quarta-feira, 21 de julho de 2010

Grandes potências prometem reduzir consumo de energia

As principais economias do mundo, reunidas em Washington para uma cúpula sobre energia limpa, se comprometeram nesta terça-feira (20) a reduzir o consumo dos grandes “devoradores” de energia que são, por exemplo, os aparelhos de TV para economizar a produção de cerca de 500 usinas elétricas.

Outro ponto no qual os participantes concordaram foi a modificação das normas de construção para que os novos edifícios consumam menos energia.

Atualmente, os prédios grandes, como os edifícios de escritórios e fábricas, consomem metade da energia produzida no mundo.

Os ministros de Energia e altos funcionários de 21 países, entre eles Estados Unidos, França, China e Índia, se reúnem na capital americana a convite do governo Obama com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento de fontes de energia limpa.

No segundo e último dia de reunião, o secretário americano de Energia, Steven Chu, disse que os participantes concordaram com 11 iniciativas para promover as energias limpas. Chu manifestou a esperança de que estas diretrizes permitam poupar a energia produzida por 500 usinas elétricas de média capacidade nos próximos 20 anos.

Nesta cúpula, “tomamos consciência de que, colaborando, podemos conseguir mais e mais rápido do que trabalhando em separado”, disse Chu aos jornalistas.

Uma das iniciativas consiste em incitar os países participantes a encontrarem a forma para que os aparelhos eletrodomésticos, como televisões e refrigeradores, consumam menos eletricidade.

Estados Unidos, Japão, Índia e União Europeia prometeram engajar-se na iniciativa. (Fonte: Folha.com)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Exxonmobil continua financiando céticos à mudança climática

A companhia petrolífera americana Exxonmobil violou seu próprio compromisso de não mais financiar grupos céticos sobre os efeitos da ação humana à mudança climática, informa nesta segunda-feira (19) o diário britânico "The Times".

Proprietária da Esso, a empresa contribuiu no ano passado com cerca de 1 milhão de libras (R$ 2,73 milhões) à campanha desses grupos contra a imposição de controles governamentais às emissões de gases do efeito estufa.

Alguns desses grupos foram muito críticos com os cientistas da Universidade de East Anglia (Inglaterra), aos quais acusaram de ter exagerado os perigos do aquecimento global depois da divulgação de e-mails trocados entre esses especialistas. Os e-mails foram roubados por um hacker, em episódio conhecido como "Climagate".

Uma investigação independente livrou neste mês os cientistas de qualquer responsabilidade, mas vários grupos financiados pela Exxon continuaram atacando-os.

O Media Research Centre, por exemplo, que obteve no ano passado 60 mil euros (R$ 138,2 mil) da Exxon, questionou essa investigação e voltou a criticar os cientistas britânicos, qualificando-os de "alarmistas da mudança climática".

Em 2007, a Exxonmobil publicou um relatório intitulado "Corporate Citizenship Report" (Relatório sobre Cidadania Corporativa), no qual se comprometia a deixar de financiar esses grupos.

No ano passado, a empresa voltou a dar garantias de que não tinha patrocinado uma conferência internacional dos céticos à mudança climática, realizada em Nova York.

No entanto, segundo matéria desta segunda-feira do "The Times", uma lista publicada neste mesmo mês pela empresa sobre suas contribuições e investimentos no mundo todo revela claramente que ela forneceu US$ 275 mil (R$ 490 mil) a quatro copatrocinadores daquela reunião, batizada Conferência Internacional sobre a Mudança Climática.

Bob Ward, do Instituto Grantham de Pesquisas sobre a Mudança Climática, da London School of Economics, expõe a contradição entre a promessa e a ação da empresa. "A Exxon se embarcou em uma campanha de relações públicas para convencer o mundo de que deixou de apoiar esses grupos. Mas não é verdade".

Segundo ele, "a Exxon continuou dando apoio financeiro a muitos grupos dedicados a convencer o público e os diversos responsáveis de que a mudança climática é um engano".

China usa bactéria que se alimenta de petróleo para conter vazamento

Autoridades na China estão usando mais de 23 toneladas de bactérias que se alimentam de petróleo para ajudar a limpar o derramamento de óleo no mar Amarelo causado pela explosão e subsequente incêndio de um duto no fim de semana, informou nesta terça (20) a agência de notícias oficial Xinhua.

China luta para conter petróleo e afasta equipe do Greenpeace

Yang Jiesen, chefe da divisão de pesquisa e desenvolvimento de uma empresa de biotecnologia de Beijing, disse que a Administração de Segurança Marítima encomendou bactérias no sábado.

Dezenas de navios-escumadeira e centenas de barcos de pesca trabalharam para remover o óleo da cidade portuária de Dalian, no nordeste da China, após o acidente na sexta, que resultou no vazamento de 1.500 toneladas de óleo no mar.

É a primeira vez que a China usa biotecnologia para resolver um problema ambiental. O processo, conhecido como biorremediação, usa micro-organismos para quebrar alguns hidrocarbonetos tóxicos presentes no óleo, transformando-os em compostos menos prejudiciais. O procedimento foi usado para mitigar o vazamento do navio Exxon Valdez no Alaska em 1989.

O incidente em Dalian afetou o transporte de petróleo para o sul da China, pois o porto foi parcialmente fechado, mas as refinarias estão processando óleo estocado, então os preços não devem ser afetados, informou a Xinhua.

Enquanto isso, trabalhadores em Dalian estão usando barreiras para prevenir o espalhamento do maré negra. Mas existe o risco de que chuvas e vento fortes piorem a situação.

