Uma nova pesquisa publicada na revista científica Journal of Fish Biology revelou duas novas espécies de peixe (Halieutichthys intermedius and H. bispinosus), que vivem nas águas parcial ou totalmente contaminadas pelo vazamento de óleo na região do golfo do México.
Segundo John Sparks, curador de ictiologia do Museu Americano de História Natural, “um deles só vive naquela região cheia de óleo”.
- Se ainda estamos descobrindo novas espécies de peixes no golfo, imagine quanta diversidade, principalmente micro diversidade, ainda existe lá que ainda não conhecemos. Essa descoberta enfatiza o potencial de perda de biodiversidade que um desastre dessa magnitude pode causar.
As duas novas espécies pertencem à família Ogcocephalidae, um grupo de cerca de 70 espécies de criaturas que vivem em águas profundas e escuras. Esses peixes têm cabeças e bocas enormes que, aliadas a sua capacidade de se misturar ao ambiente, dão-lhes vantagem na hora de capturar suas presas.
Os peixes recém-descobertos usam suas barbatanas robustas e parecidas com um braço para “caminhar” desajeitadamente no ambiente.
Segundo os cientistas, seus movimentos são tão grotescos que lembram um morcego andando. Eles vivem nas costas do golfo do México e do oceano Atlântico, que vai do estado americano da Louisiana até a Carolina do Norte.
O H. bispinosus tem um padrão de tubérculos espinhosos densamente arranjados, que cobrem todo o seu corpo. Já o H. intermedius tem uma superfície lisa e não espinhosa no dorso e vive apenas na região que fica ao longo da distribuição do vazamento no golfo.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Da série de Reciclagem de òleo de Fritura
6 – Conclusão
A utilização do óleo
e gordura de fritura para
fabricar
biodiesel é o melhor caminho
para reduzir a poluição
ambiental e consequentemente
a incidência
de doenças.
A reutilização do óleo
e gordura de fritura
repetidas vezes
em altas temperaturas causa
vários
danos à saúde podendo
reduzir drasticamente a vida
útil
do ser humano.
A reciclagem do óleo e
gordura
de fritura reduzirá gastos
com tratamento de doenças e
será uma fonte de recursos
para política de medicina
preventiva.
A política de
esclarecimento
a população e o combate
a poluição ambiental
torna-se obrigatória,
principalmente,
quanto aos riscos à saúde
pela reutilização o
óleo e gordura de fritura em
repetidas vezes em altas
temperaturas
e, também, quanto a
necessidade
de destinação adequada
do óleo e da gordura de
fritura
após a utilizaçã
Fonte: Ecóleo
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Polvo "vidente" prevê vitória da Espanha sobre a Alemanha nas semifinais
O até então infalível polvo vidente Paul criou um situação tensa para a torcida alemã: previu nesta terça-feira que a "Mannschaft" germânica será derrotada pela Espanha nas semifinais da Copa do Mundo-2010, nesta quarta-feira, às 15h30 (de Brasília).
No aquário Sea Life, na cidade alemã de Oberhausen, Paul escolheu a ostra que estava no compartimento com a bandeira da Espanha, em vez do que estava na com a flâmula da Alemanha.
Até agora, o polvo Paul acertou todas suas previsões sobre as partidas da Alemanha no Mundial, inclusive a derrota para a Sérvia, na segunda rodada.
No entanto, na final da Eurocopa-2008, o animal se equivocou ao prever uma vitória alemã sobre a Espanha.
No aquário Sea Life, na cidade alemã de Oberhausen, Paul escolheu a ostra que estava no compartimento com a bandeira da Espanha, em vez do que estava na com a flâmula da Alemanha.
Até agora, o polvo Paul acertou todas suas previsões sobre as partidas da Alemanha no Mundial, inclusive a derrota para a Sérvia, na segunda rodada.
No entanto, na final da Eurocopa-2008, o animal se equivocou ao prever uma vitória alemã sobre a Espanha.
Comissão da Câmara aprova relatório do novo Código Florestal
A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o novo Código Florestal aprovou o texto nesta terça (6).
O texto foi aprovado por 13 votos contra 5. Ainda precisam ser votados nove destaques, que podem mudar o texto final.
O projeto será analisado no plenário da Câmara após a votação na comissão. Mas essa votação final só deverá ocorrer depois das eleições.
