A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) está fazendo uma campanha para que as 4,5 mil empresas associadas façam um inventário das emissões de carbono. A partir do levantamento do volume de gases que as indústrias emitem, ficará mais fácil adaptar as atividades para reduzir a produção de poluentes responsáveis pelo efeito estufa.
No seminário Responsável, Sustentável e Lucrativa: Rumos da Indústria Brasileira na era da Descarbonização, a diretora de Responsabilidade Socioambiental da associação, Alessandra Bernuzzi, disse que a contribuição para diminuir os efeitos das mudanças climáticas é encarada pelo setor como uma maneira de aumentar a competitividade da indústria brasileira no exterior. “Isso vai gerar negócios em todas as cadeias de valor”, completou Bernzzi.
A previsão da diretora é que, com os inventários concluídos, as empresas levem de seis a nove meses para modificar os processos fabris e reduzir a emissão de poluentes. Os primeiros resultados devem ser apresentados pela Abimaq em um ano. (Fonte: Daniel Mello/ Agência Brasil)
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Comissão aprova política para uso sustentável da biodiversidade
A Comissão de Finanças e Tributação aprovou
a instituição da Política Brasileira de Ecologia Molecular para o Uso
Sustentável da Biodiversidade da Mata Atlântica, da Zona Costeira e
Marítima, da Amazônia e outros Biomas Nacionais. O relator, deputado
Virgílio Guimarães (PT-MG), disse que a proposta não impacta o Orçamento
da União.
Prevista no Projeto de Lei 7675/06, do deputado Luiz Bassuma (PV-BA) e
da ex-deputada Mariângela Duarte (PT-SP), a política contém medidas
para fomentar a pesquisa, a capacitação tecnológica e a instalação de
indústrias de biotecnologia em todos os biomas brasileiros. Também
propõe a exploração sustentável da diversidade biológica e a inserção
das comunidades tradicionais nessa atividade.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Já foi aprovado pelas comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; e do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Já foi aprovado pelas comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; e do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
Fonte: Agência Câmara
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Comunidade debate a implantação do Instituto Universidade Popular
A metodologia a ser implantada no Instituto Universidade Popular da Bahia (Unipop) está sendo discutida nesta segunda e terça (14 e 15) na Universidade Estadual de Feira de Santana. O evento conta com a participação de professores, representantes de movimentos sociais, do poder público, da sociedade civil, da Uefs, Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).
O diálogo é promovido pelo Instituto
de Cooperação Belgo-brasileira para o Desenvolvimento Social
(Disopbrasil) em articulação com as três universidades Uefs, Uneb e
UFRB. O principal objetivo é discutir formas de execução do Projeto
Unipop.
A Unipop é uma proposta de articular
as boas práticas de formação de lideranças com conteúdo voltado para o
desenvolvimento territorial, gestão político-institucional das entidades
parceiras e elaboração e gestão de projetos com base na formação
adequada às diversas realidades das pessoas para então construir o
desenvolvimento sustentável.
Segundo o presidente da Universidade
Popular, o professor da Uefs Ildes Ferreira, “é preciso que se
privilegiem métodos que valorizem o conhecimento adquirido do aluno
voltado para os expoentes movimentos sociais”. E acrescenta: “Nos cursos
tradicionais, a metodologia é de repasse de conhecimento. Queremos
fazer o caminho inverso, ajudar a produzir o conhecimento”, ressaltando a
importância da metodologia da alternância.
Sala Verde Águas do Subaé está fechada
Estudantes atentos às explicações de Lucila Pinho, que coordenava a Sala Verde
Foto: Reprodução
Se estivesse funcionando - estranhamente não está -, a Sala Verde Águas do Subaé teria completado três anos no Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho.
Inaugurada em 5 de junho de 2007, no Colégio Santo Antônio, a Sala Verde Águas do Subaé contava com o apoio de setores governamentais e da sociedade civil.
O espaço divulgava informações sobre o meio-ambiente e tinha parceria com o Ministério do Meio Ambiente. Tudo indica que o Colégio Santo Antônio não mantém mais levantada a bandeira em defesa do rio Subaé e do meio ambiente.
Na programação do espaço havia debates, exibição de documentários e outras ações educativas que transmitiam consciência ecológica aos estudantes e à comunidade, além de atender a quem desejasse fazer pesquisas, monografias, trabalhos em busca do conhecimento sobre o meio ambiente”. Informações do Blog Demais.
Foto: Reprodução
Se estivesse funcionando - estranhamente não está -, a Sala Verde Águas do Subaé teria completado três anos no Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho.
Inaugurada em 5 de junho de 2007, no Colégio Santo Antônio, a Sala Verde Águas do Subaé contava com o apoio de setores governamentais e da sociedade civil.
O espaço divulgava informações sobre o meio-ambiente e tinha parceria com o Ministério do Meio Ambiente. Tudo indica que o Colégio Santo Antônio não mantém mais levantada a bandeira em defesa do rio Subaé e do meio ambiente.
