamarca sempre rejeitou firmemente a existência de um texto único que representaria sua proposta para o acordo que deve ser concluído no dia 18 de dezembro na presença de mais de cem chefes de Estado, mas reivindica o direito de testar diferentes cenários.
"Não existe um texto. Estamos há semanas e meses consultando os diversos países, é o nosso trabalho", afirmou a ministra dinamarquesa do Clima, Connie Hedegaard, em entrevista coletiva.
"Muitos textos circulam, mas o texto que talvez seja aprovado aqui [no dia 18] ainda não existe, então ninguém pode tê-lo visto', acrescentou
Fonte: Folha Online

Países ricos devem cooperar com projetos do Brasil, diz secretário-geral da COP-15


O secretário-geral da 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), Yvo de Boer, afirmou hoje (8) que os projetos para reduzir a emissão de gases que provocam o efeito estufa, financiados com dinheiro público das nações ricas, também devem servir aos grandes países em desenvolvimento, como o Brasil, a China e a Índia.

“O dinheiro deve ser focalizado para projetos em todos os países pobres e em desenvolvimento. Os grandes países também devem ter acesso, mas isso vai depender de cada projeto apresentado”, afirmou durante entrevista coletiva no segundo dia da conferência.

Os negociadores brasileiros em Copenhague já anunciaram que não será aceito um acordo que exclua os projetos dessas nações em desenvolvimento para que o compromisso financeiro dos países ricos com as medidas de adaptação das economias emergentes seja restrito. O Brasil teme que os países ricos estejam procurando um acordo apenas para garantir fundos de curto prazo da ordem de US$ 10 bilhões por ano entre 2010 e 2013.

De Boer ressaltou, no entanto, que é preciso aumentar a participação dos fundos nos países pobres, já que atualmente 80% dos recursos chegam apenas a oito nações.

O secretário-geral ainda lamentou que as conversas “sérias” só começaram nas duas semanas que antecederam o encontro, o que torna mais complicado um entendimento antes da chegada dos chefes de Estado, no próximo dia 15.

Câmara aprova Programa Municipal de Uso Racional de Água Potável


O projeto, de autoria do vereador Frei Cal, aprovado em segunda e última discussão pela Câmara Municipal.que será apreciada pelo Poder Executivo, a quem cabe sancionar a lei.
Assim que a lei entre em vigor, os orgãos públicos municipal deve adotar as medidas cabiveis para que seja alcançada a redução de 20% do consumo de água potável em suas instalações.
A coordenação do progama será da competência da Secretaria de Administração, que criarar um Conselho Municipal de Uso Racional da Água, este Conselho será formado por reepresentantes das Secretarias de Planejamento, Edução, Administração, Agricultura e Meio Ambiente.
O MAV parabeniza o vereador Frei Cal, por esta iniciativa e espera do Poder Executivo que faça sua parte sancionando a lei.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Água de qualidade para 114 localidades da região do sisal


A população de 114 localidades de 20 municípios e 12 sedes municipais do semi-árido, na região do sisal, será beneficiada com a construção da interligação da Barragem de Pedras Altas ao Sistema Integrado de Abastecimento de água do Sisal, que vai garantir a distribuição de água de qualidade para cerca de 172 mil pessoas, que hoje são abastecidas com a água salinizada da barragem de São José do Jacuípe. A Embasa vai executar a obra cuja ordem de serviço foi dada, no último dia 21 de novembro, pelo governador Jaques Wagner, em Riachão do Jacuípe. O investimento de R$ 59,3 milhões, com conclusão prevista para 2011, conta com recursos próprios da empresa e do Governo do Estado.
Ao assinar a ordem de serviço, o governador Jaques Wagner destacou as ações do Programa Água Para Todos como inclusivas e prioritárias em seu governo. “Estamos levando ao sertão água de qualidade, desenvolvimento e cidadania”, disse o governador. A Embasa é a principal executora do Água Para Todos, com investimentos que ultrapassam R$ 2,45 bilhões em 318 obras de ampliação e implantação de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário na capital e no interior do estado.
“Essa é uma obra que vai resgatar a autoestima e melhorar a qualidade de vida da população. Com o novo sistema, a comunidade se livrará do desconforto provocado pela água salobra”, declarou o presidente da Embasa, Abelardo de Oliveira Filho. Ele também informou que alguns municípios do semi-árido receberão obras mais específicas, a exemplo de Conceição do Coité e Serrinha, que terão água assegurada por um sistema integrado de abastecimento.
Obra
A obra será construída pela Embasa e prevê a instalação de uma adutora de água bruta com 1,7 km de extensão, ligando a captação de água da barragem de Pedras Altas, no município de Capim Grosso, a adutora da barragem de São José do Jacuípe. A implantação do Sistema Integrado de Abastecimento do Sisal prevê, ainda, a construção de uma Estação de Tratamento de Água - ETA, com capacidade para tratar 490 litros por segundo, três estações elevatórias, 37 km de adutora de água tratada, dois reservatórios com capacidade para armazenar 1,4 milhões de litros, além da construção de 45 km de linha de transmissão de energia elétrica e uma subestação.
Após a realização desta obra, está prevista, numa segunda etapa, a integração das sedes municipais de Mairi, Quixabeira, Várzea do Poço e Várzea da Roça ao sistema.