Após a aprovação, os deputados começaram a gritar "Brasil, Brasil", e os ambientalistas "retrocesso, retrocesso".
Ontem o relator do Código, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) apresentou alterações em seu parecer sobre o Código. O parlamentar propôs retirar o poder dos Estados de reduzirem as faixas de mata ciliar ao longo dos rios.
Um dispositivo de sua proposta inicial, apresentada no começo de junho, previa que as unidades da federação diminuíssem ou aumentassem em 50% as chamadas APPs (áreas de preservação permanente) às margens dos cursos d'água.
Com o projeto de Rebelo, os rios com menos de cinco metros de largura poderiam ter a mata ciliar reduzida de 30 metros, o previsto pelo código atual, para 7,5 metros. Caso mantenha a proposta apresentada hoje, a faixa mínima fica em 15 metros.
O texto foi aprovado por 13 votos contra 5. Ainda precisam ser votados nove destaques, que podem mudar o texto final.
O projeto será analisado no plenário da Câmara após a votação na comissão. Mas essa votação final só deverá ocorrer depois das eleições.
Após a aprovação, os deputados começaram a gritar "Brasil, Brasil", e os ambientalistas "retrocesso, retrocesso".
Ontem o relator do Código, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) apresentou alterações em seu parecer sobre o Código. O parlamentar propôs retirar o poder dos Estados de reduzirem as faixas de mata ciliar ao longo dos rios.
Um dispositivo de sua proposta inicial, apresentada no começo de junho, previa que as unidades da federação diminuíssem ou aumentassem em 50% as chamadas APPs (áreas de preservação permanente) às margens dos cursos d'água.
Com o projeto de Rebelo, os rios com menos de cinco metros de largura poderiam ter a mata ciliar reduzida de 30 metros, o previsto pelo código atual, para 7,5 metros. Caso mantenha a proposta apresentada hoje, a faixa mínima fica em 15 metros.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Na ausência de polinizador, planta se autofecunda após cinco gerações
A queda no número de espécies de polinizadores, como pássaros e abelhas, devido a doenças, mudanças climáticas e urbanização levou pesquisadores a perguntar o que aconteceria no processo reprodutivo de plantas que dependem desses animais.
Sarah Bodbyl-Roels, da Universidade do Kansas, estuda a Mimulus (Mimulus guttatus), pequena flor amarela que cresce em córregos na América do Norte. A transição de planta que necessita de polinizadores para planta que não precisa já foi demonstrada em várias espécies, disse a pesquisadora na conferência "Evolution 2020", em Portland, Oregon (EUA). Mas esse tipo de transição evolutiva não foi observada "em ação", disse ela, que apresentou um estudo mostrando esse processo.
Bodbyl-Roels dividiu 12 mil Mimulus em quatro grupos. Dois desses grupos foram plantados em um campo aberto, os outros dois foram plantados em uma estufa onde ficaram isolados de seu polinizador natural, abelhas do gênero Bombus. A pesquisadora deixou as plantas crescerem por cinco gerações sem serem perturbadas.
Diferentes das flores naturais, as flores que foram forçadas a se autofecundar apresentavam flores fechadas e menores, nas quais os órgãos sexuais masculinos e femininos mostravam-se mais próximos entre si, disse Bodbyl-Roels na conferência.
Mais importante, quando ela avaliou quantas sementes as flores autofecundadas produziram - uma medida da sua habilidade de reprodução e sobrevivência - ela descobriu que, embora a produção tenha caído nas três primeiras gerações, ela voltou a crescer. Ao chegar à quinta geração, a produção de sementes estava no mesmo nível das flores que não se autofecundavam.
Bodbyl-Roels identificou duas regiões de DNA que estão ligadas a essas mudanças físicas e disse que encontrou evidência de que a diversidade genética foi reduzida nos autofecundadores. Segundo ela, o fenômeno deve ocorrer também em outras espécies.
A boa notícia é que algumas flores parecem ser capazes de se recuperar, pelo menos no curto prazo, quando seus polinizadores naturais desaparecem. No entanto, Jeffrey Karron, da Universidade de Wisconsin-Milwaukee adverte que, no ambiente natural, plantas que se autofecundam e vivem ao lado de Mimulus podem acabar tomando conta da área durante a primeira queda em produção de sementes.
Bodbyl-Roel lembra que, no longo prazo, autofecundação reduz a diversidade genética, gerando plantas que são menos capazes de lidar com mudanças ambientais.