Na programação do espaço havia debates, exibição de documentários e outras ações educativas que transmitiam consciência ecológica aos estudantes e à comunidade, além de atender a quem desejasse fazer pesquisas, monografias, trabalhos em busca do conhecimento sobre o meio ambiente”. Informações do Blog Demais.
Japão pode deixar Comissão Internacional da Baleia
O Japão pode deixar a Comissão Internacional da Baleia (CIB) se não houver um afrouxamento nas restrições impostas à caça comercial do animal, afirmou nesta terça (15) o ministro da pesca do país.
A CIB, o órgão internacional que regula a caça comercial de baleias, irá se reunir para sua conferência anual na próxima semana em Agadir, no Marrocos. A expectativa é que se chegue a um meio-termo entre as exigências de países a favor e contra a caça de baleias, o que pode incluir a possibilidade de caça em uma escala reduzida.
Uma moratória está em vigor há 25 anos, mas países como o Japão, Noruega e Islândia ainda caçam baleias valendo-se de várias exceções previstas no acordo. Uma proposta da CIB circulou em abril sugerindo permitir a caça restrita por um período de 10 anos.
O Japão tem frequentemente ameaçado retirar-se da ICB no passado. "Esse é realmente o estágio final, e não sabemos o que vai acontecer", disse Mashiko Yamada, ministro da Agricultura, Silvicultura e Pesca, que assumiu o cargo há apenas uma semana.
A proposta que permite a pesca comercial atraiu críticas de todos os lados. O ministro das Relações Exteriores na Nova Zelândia e o ministro do Meio Ambiente da Austrália participarão da conferência no Marrocos. Yamada, porém, não irá, alegando problemas de orçamento. O governo japonês ainda não decidiu quem irá representá-lo.
"Este é uma das mais importantes conferências da comissão nos últimos 30 anos. Espero sinceramente que todas nações-membro compareçam determinadas a sair desse impasse que tem marcado a ICB por tanto tempo", disse o ministro do Meio Ambiente da Austrália, Peter Garrett.
Países que são contra a caça de baleias, incluindo Austrália e Nova Zelândia, não aceitam um sistema de cotas e querem que o Japão pare com a caça em águas do Oceano Austral, próximo a Antártida.
O programa de caça japonês envolve grandes expedições ao Oceano Austral, enquanto outros países caçam baleias apenas próximo a suas costas.
O Japão alega que sua caça é motivada por razões científicas, mas opositores dizem que isso é apenas uma desculpa para a caça comercial. A Austrália está processando o Japão na Corte Internacional de Justiça.Informações da Folha.
A CIB, o órgão internacional que regula a caça comercial de baleias, irá se reunir para sua conferência anual na próxima semana em Agadir, no Marrocos. A expectativa é que se chegue a um meio-termo entre as exigências de países a favor e contra a caça de baleias, o que pode incluir a possibilidade de caça em uma escala reduzida.
Uma moratória está em vigor há 25 anos, mas países como o Japão, Noruega e Islândia ainda caçam baleias valendo-se de várias exceções previstas no acordo. Uma proposta da CIB circulou em abril sugerindo permitir a caça restrita por um período de 10 anos.
O Japão tem frequentemente ameaçado retirar-se da ICB no passado. "Esse é realmente o estágio final, e não sabemos o que vai acontecer", disse Mashiko Yamada, ministro da Agricultura, Silvicultura e Pesca, que assumiu o cargo há apenas uma semana.
A proposta que permite a pesca comercial atraiu críticas de todos os lados. O ministro das Relações Exteriores na Nova Zelândia e o ministro do Meio Ambiente da Austrália participarão da conferência no Marrocos. Yamada, porém, não irá, alegando problemas de orçamento. O governo japonês ainda não decidiu quem irá representá-lo.
"Este é uma das mais importantes conferências da comissão nos últimos 30 anos. Espero sinceramente que todas nações-membro compareçam determinadas a sair desse impasse que tem marcado a ICB por tanto tempo", disse o ministro do Meio Ambiente da Austrália, Peter Garrett.
Países que são contra a caça de baleias, incluindo Austrália e Nova Zelândia, não aceitam um sistema de cotas e querem que o Japão pare com a caça em águas do Oceano Austral, próximo a Antártida.
O programa de caça japonês envolve grandes expedições ao Oceano Austral, enquanto outros países caçam baleias apenas próximo a suas costas.