Localidades que serão atendidas:

Quilombo, Várzea do Meio, Chico Paixão, Chapada, Canudos, C. de Almas, Campo São João, Bipador, Fidelcina, Lagedo Domingos e Morrinhos (Município de Várzea da Roça)

Sede de Capela do Alto Alegre, Chico Tibúrcio, Tanquinho, Beira do Rio, Campo Alegre, Capelinha de Ipiraí (Município de Capela do Alto Alegre)


Sede de Pintadas e José Amâncio (Município de Pintadas)

Sede de São José do Jacuípe, Itatiaia, Melancia, Nova Campina e Pau de Colher (Município de São José do Jacuípe)

Sede de Gavião, Varginha, Vieira e Cabaças (Município de Gavião)

Sede de São Domingos, Santo Antônio, Vila África, São Pedro, Morro Branco, Lagoa da Torre, Sítio Novo, Lagoa Coberta, Cabana, Jurema e Ouro Verde (Município de São Domingos)

Sede de Valente, Ferros, Santa Rita Cássia, Ponta D'água, Alto Bonito, Barriguda, Boa Vista, Recreio, Lagoinha, Bezerra, Ladeira, Piana, Baixa, São Paulo, Santana, Tanquinho, Mato Grosso, Queijo, Gitirana, Limoeiro, Feira do Pau, Junco, Cabochá, Cajueiro, Lagoa das Pedras, Varginha, S. do Pintado, Poço, Boi Novo, Boi Velho, Q. do Meio, Q. do Curral, Valilândia e Ichu (Município de Valente)

Lagoa do Canto e Peões (Município de Retirolândia)

Sede de Nova Fátima, São Francisco, Santo Antônio, Alto Bonito (Dedego) e Cancela Preta (Município de Nova Fátima)

Ipueirinha, São Roque e Nova Troca (Município de Conceição do Coité)

Sede de Pé de Serra, Poço, Casa Nova de Riachão, T. de S. Agostinho, Cascalheira e Pedra Bonita Município Pé de Serra

Sede de Ichu, Casa Nova, Umbuzeiro, Capoeira do Rio, Licuri de Baixo, Licuri de Cima, Queim. do Meio, Barra, Varjota, Campinas e Laranjo (Inferninho) (Município de Ichu)

Sede do município de Candeal e Sítio (Município de Candeal)

São Nicolau (Município de Santa Barbara)

Sede de Capim Grosso, Água Nova, Caiçara e Peixe (Município de Capim Grosso)

Pereira e Algodões de Santa Luz (Município de Santaluz)

Riacho da Onça (Município de Queimadas)

Jaboticaba (Município de Quixabeira)

Macarujá (Município de Várzea do Poço)

Sede de Riachão do Jacuípe, Barreiros, Terra Branca, Algodão, Canoas, Terra Nova, Vila Aparecida, Trás da Roça, Maraiba, Sítio Novo, Chapada, Almas, Pedrinhas, Chapadinha, Bom Sucesso, Malhador, Riacho de Areia, Vila Guimarães, Baixa de Areia, Campo Alegre, Barro Preto, Campinas e Furrupa (Município de Riachão do Jacuípe)

Fonte: embasa

COP 15: posições dos principais países

Colbert é relator da Comissão Mista de Mudanças Climáticas


O deputado Colbert Martins encontra-se neste momento em Copenhague, na Dinamarca, participando da 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15).

A discussão sobre ações concretas para um novo acordo global sobre clima não avançarão sem que os países cheguem a um denominador comum, o que parece difícil diante de tantas diferenças em jogo. Um bom exemplo está nos cenários políticos e sistemas econômicos nacionais de países como a China e os Estados Unidos – duas nações cujo posicionamento é crucial para a chegada a um tratado efetivo. Leia Mais...

Conheça a posição brasileira: O Brasil nas negociações

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Enfim começa a Conferência do clima, líderes se reúnem na Dinamarca para discutir o futuro do planeta


Representantes 192 países se reúnem a partir desta segunda-feira, 07, em Copenhague, na Dinamarca, para a 15ª Conferência das Partes (COP), sobre o clima.

A COP 15 acontece até o dia 18, com discussões e importantes decisões. Pelo menos isso é o que se espera. Líderes mundiais vão debater com objetivo de selar um acordo climático.

Nesta terça-feira, 08, das 13h às 14h30, o governo brasileiro promove o painel “The contribution of biofuels to climate change mitigation”, na sala Victor Borg do Bella Center, em Copenhague. Bioenergia e mudança do clima são os temas do evento paralelo que o país participa.

O leitor de AmbienteBrasil tem acompanhado notícias diárias desde os preparativos da Conferência, tanto pelas matérias exclusivas, quanto pelo clipping, que reúne as informações sobre meio ambiente, publicadas em diversos meios de comunicação. Nos próximos dias o tema deve ganhar um destaque ainda maior, uma vez que os olhares de todo o mundo se voltam agora para a questão.

No dia 23 de novembro foi publicado - EXCLUSIVO: Famosos e anônimos se unem na campanha “Um minuto pelo clima”.

Em 29 de outubro a notícia foi - EXCLUSIVO: Debates sobre mudanças climáticas continuam para definição da posição brasileira em Copenhague. Um dia antes outra mobilização foi destaque em - EXCLUSIVO: Mobilização mundial cobra ações para combater as causas das mudanças climáticas.

Cada contribuição é importante. Cada acordo ou meta, que surjam nos debates na Dinamarca, podem ajudar a construir um futuro melhor.

Como sugerem as campanhas, a participação de cada um é importante. Mesmo que à distância, as opiniões, as cobranças, terão um peso maior nas decisões dos líderes que nos representam no encontro.

Nos próximos dias AmbienteBrasil continuará cumprindo seu papel, enquanto meio de comunicação com foco no meio ambiente, divulgando tudo o que acontece na Conferência e espera que as decisões tomadas no encontro realmente beneficiem toda a população mundial.

Fonte: ambientebrasil