Sarah Bodbyl-Roels, da Universidade do Kansas, estuda a Mimulus (Mimulus guttatus), pequena flor amarela que cresce em córregos na América do Norte. A transição de planta que necessita de polinizadores para planta que não precisa já foi demonstrada em várias espécies, disse a pesquisadora na conferência "Evolution 2020", em Portland, Oregon (EUA). Mas esse tipo de transição evolutiva não foi observada "em ação", disse ela, que apresentou um estudo mostrando esse processo.
Bodbyl-Roels dividiu 12 mil Mimulus em quatro grupos. Dois desses grupos foram plantados em um campo aberto, os outros dois foram plantados em uma estufa onde ficaram isolados de seu polinizador natural, abelhas do gênero Bombus. A pesquisadora deixou as plantas crescerem por cinco gerações sem serem perturbadas.
Diferentes das flores naturais, as flores que foram forçadas a se autofecundar apresentavam flores fechadas e menores, nas quais os órgãos sexuais masculinos e femininos mostravam-se mais próximos entre si, disse Bodbyl-Roels na conferência.
Mais importante, quando ela avaliou quantas sementes as flores autofecundadas produziram - uma medida da sua habilidade de reprodução e sobrevivência - ela descobriu que, embora a produção tenha caído nas três primeiras gerações, ela voltou a crescer. Ao chegar à quinta geração, a produção de sementes estava no mesmo nível das flores que não se autofecundavam.
Bodbyl-Roels identificou duas regiões de DNA que estão ligadas a essas mudanças físicas e disse que encontrou evidência de que a diversidade genética foi reduzida nos autofecundadores. Segundo ela, o fenômeno deve ocorrer também em outras espécies.
A boa notícia é que algumas flores parecem ser capazes de se recuperar, pelo menos no curto prazo, quando seus polinizadores naturais desaparecem. No entanto, Jeffrey Karron, da Universidade de Wisconsin-Milwaukee adverte que, no ambiente natural, plantas que se autofecundam e vivem ao lado de Mimulus podem acabar tomando conta da área durante a primeira queda em produção de sementes.
Bodbyl-Roel lembra que, no longo prazo, autofecundação reduz a diversidade genética, gerando plantas que são menos capazes de lidar com mudanças ambientais.
Da série de Reciclagem de Óleo de Fritura
5 – Aplicação do Óleo de Fritura
O óleo de cozinha usado nunca teve uma aplicação de grande consumo. Normalmente, o óleo de fritura é utilizado para fabricar massa de vidro, biodiesel, desmoldantes, fertilizantes, sabão em pedra etc.
Com o advento do biodiesel criou-se uma alternativa de grande consumo para o óleo e gordura de fritura.
No entanto, o óleo e gordura de fritura devem passar por um processo de ajuste de propriedades físico-químicas para a reação de transesterificação com álcool e obter o biodiesel.
O processo de ajuste de propriedades envolve as etapas de pré-filtragem para reter sujeiras e impurezas maiores, aquecimento à 120ºC para separação da água por decantação, acerto da acidez e filtragem para retirar impurezas menores.
Atualmente as industrias produtoras de biodiesel aceitam o óleo de fritura para adicionar ao processo de fabricação do biodiesel nas especificações abaixo:
Acidez: 4,00% máximo
Umidade: 1,00% umidade máxima
Teor de gordura: 30% máximo
Cor: amarelo transparente
Impureza: 1,00% máximo
O emprego do óleo e gordura de fritura para produção de biodiesel atende o conceito de sustentabilidade.
O biodiesel causa pequena e insignificante poluição ambiental, pois sua estrutura molecular é menos complexa, quando comparado ao diesel.
O biodiesel pode degradar-se em meio aquoso em média durante 21 dias, gera menor odor, totalmente renovável e não gera dióxido sulfúrico.
A combustão do diesel gera dióxido sulfúrico (S02) que é corrosivo. Este gás quando combinado com vapor de água da atmosfera produz chuva ácida.
A emissão de dióxido de carbono (C02) na combustão do biodiesel é utilizada na renovação da próxima safra de grãos para novamente produzir óleo vegetal.