O Japão alega que sua caça é motivada por razões científicas, mas opositores dizem que isso é apenas uma desculpa para a caça comercial. A Austrália está processando o Japão na Corte Internacional de Justiça.Informações da Folha.
terça-feira, 15 de junho de 2010
De Olho No Oleo De Comida Que Você Usa Nas Frituras
Vamos todos preservar o meio ambiente. Você Sabia que quando você frita carnes,peixes,pastéis frangos,quibes, até os famosos acarajés baiano,depois das frituras,o óleo queimado jogado nas pias,no lixo ou em qualquer lugar, você está ajudando destruir o ecosistema;você está sendo responsavel pela degragação do meio ambiente? È isso mesmo. Como você pode preservar vidas vegetal,animal,os mananciais hídricos,e consequentimente vidas humanas saudavel. Recolhendo o oleo queimado e entregando a quem pode destinar o mesmo ao lugar aonde o meio ambiente se livre desse objeto altamente poluidor. Se você tem resíduos do oleo usado a sua obrigação é dar o destino ecológico sustentavel,estamos querendo junto com você está nessa luta pela vida colaborando pela cadeia de vida em abundancia. Este é o ano 2010 destinado ao Ecosistema você faz parte com certeza. O MOVIMENTO ÀGUA È VIDA
Resultado da Enquente
Informamos o resultado da enquente, realizada aqui no blog para saber qual assunto o leitor e simpatizante do MAV quer ver no nosso informativo.
Saúde 5 (11%)
Reciclagem 13 (28%)
Água 25 (55%)
Plantas e Bichos 2 (4%)
O tema vencedor foi a Água e o artigo será publicado em breve no lançamento do Informativo do MAV, obrigado a todos e todas que votaram...
Saúde 5 (11%)
Reciclagem 13 (28%)
Água 25 (55%)
Plantas e Bichos 2 (4%)
O tema vencedor foi a Água e o artigo será publicado em breve no lançamento do Informativo do MAV, obrigado a todos e todas que votaram...
Agricultura intensiva reduz aquecimento global, diz estudo
Fertilizantes, pesticidas e sementes híbridas de alto rendimento salvaram o planeta de uma dose extra de aquecimento global. Essa é a conclusão de uma nova análise segundo a qual a intensificação da agricultura, por meio da revolução verde, tem sido acusada injustamente pela aceleração do aquecimento global.
Steven Davis, da Instituição Carnegie de Washington, em Palo Alto, Califórnia, e colegas, calcularam a quantidade de gases-estufa emitida no último meio século se a revolução verde não tivesse acontecido. O estudo foi publicado na prestigiada revista "PNAS".
A análise incluiu dióxido de carbono e outros gases, como metano liberado por plantações de arroz. Os autores notaram que, de modo geral, a intensificação da agricultura ajudou a retirar o equivalente a 600 bilhões de tonelada de CO2 da atmosfera --cerca de um terço de toda a emissão de gases-estufa entre 1850 e 2005.
As emissões foram reduzidas por a revolução verde aumentou o rendimento das plantações --por exemplo, ao promover o uso de variedade híbridas, que produzem mais, e pela uso generalizado de pesticidas e fertilizantes. Isso significa que mais alimento pode ser produzido sem a necessidade de cortar grandes áreas de floresta.
"Acho que nossos resultados mostram o perigo de se focar em apenas uma parte de um sistema complexo", diz Davis em resposta às afirmações de ambientalistas, que veem na agricultura intensiva uma das principais responsáveis pelo aumento das emissões de gases-estufa devido ao processo de produção de fertilizantes e produtos agroquímicos.
"É verdade que as emissões derivadas da manufatura de fertilizantes cresceu por causa da revolução verde", diz Davis, "mas nós mostramos que essas e outras emissões diretas de agricultura são mais que compensadas pelas emissões indiretas que são evitadas ao se deixar terras cultiváveis sem manejo".
Além disso, ao possibilitar que agricultores produzam mais em suas propriedades, a revolução verde evitou que uma área estimada de 1,5 bilhão de hectares --uma vez e meia a área dos EUA-- fosse utilizada para agricultura.
"Nós propomos que é muito importante continuar aumentando a produtividade e, ao mesmo tempo, usar recursos agrícolas, como fertilizantes e água, da maneira mais eficiente possível", disse Davis.
EFEITOS NEGATIVOS
Helmut Haberl, que estuda o efeito da agricultura sobre recursos globais na Universidade Klagenfurt, em Viena (Áustria), considera o estudo impressionante e bem conduzido. No entanto, adverte que o estudo não leva em conta outros fatores danosos da agricultura intensiva, como a degradação do solo, perda de biodiversidade, efeitos tóxicos de pesticidas sobre os agricultores e sofrimento animal.
David Pimentel, da Universidade Cornell, em Nova York, uma autoridade em agricultura orgânica, questiona as conclusões de Davis. Ele cita um experimento de 22 anos conduzido por sua equipe que mostrou que o rendimento de produções de milho e soja orgânicos é equivalente ao da agricultura convencional, mas consome 30% menos energia de combustíveis fósseis, ao mesmo tempo em que dobra a quantidade de carbono no solo.
Pimentel também afirma ter demonstrado que a produção orgânica na Indonésia e Índia consome muito menos energia por caloria de arroz ou milho produzido do que a produção intensiva desses produtos nos Estados Unidos.
Steven Davis, da Instituição Carnegie de Washington, em Palo Alto, Califórnia, e colegas, calcularam a quantidade de gases-estufa emitida no último meio século se a revolução verde não tivesse acontecido. O estudo foi publicado na prestigiada revista "PNAS".
A análise incluiu dióxido de carbono e outros gases, como metano liberado por plantações de arroz. Os autores notaram que, de modo geral, a intensificação da agricultura ajudou a retirar o equivalente a 600 bilhões de tonelada de CO2 da atmosfera --cerca de um terço de toda a emissão de gases-estufa entre 1850 e 2005.
As emissões foram reduzidas por a revolução verde aumentou o rendimento das plantações --por exemplo, ao promover o uso de variedade híbridas, que produzem mais, e pela uso generalizado de pesticidas e fertilizantes. Isso significa que mais alimento pode ser produzido sem a necessidade de cortar grandes áreas de floresta.
"Acho que nossos resultados mostram o perigo de se focar em apenas uma parte de um sistema complexo", diz Davis em resposta às afirmações de ambientalistas, que veem na agricultura intensiva uma das principais responsáveis pelo aumento das emissões de gases-estufa devido ao processo de produção de fertilizantes e produtos agroquímicos.
"É verdade que as emissões derivadas da manufatura de fertilizantes cresceu por causa da revolução verde", diz Davis, "mas nós mostramos que essas e outras emissões diretas de agricultura são mais que compensadas pelas emissões indiretas que são evitadas ao se deixar terras cultiváveis sem manejo".
Além disso, ao possibilitar que agricultores produzam mais em suas propriedades, a revolução verde evitou que uma área estimada de 1,5 bilhão de hectares --uma vez e meia a área dos EUA-- fosse utilizada para agricultura.
"Nós propomos que é muito importante continuar aumentando a produtividade e, ao mesmo tempo, usar recursos agrícolas, como fertilizantes e água, da maneira mais eficiente possível", disse Davis.
EFEITOS NEGATIVOS
Helmut Haberl, que estuda o efeito da agricultura sobre recursos globais na Universidade Klagenfurt, em Viena (Áustria), considera o estudo impressionante e bem conduzido. No entanto, adverte que o estudo não leva em conta outros fatores danosos da agricultura intensiva, como a degradação do solo, perda de biodiversidade, efeitos tóxicos de pesticidas sobre os agricultores e sofrimento animal.
David Pimentel, da Universidade Cornell, em Nova York, uma autoridade em agricultura orgânica, questiona as conclusões de Davis. Ele cita um experimento de 22 anos conduzido por sua equipe que mostrou que o rendimento de produções de milho e soja orgânicos é equivalente ao da agricultura convencional, mas consome 30% menos energia de combustíveis fósseis, ao mesmo tempo em que dobra a quantidade de carbono no solo.
Pimentel também afirma ter demonstrado que a produção orgânica na Indonésia e Índia consome muito menos energia por caloria de arroz ou milho produzido do que a produção intensiva desses produtos nos Estados Unidos.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Nessa Terça Feira È O Dia: Prepare-se
Como acontece de quatro em quatro anos,realiza-se o grande toneio de futebol, chamado Copa do Mundo. Antes predominava a disputa do torneio no chamado primeiro mundo Europa,depois Uruguaio, até no Brasil em 1950, na gelada Suécia,lá o Brasil apareceu para o mundo do futebol, conquistando o seu primeiro titulo de campeão de mundo. Voltando a ser disputado na América do Sul,no chile,mais uma vez deu Brasil em 1962 em 1966 na Inglaterra foi uma decepção não passamos da primeira fase. Em 1970 na américa do norte, no México, aí o Brasil arrasou e conquistou brilhante o tri no méxico. Áí entramos numa parada de 24 anos para conquistar o treta capeonato em 1994 mais uma vez na américa do norte lá´nos Estados Unidos e o penta capeonato lá na longínqua Asia, Coréia do Sul e Japão. Moral da história futebolistica...O Brasil já conquistou tilulos em quatro continentes: faltando o continente mamãe Àfrica; começa nessa terça feira 15 de junho, vamos lá Brasil, mostre mais uma vez a tua cara. Torcemos juntos por mais uma conquista,nós merecemos. A proveitamos o oportuno momento para cuidar também da segurança, vamos com muita alegrias e muita Paz; respeitando sempre o meio amblente.
Japão comprou apoio de países pequenos à caça de baleias, diz jornal britânico
Segundo o jornal britânico "Sunday Times", representantes de São Cristóvão e Nevis, Granada, Ilhas Marshall, Kiribati, Guiné e Costa do Marfim admitiram receber dinheiro do governo japonês para se posicionar a favor da caça comercial de baleias. Até prostitutas seriam pagas pelo governo japonês.