Fonte: Ecóleo
segunda-feira, 5 de julho de 2010
ASSEMBLÉIA EXTRAORDINÁRIA
Convocamos a todo(a)s, para participarem da assembléia que será realizada nesta quarta-feria as 19hs, na rua Castro Alves, 1270 - em frente ao restaurante Habibi's, onde será apresentato o projeto.
O Movimento Água É Vida (MAV) em sua constante busca e luta pela preservação do meio ambiente, tendo também a necessidade de alto sustentar-se resolveu aderir ao projeto, já existente, da Petrobras Biocombustível (PBIO) para a coleta e reaproveitamento do Óleo e Gorduras Residuais (OGR) a exemplo do óleo de cozinha. E também criar uma mini fábrica de produção de sabão em barra utilizando como matéria prima principal o OGR.
Assim, o MAV convida você e a sua entidade a fazer parte desse projeto, para juntos judarmos a melhorar a qualidade de vida em nosso planeta.
Procure o MAV, conheça mais sobre o Projeto e contribua como puder.
Oficinas de Construção de Escolas e Água nas Escolas
O
Ministério do Desenvolvimento Agrário, representado no Estado da Bahia pela
Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário – DFDA-BA convida Vossa Senhoria
para participar das oficinas de Construção de Escola e água nas Escolas,
visando qualificar os municípios do
Estado para se habilitarem aos recursos do programa PROINFÂNCIA.
Será
um esforço conjunto do FNDE/MEC, FUNAI, FUNASA e Casa Civil, no sentido de
apoiar os municípios a firmarem convênios para atendimento das demandas de
educação.
O
evento ocorrerá nos dias 13 e 14 de julho do corrente ano, de acordo com a
seguinte programação:
Dia 13 de julho:
08h às 9:30
|
Cadastramento
e Abertura
|
9:30 às
10:30
|
Apresentação
técnica FNDE: Ações de Construção de Escola
|
10:30 às
11h
|
Intervalo
|
11h às 12h
|
Apresentação
técnica FUNASA: Programa Água na escola
|
12h às 14h
|
Almoço
|
14h às 17h
|
Atendimento
individualizado prestado pelos técnicos do FNDE, FUNAI, e SECAD/MEC às
entidades participantes
|
Dia
14 de julho:
09h às 12h
|
Oficinas
técnicas – Atendimento Individualizado prestado pelos técnicos do FNDE, FUNAI,
e SECAD/MEC às entidades participantes
|
Local:
UPB, Terceira Avenida Luís Viana Filho, 320 – Centro Administrativo da Bahia –
CAB/Salvador-BA.
Fonte: Território Portal do sertão
domingo, 4 de julho de 2010
Da série de Reciclagem de Óleo de Fritura
4 – Recomendação para uso do óleo de fritura
O óleo de fritura deveria passar por testes físico-químicos para avaliar suas propriedades originais durante o processo de cocção em elevadas temperaturas. No entanto, esta avaliação é muito difícil na utilização diária do óleo vegetal. Assim, recomenda-se alguns cuidados na utilização do óleo e gordura para frituras em geral.
Em média, dependendo da quantidade de sal, pode-se utilizar o óleo de fritura no máximo três vezes, ou seja, três aquecimentos até a temperatura da fritura (180ºC).
Recomenda-se ainda observar a cor do óleo que deve permanecer amarelo claro. A mudança da cor para amarelo escuro é sinal da necessidade de trocar o óleo.
Outra característica do óleo é a viscosidade. O sinal para trocar o óleo de fritura é quando o óleo fica grosso.
Pode-se observar que o óleo está com degradação acentuada quando durante a fritura aparecer espuma e fumaça de forma acentuada.
Observa-se que é comum a mistura de óleo novo com o óleo usado e degradado. Neste caso, o óleo vai causar dano a saúde, pois todas as substancias tóxicas e nocivas continuam contidas na mistura. Portanto, o correto é descartar o óleo usado e repor óleo novo para continuar a fritura.
Por último, pode-se conservar mais a qualidade do óleo quando a panela é mantida tampada quando ocorre a fritura, pois assim, evita-se o contato do óleo quente com oxigênio do ar.
Fonte: Ecóleo
sábado, 3 de julho de 2010
Da série de Reciclagem de Óleo de Fritura
3 – Processo de Fritura
Fonte; Ecóleo
O óleo de fritura usado repetidas vezes em temperaturas elevadas, em torno de 190ºC, sofre oxidação, ou seja, absorve oxigênio e pode formar radicais livres que são responsáveis pelo envelhecimento precoce.