Repórteres do jornal se passaram por representantes de um bilionário suíço entusiasta da causa ambiental. Eles abordaram os representantes desses pequenos países e ofereceram dinheiro para que eles mudassem de posição. Durante as negociações, eles revelaram o apoio financeiro japonês.
O representante de Guiné disse que Tóquio oferece um "mínimo" de US$ 1.000 por dia para que ele gaste com o que quiser durante os encontros da Comissão Internacional da Baleia (a CIB) e outros eventos similares. O representante das ilhas Marshall disse: "Nós apoiamos o Japão por causa do que eles nos dão".
Já o representante da Tanzânia na CIB disse que "boas garotas" estavam disponíveis para os negociadores desses países durante viagens com tudo pago para o Japão. O governo japonês nega.
No fim de junho, representantes do mundo inteiro vão se encontrar em Marrocos para uma nova reunião da CIB. Lá, será discutida a proposta do chileno Cristián Maquieira, presidente da comissão, que prevê que a captura de baleias seja liberada por dez anos e estabelece uma quota de captura global de algumas centenas de exemplares por ano.
O Japão ganharia uma quota de 400 baleias minke ao ano na Antártida, que se reduziria a 200 após cinco anos. Hoje, o oceano Austral é oficialmente um santuário de baleias, mas o Japão se permite caçar 900 animais ao ano ali. Informações da Folha.
Repórteres do jornal se passaram por representantes de um bilionário suíço entusiasta da causa ambiental. Eles abordaram os representantes desses pequenos países e ofereceram dinheiro para que eles mudassem de posição. Durante as negociações, eles revelaram o apoio financeiro japonês.
O representante de Guiné disse que Tóquio oferece um "mínimo" de US$ 1.000 por dia para que ele gaste com o que quiser durante os encontros da Comissão Internacional da Baleia (a CIB) e outros eventos similares. O representante das ilhas Marshall disse: "Nós apoiamos o Japão por causa do que eles nos dão".
Já o representante da Tanzânia na CIB disse que "boas garotas" estavam disponíveis para os negociadores desses países durante viagens com tudo pago para o Japão. O governo japonês nega.
No fim de junho, representantes do mundo inteiro vão se encontrar em Marrocos para uma nova reunião da CIB. Lá, será discutida a proposta do chileno Cristián Maquieira, presidente da comissão, que prevê que a captura de baleias seja liberada por dez anos e estabelece uma quota de captura global de algumas centenas de exemplares por ano.
O Japão ganharia uma quota de 400 baleias minke ao ano na Antártida, que se reduziria a 200 após cinco anos. Hoje, o oceano Austral é oficialmente um santuário de baleias, mas o Japão se permite caçar 900 animais ao ano ali. Informações da Folha.
Hotel é construído com lixo de praia
Artista alemã escolheu Roma como sede de projeto.
Iniciativa quer conscientizar pessoas sobre limpeza das praias.
Na última semana, foi inaugurado o Save the Beach Hotel em Roma, na Itália. Não se trata de um local luxuoso, com quartos e camas confortáveis, mas sim de uma casa feita como lixo encontrado nas praias da Europa.Iniciativa quer conscientizar pessoas sobre limpeza das praias.
A Iniciativa faz parte do projeto Save the Beach (salve a praia, em Português), liderado pela artista alemã H.A. Schult.
Um site traz informações do projeto e permite que pessoas de todo o mundo se ofereçam para ficar no hotel, ou mesmo opinem sobre a campanha.
A ideia é fazer com que as pessoas deixem as praias da Europa mais limpas, caso contrário, é no meio do lixo que elas ficarão hospedadas num futuro não muito distante.
Do Planeta Bizarro
sábado, 12 de junho de 2010
A Cidade Enfeitada De Verde E Amarelo
Passando por vários bairros da cidade,verificamos principalmente nos bairros mais populares o povo fazem a conhecida vaquinha, adquire os materiaes,plasticos e cordões sintético,confecciona as banderólas e enfeita as ruas deixando um visual quase que totalmente verde e amarelo. Tudo bem;torcer para a nossa seleção e festejar o períódo junino, é compreensivel. E depois da copa do mundo e dos festejos junino; como ficará a nossa cidade? A secretaria de meio ambiente,e outras secretarias envolvidas,não pode permitir que polifere a poluiçao produzida por toneladas de plasticos que podem,se não for retirados tão logo seja encerrado os eventos,pode deixar imagem deploravel e se for jogado nas vias pública,haverá com certeza entupimentos em bôca de lôbo e canais pluviais. È preciso sensibilização da comunidade,fazer festa faz bem, mais cuidar do meio ambiente é dever de todos. Outra situação são as fogueiras. Não é possivel queimar fogueiras no perímetro urbano, derretendo o asfalto onde tem: Danificando o calçamentos. O São joão, e São pedro na roça é muito bonito e mais gostoso. Saudaçãoes Ecológica.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Produção de madeira cai pela metade em dez anos na Amazônia
A produção de madeira na Amazônia caiu pela metade entre 1998 e 2009, de 28,3 milhões de m3 para 14,2 milhões de m3, afirma um levantamento divulgado hoje pelo SBF (Serviço Florestal Brasileiro) e pela ONG Imazon.
Esse novo raio-X da atividade madeireira na Amazônia Legal aponta um trio de causas que teriam ajudado a desencadear a mudança. Uma delas é a substituição da madeira da floresta por outros materiais, como forros de PVC e madeiras plantadas, como a de eucalipto.
Outro fator é o aumento de operações contra o desmatamento e o comércio ilegal de madeira, que foram de 20 em 2003 para 160 em 2007.
E, como era de se esperar, a crise econômica também afetou o setor no ano passado. O faturamento bruto das madeireiras amazônicas foi de R$ 4,9 bilhões em 2009, contra R$ 6,7 bilhões.
"Acho que parte da queda pode ser explicada mesmo pela crise econômica, mas o resultado geral mostra que as políticas públicas estão começando a dar seus primeiros resultados", afirma Antonio Carlos Hummel, diretor-geral do SBF e coautor do levantamento. Além da fiscalização direta, diz Hummel, o acesso a sistemas eletrônicos de monitoramento, como o GPS, também facilitou o controle do desmate.
O diretor do SBF afirma que ainda não há dados referentes a este ano. O esperado é que a demanda por madeira tenha aumentado, graças ao crescimento da economia nos últimos meses.
"A pressão sobre a floresta é muito influenciada pelo ritmo da construção civil, então o aumento do PIB realmente pode alterar esse quadro. É preciso estar preparado para isso", adverte Hummel.
DEMANDA NACIONAL
O relatório também deixa claro que o consumo interno, e não nações desenvolvidas supostamente sedentas por madeira, é que fazem rodar a exploração madeireira na Amazônia, em grande medida. Quase 80% da madeira amazônica abastece o mercado brasileiro, em especial o de São Paulo e o de outros Estados do Sudeste.
Ao mesmo tempo em que a produção total caiu, os dados do levantamento sugerem que a participação das toras brutas, ou seja, madeira não processada e sem valor agregado, aumentou de 63% para 72% do volume negociado pelas madeireiras amazônicas. Nesse ponto, porém, Hummel diz que a tendência deve se inverter, com um aumento paulatino do grau de beneficiamento da madeira na região.
Entre os Estados amazônicos, 43% da receita gerada por atividades madeireiras corresponde ao Pará. Mato Grosso vem em seguida, com 33%, e Rondônia é o terceiro, com 13% do valor total.Informações da Folha.
Esse novo raio-X da atividade madeireira na Amazônia Legal aponta um trio de causas que teriam ajudado a desencadear a mudança. Uma delas é a substituição da madeira da floresta por outros materiais, como forros de PVC e madeiras plantadas, como a de eucalipto.
Outro fator é o aumento de operações contra o desmatamento e o comércio ilegal de madeira, que foram de 20 em 2003 para 160 em 2007.
E, como era de se esperar, a crise econômica também afetou o setor no ano passado. O faturamento bruto das madeireiras amazônicas foi de R$ 4,9 bilhões em 2009, contra R$ 6,7 bilhões.
"Acho que parte da queda pode ser explicada mesmo pela crise econômica, mas o resultado geral mostra que as políticas públicas estão começando a dar seus primeiros resultados", afirma Antonio Carlos Hummel, diretor-geral do SBF e coautor do levantamento. Além da fiscalização direta, diz Hummel, o acesso a sistemas eletrônicos de monitoramento, como o GPS, também facilitou o controle do desmate.
O diretor do SBF afirma que ainda não há dados referentes a este ano. O esperado é que a demanda por madeira tenha aumentado, graças ao crescimento da economia nos últimos meses.
"A pressão sobre a floresta é muito influenciada pelo ritmo da construção civil, então o aumento do PIB realmente pode alterar esse quadro. É preciso estar preparado para isso", adverte Hummel.
DEMANDA NACIONAL
O relatório também deixa claro que o consumo interno, e não nações desenvolvidas supostamente sedentas por madeira, é que fazem rodar a exploração madeireira na Amazônia, em grande medida. Quase 80% da madeira amazônica abastece o mercado brasileiro, em especial o de São Paulo e o de outros Estados do Sudeste.
Ao mesmo tempo em que a produção total caiu, os dados do levantamento sugerem que a participação das toras brutas, ou seja, madeira não processada e sem valor agregado, aumentou de 63% para 72% do volume negociado pelas madeireiras amazônicas. Nesse ponto, porém, Hummel diz que a tendência deve se inverter, com um aumento paulatino do grau de beneficiamento da madeira na região.