Ainda, no processo de fritura em elevadas temperaturas o óleo de fritura sofre mudanças físico-químicas pela interação com o ar, água e alimentos e pode formar ácido graxo. A medida que aumenta o teor de ácido graxo no óleo de fritura aumenta a viscosidade, ou seja, o óleo fica mais grosso. A mistura destes sub-produtos gerados pelo aquecimento do óleo em repetidas frituras quando ingeridos pelas pessoas inibem as ações das enzimas pancreáticas diminuindo o ritmo da digestão. Assim, é muito comum a pessoa passar mal após comer um salgado frito com óleo de fritura usado várias vezes.
Outra evidência da utilização do óleo de fritura em repetidas vezes à alta temperatura é a formação de substância tóxicas. Pode-se citar a acroleína como sub-produto da utilização do óleo de fritura em repetidas vezes em temperaturas elevadas. Estudos recentes indicam que a acroleína pode interferir no funcionamento do sistema digestivo e respiratório causando irritações nas membranas e mucosas e, ainda, pode facilitar o aparecimento de células degenerativas (câncer).
Fonte; Ecóleo
Reduzir, Reciclar e Reutilizar
O que você pode fazer para entrar nessa campanha?
Evitar sacolas plásticas é um bom começo.
Muitas lojas e supermercados já aderiram a essa campanha e utilizam (ou recomendam) o uso de sacolas de papel. Nada impede que o consumidor leve suas sacolinhas de casa.
Recentemente assisti em algum dos telejornais uma matéria sobre um supermercado que possibilitava aos consumidores retirarem os produtos de suas embalagens, como cremes de dentais, sucrilhos e sabonetes, levando-os apenas em sua embalagem plástica. As caixas ficam na loja que as destina à reciclagem.
É preciso, porém, que a municipalidade permita aos consumidores despejarem seu lixo em locais apropriedados para seu reaproveitamento. Os compartimentos de lixo devem ser divididos pelo menos em lixo orgânico e lixo “limpo” (plástico, papel, vidro e alumínio). Aqui em Salvador raramente eu encontro onde jogar o lixo adequadamente.
Mas se você evitar as sacolinhas plásticas, já estará contribuindo.
É isso!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Da série Reciclagem de Óleo de Fritura
2- Poluição Ambiental
O óleo vegetal e a gordura animal são triglicerídeos, portanto, são substâncias que sofrem mudanças quando submetidas ao aquecimento repetidas vezes.
Observa-se ainda que o óleo e a gordura usados em frituras são insolúveis, ou seja, não se misturam com a água. Assim, quando entra em contato com a água forma uma camada na parte superior (sobrenadante).
Quando o óleo ou gordura usados na fritura são despejados no ralo da pia ou descartado de forma inadequada, o resultado é desastroso para o meio ambiente. Os danos vão do entupimento das tubulações na própria casa até o entupimento das galerias e das redes de esgoto. O dano ambiental é gerado quando o óleo ou a gordura de fritura chega até os córregos, rios, lagoas, etc.
A evidência desta poluição pode ser verificada pela ação do óleo de fritura na água e no solo.
Primeiro forma uma camada sobre a água e aglomera todo tipo de entulho e lixo descartado no rio. Depois esta camada dificulta a passagem da luz e evita a oxigenação e evaporação da água.
A conseqüência imediata é a morte da vida no rio (peixe, plantas, etc) por falta de oxigênio na água. Posterior causa são doenças trazidas às populações vizinhas pela proliferação de bactérias e outros microorganismos.
Quando o óleo ou gordura usados na fritura são despejados diretamente no solo, o resultado é a impermeabilização da terra e, assim, dificulta a passagem da água pela infiltração, causando também morte de pequenos seres vivos e a ocorrência de enchentes.
Fonte: Ecóleo
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Da série Reciclagem de Óleo de Fritura
1- Saúde e Poluição
Fonte: www.ecoleo.org.br
A Organização Mundial
de Saúde- OMS afirmou que
25%
das doenças contraídas
pelo ser humano são
decorrentes
da poluição ambiental
(Jornal o Globo de
16/06/2006).
Segundo a OMS, treze
milhões
de pessoas morrem por ano
vítimas
de enfermidades relacionadas
aos problemas
ambientais. Este mesmo
estudo ainda
mostra que grande parte dos
riscos
ambientais poderiam ser
eliminados
com uma política de
esclarecimento
a população para evitar
a contaminação da água,
do ar e do solo.