Entre os Estados amazônicos, 43% da receita gerada por atividades madeireiras corresponde ao Pará. Mato Grosso vem em seguida, com 33%, e Rondônia é o terceiro, com 13% do valor total.Informações da Folha.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
ONU aproveita a Copa para sensibilizar o planeta sobre as Metas do Milênio
Ban Ki-moon segura a camisa da Copa com membros do Comitê Organizador do evento/Foto: Divulgação
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chegou no dia 8 de junho à África do Sul para representar a organização na Copa do Mundo de futebol. A presença da ONU no evento deve enfatizar que a competição será intensa, mas que o torneio representa muito mais do que a vitória e a derrota. Os membros da organização esperam que o mundial deixe um legado não só para a África do Sul, mas para toda a região.
A realização da disputa pela primeira vez no continente oferece oportunidade única para mudanças positivas na região, segundo comunicado do Escritório das Nações Unidas para o Esporte a Serviço da Paz e Desenvolvimento.
Durante a presença na África do Sul, Ban Ki-moon será acompanhado pelo enviado especial para a área de esporte, Wilfried Lemke. Em seu primeiro compromisso oficial, Ban jantou com presidente Jacob Zuma e promoveu a canção 8 Gols pela África, que faz parte de uma campanha de sensibilização no continente sobre as oito Metas do Milênio.
Outra iniciativa da ONU pretende aproveitar a competição para reforçar a campanha mundial de combate à infecção de bebês com o vírus HIV. Embaixadores do Programa das Nações Unidas sobre HIV-Aids (Unaids) querem que os capitães das seleções de futebol que vão disputar o mundial assinem um documento de apoio à prevenção da mortalidade materna e de bebês em decorrência da aids.
De acordo com informações das Nações Unidas no Brasil, a cada 90 minutos (duração de uma partida de futebol) quase 80 recém-nascidos são infectados com o vírus no mundo. Em 2008, 430 mil bebês foram infectados, sendo 90% na África Subsaariana.
A iniciativa da ONU tem o apoio do ex-capitão da seleção da Alemanha, Michael Ballack, e do jogador do Togo, Emmanuel Adebayor – ambos embaixadores do Unaids. Jogadores das equipes de Camarões, do Paraguai, do Uruguai e da África do Sul assinaram o documento.
Mortalidade materna
Outra Meta do Milênio destacada pelo secretário-geral esta semana foi a redução das taxas de mortalidade materna. Em discurso na segunda-feira, 7 de junho, durante abertura de conferência sobre saúde reprodutiva e materna em Washington, Ban Ki-moon classificou como “escândalo silencioso” as mortes de mulheres no parto.
Segundo o Secretário-Geral, algumas estatísticas recentes mostram que os avanços para reduzir o número de mulheres que morrem no parto são muito lentos, mas que existe um movimento global pelo fim dessas fatalidades e que 99% das mortes acontecem em países em desenvolvimento.
Ele disse ainda que alguns testes simples de sangue, consultas médicas e atendimento de qualidade, especialmente de parteiras, podem fazer uma grande diferença. Outros recursos, como acesso a alguns antibióticos básicos, transfusões de sangue, centro cirúrgico seguro e transporte eficiente, podem reduzir o risco a quase zero, afirmou.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chegou no dia 8 de junho à África do Sul para representar a organização na Copa do Mundo de futebol. A presença da ONU no evento deve enfatizar que a competição será intensa, mas que o torneio representa muito mais do que a vitória e a derrota. Os membros da organização esperam que o mundial deixe um legado não só para a África do Sul, mas para toda a região.
A realização da disputa pela primeira vez no continente oferece oportunidade única para mudanças positivas na região, segundo comunicado do Escritório das Nações Unidas para o Esporte a Serviço da Paz e Desenvolvimento.
Durante a presença na África do Sul, Ban Ki-moon será acompanhado pelo enviado especial para a área de esporte, Wilfried Lemke. Em seu primeiro compromisso oficial, Ban jantou com presidente Jacob Zuma e promoveu a canção 8 Gols pela África, que faz parte de uma campanha de sensibilização no continente sobre as oito Metas do Milênio.
Outra iniciativa da ONU pretende aproveitar a competição para reforçar a campanha mundial de combate à infecção de bebês com o vírus HIV. Embaixadores do Programa das Nações Unidas sobre HIV-Aids (Unaids) querem que os capitães das seleções de futebol que vão disputar o mundial assinem um documento de apoio à prevenção da mortalidade materna e de bebês em decorrência da aids.
De acordo com informações das Nações Unidas no Brasil, a cada 90 minutos (duração de uma partida de futebol) quase 80 recém-nascidos são infectados com o vírus no mundo. Em 2008, 430 mil bebês foram infectados, sendo 90% na África Subsaariana.
A iniciativa da ONU tem o apoio do ex-capitão da seleção da Alemanha, Michael Ballack, e do jogador do Togo, Emmanuel Adebayor – ambos embaixadores do Unaids. Jogadores das equipes de Camarões, do Paraguai, do Uruguai e da África do Sul assinaram o documento.
Mortalidade materna
Outra Meta do Milênio destacada pelo secretário-geral esta semana foi a redução das taxas de mortalidade materna. Em discurso na segunda-feira, 7 de junho, durante abertura de conferência sobre saúde reprodutiva e materna em Washington, Ban Ki-moon classificou como “escândalo silencioso” as mortes de mulheres no parto.
Segundo o Secretário-Geral, algumas estatísticas recentes mostram que os avanços para reduzir o número de mulheres que morrem no parto são muito lentos, mas que existe um movimento global pelo fim dessas fatalidades e que 99% das mortes acontecem em países em desenvolvimento.
Ele disse ainda que alguns testes simples de sangue, consultas médicas e atendimento de qualidade, especialmente de parteiras, podem fazer uma grande diferença. Outros recursos, como acesso a alguns antibióticos básicos, transfusões de sangue, centro cirúrgico seguro e transporte eficiente, podem reduzir o risco a quase zero, afirmou.
Número de espécies no planeta é menor do que se pensava, diz estudo
Apenas 5,5 milhões de espécies existem atualmente na Terra, uma estimativa muito menor que os 30 milhões estimados anteriormente. É o que indica uma nova estimativa publicada na revista "American Naturalist".
A maioria dos vertebrados, plantas e muitos micro-organismos já foram documentados. Grande parte da incerteza em estimativas globais de biodiversidade está na quantidade de artrópodes, filo que inclui insetos e aranhas.
A estimativa global de 30 milhões de espécies foi sugerida em 1982 por Terry Erwin, do Instituto Smithsonian, em Washington. Ele contou 163 espécies de besouros encontrados somente em uma espécie de árvore tropical no Panamá, Luehea seemannii, e multiplicou pelo número de espécies de árvore existentes no globo.
Erwin também inflou o resultado ao levar em conta o fato de que besouros representam cerca de 40% das espécies de artrópodes.
Agora Andrew Hamilton, da Universidade de Melbourne, na Austrália, obteve uma nova estimativa usando observações de 434 espécies de besouros de 56 espécies de árvores em Papua Nova Guiné.
Hamilton concluiu que existem entre 2,5 milhões e 3,7 milhões de espécies de artrópodes.
Somando ao número total de vertebrados conhecidos (50 mil), plantas (400 mil) e outros organismos, como fungos e algas (1,3 milhão), chega-se a aproximadamente 5,5 milhões de espécies.
Nem Hamilton, nem Erwin incluíram bactérias na estimativa porque elas são difíceis de classificar em espécies.
Estimativa conservadora
Para Corey Bradshaw, da Universidade de Adelaide, Austrália, os 30 milhões de Erwin são pouco realistas, mas os 5,5 milhões de Hamilton também têm suas limitações, pois a estimativa baseou-se em apenas um país. Isso acaba subestimando o papel de fatores geográficos e ecológicos na criação de biodiversidade.
De acordo com Bradshaw, a nova previsão é provavelmente muito conservadora. O número verdadeiro fica entra as duas estimativas, diz. informações da Folha.
A maioria dos vertebrados, plantas e muitos micro-organismos já foram documentados. Grande parte da incerteza em estimativas globais de biodiversidade está na quantidade de artrópodes, filo que inclui insetos e aranhas.
A estimativa global de 30 milhões de espécies foi sugerida em 1982 por Terry Erwin, do Instituto Smithsonian, em Washington. Ele contou 163 espécies de besouros encontrados somente em uma espécie de árvore tropical no Panamá, Luehea seemannii, e multiplicou pelo número de espécies de árvore existentes no globo.
Erwin também inflou o resultado ao levar em conta o fato de que besouros representam cerca de 40% das espécies de artrópodes.
Agora Andrew Hamilton, da Universidade de Melbourne, na Austrália, obteve uma nova estimativa usando observações de 434 espécies de besouros de 56 espécies de árvores em Papua Nova Guiné.
Hamilton concluiu que existem entre 2,5 milhões e 3,7 milhões de espécies de artrópodes.
Somando ao número total de vertebrados conhecidos (50 mil), plantas (400 mil) e outros organismos, como fungos e algas (1,3 milhão), chega-se a aproximadamente 5,5 milhões de espécies.
Nem Hamilton, nem Erwin incluíram bactérias na estimativa porque elas são difíceis de classificar em espécies.
Estimativa conservadora
Para Corey Bradshaw, da Universidade de Adelaide, Austrália, os 30 milhões de Erwin são pouco realistas, mas os 5,5 milhões de Hamilton também têm suas limitações, pois a estimativa baseou-se em apenas um país. Isso acaba subestimando o papel de fatores geográficos e ecológicos na criação de biodiversidade.
De acordo com Bradshaw, a nova previsão é provavelmente muito conservadora. O número verdadeiro fica entra as duas estimativas, diz. informações da Folha.
Assinar:
Postagens (Atom)