A tendência é um aumento
acentuado nesta situação
com a falta de medidas para
conter
a escalada da poluição
ambiental nas atividades
industriais
e domesticas.
A falta de investimento na
medicina
preventiva e controle da
poluição
ambiental vem causando o
agravamento
das doenças, principalmente
em regiões pobres.
A poluição do ar, da
água e dos alimentos geram
situações imprevisíveis
e dificulta o controle e
tratamento
de várias doenças
relacionadas
a deficiência imunológica,
problemas no sistema
respiratório
(infecções) e
cardiovasculares,
envelhecimento precoce,
gastrite,
diarréias e doenças
degenerativas.
A situação é
pior quando avaliada nas
ocorrências
em crianças e idosos e em
regiões
sem saneamento básico.
O óleo de cozinha utilizado
em frituras contribui para a
situação
descrita acima. O óleo de
fritura
depois de utilizado pode
causar poluição
ambiental quando descartado
de forma
inadequada e contribui para
causar
danos à Saúde quando
ingerido em excesso ou
oxidado (usado
repetidas vezes na fritura).
Arquidiocese de Feira de Santana abraça campanha
A Arquidiocese de Feira de Santana, atendendo pedido da CNBB, realiza julho uma campanha para arrecadar alimentos não perecíveis, roupas e agasalhos que serão encaminhados à população das regiões atingidas pelas chuvas, nos estados de Alagoas e Pernambuco.
Os donativos poderão ser entregues nas diversas paróquias, Rádio Sociedade e estacionamento da Prefeitura de Feira de Santana. As doações em dinheiro podem ser depositadas no Banco do Brasil, Conta Corrente 5821-1, Agência 3505-X.
"Vamos oferecer nossa contribuição a estes irmãos necessitados, neste momento tão difícil", é o apelo.Informações do blog Demais.
Os donativos poderão ser entregues nas diversas paróquias, Rádio Sociedade e estacionamento da Prefeitura de Feira de Santana. As doações em dinheiro podem ser depositadas no Banco do Brasil, Conta Corrente 5821-1, Agência 3505-X.
"Vamos oferecer nossa contribuição a estes irmãos necessitados, neste momento tão difícil", é o apelo.Informações do blog Demais.
Marcio Fortes diz que vítimas das enchentes no Nordeste serão incluídas no Minha Casa, Minha Vida
O ministro das Cidades, Marcio Fortes, ressaltou hoje (1º) que o governo está trabalhando para reconstruir as cidades atingidas pelas enchentes em Alagoas e Pernambuco. Ele falou sobre o assunto na saída do programa de rádio Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a EBC Serviços.
De acordo com Fortes, as casas dos municípios atingidos serão reconstruídas por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. “Temos o programa Minha casa, Minha Vida que vai ser usado e temos os recursos que já foram repassados para os dois estados para que eles possam tomar iniciativas mais imediatas”, afirmou. Fortes citou como exemplo a cidade de Branquinha, em Alagoas, que foi totalmente destruída pelas chuvas.
O ministro disse ainda que os governadores e prefeitos já estão iniciando o levantamento de tudo o que foi destruído como casas e vias urbanas. Além disso, todos os recursos liberados emergencialmente serão fiscalizados e os governadores vão se responsabilizar pelo uso desse dinheiro.
Segundo informações do Ministério da Integração Nacional, já foram liberados para Alagoas e Pernambuco R$ 50 milhões, no total.
De acordo com Fortes, as casas dos municípios atingidos serão reconstruídas por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. “Temos o programa Minha casa, Minha Vida que vai ser usado e temos os recursos que já foram repassados para os dois estados para que eles possam tomar iniciativas mais imediatas”, afirmou. Fortes citou como exemplo a cidade de Branquinha, em Alagoas, que foi totalmente destruída pelas chuvas.
O ministro disse ainda que os governadores e prefeitos já estão iniciando o levantamento de tudo o que foi destruído como casas e vias urbanas. Além disso, todos os recursos liberados emergencialmente serão fiscalizados e os governadores vão se responsabilizar pelo uso desse dinheiro.
Segundo informações do Ministério da Integração Nacional, já foram liberados para Alagoas e Pernambuco R$ 50 milhões, no total.
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