Até agora, pelo menos 46 toneladas de óleo foram capturadas. Inicialmente, o derrame cobria 50 km2, mas foi reduzido para 45 km2. Mas a agência Xinhua informou que uma coluna marrom escura estendeu-se por pelo menos 183 km2 sobre o oceano.

sábado, 17 de julho de 2010

ONU elogia reciclagem brasileira em relatório

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), em um estudo divulgado nesta sexta-feira (16), destaca o exemplo positivo do Brasil como líder mundial na área de reciclagem.

Essa indústria emprega cerca de 170 mil pessoas no país, afirma o relatório.

O documento, intitulado "América Latina e Caribe: Perspectivas para o Meio Ambiente", aborda as atividades que devem ser seguidas na região e os desafios, como o aumento da escassez de água.

Segundo a agência, as diversas práticas inovadoras implementadas na América Latina e em outros locais do mundo mostram que medidas podem ser tomadas para aprimorar a sustentabilidade ambiental.

Uruguai e Caribe

Além do Brasil, o relatório cita como exemplos o estímulo ao uso de fontes alternativas de combustível no Uruguai e a práticas eficientes de energia no setor de turismo no Caribe.

De acordo com o Pnuma, a região continental é rica em biodiversidade e já existe um consenso entre vários setores sobre a necessidade de soluções para as ameaças ao ambiente.

Em relação a riscos, o informe aponta que a demanda por água na América Latina e Caribe subiu 76% entre 1990 e 2004 como resultado do crescimento demográfico.

Nesse sentido, o Pnuma também alerta que governos e sociedade civil precisam trabalhar juntos para criar políticas e instituições para combater a degradação ambiental nesses países. O estudo já está disponível no site do programa da ONU. Informações da Folha.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Brasil desenvolve técnica para limpar petróleo no mar

O Brasil descobriu uma maneira simples e eficiente de retirar petróleo do mar após acidentes como o ocorrido com a BP, cujo método de limpeza foi criticado por biólogos e ambientalistas.

No caso da BP, o óleo recolhido está sendo queimado, e dispersantes químicos estão sendo jogados no mar para diluir a mancha.

Na solução brasileira, não apenas é possível retirar quase todo o petróleo derramado no mar como aproveitá-lo novamente, dizem pesquisadores. O método ainda aproveita a glicerina gerada pela crescente produção de biodiesel no país.

O pulo do gato, segundo o professor do Instituto de Macromoléculas da UFRJ, Fernando Gomes de Souza Júnior, 35 anos, que liderou os estudos, foi transformar a glicerina produzida com o biodiesel em um material plástico o mais parecido possível com o petróleo, a partir de uma demanda do governo.

"Hoje em dia são 100 mil toneladas por ano de sobra de glicerina. O governo tem investido em pesquisa para o uso dessa glicerina e um desses casos é o nosso", explicou à Reuters o professor capixaba que chegou há dois anos na UFRJ.

A previsão é de que em 2013, quando a mistura do biodiesel ao diesel no Brasil será elevada dos atuais 4% para 5%, sejam produzidas 250 mil toneladas de glicerina, produto que já é utilizado em detergentes, sabonetes e cosméticos.

"Por isso, consideramos esse produto viável comercialmente, porque a quantidade de glicerina que vai ser produzida é absurda e precisa de um destino para isso", afirmou.

O método, testado com sucesso em laboratório e em processo de registro de patente, consiste em transformar a glicerina do biodiesel em pó, que é jogado sobre o petróleo derramado. A substância nessas condições se transforma em uma espécie de massa plástica flutuante.

"Acontece um fenômeno natural entre o petróleo e esse plástico, a absorção, porque os dois são igualmente hidrofóbicos e se afastam juntos da água", explicou Souza Júnior.

Cada tonelada de glicerina retira 23 toneladas de petróleo, informou.

Para facilitar a retirada da mistura do mar, são acrescentadas partículas de ferro em escala nanométrica na massa plástica que pode ser então atraída por uma esteira magnetizada.

O petróleo, retirado junto à glicerina, recebe uma carga de querosene para ser filtrado.

"Na filtragem vai sair uma mistura de petróleo e querosene, isso pode ir para uma torre de destilação, ser fracionado, e seguir os processos petroquímicos convencionais", informou.

Antes trabalhando com o óleo da castanha de caju, a pesquisa da UFRJ deslanchou após o governo incentivar projetos que aproveitassem a glicerina produzida pelo biodiesel, com objetivo de proteger a cadeia produtiva da glicerina animal.

"Com isso, a gente não quebra a cadeia produtiva que já existe e ainda reaproveita tanto o petróleo retirado como a própria glicerina utilizada", avaliou, ressaltando que desde que foi iniciado o programa do biodiesel, o preço da glicerina vem caindo no mercado.

Financiada em parte pela UFRJ, os direitos da tecnologia foram transferidos para a universidade, que poderá se encarregar pela eventual comercialização do sistema.

Segundo Souza Júnior, uma fábrica para produção da glicerina usada no sistema pode ficar pronta em seis meses a partir do interesse de algum grupo em explorar a técnica.

Bacia do São Francisco passa a ter cobrança de água

O uso da água na bacia do rio São Francisco passará a ser cobrado a partir do próximo mês. A decisão partiu dos próprios usuários, preocupados em buscar alternativas para evitar o desperdício. Essa será a terceira bacia hidrográfica de rios federais (que abrangem mais de um estado) em que é feita cobrança. Os valores são faturados para serem pagos pelas companhias de saneamento que captam a água bruta de rios e aquíferos, tratam e distribuem para indústrias, irrigação e consumidores comuns.
O assunto foi o tema principal dos debates, na tarde desta quinta-feira (15), no Seminário Planejamento Estratégico do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, em Brasília. O São Francisco banha cinco estados – Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe – e a sua bacia abrange 504 municípios. A primeira bacia onde existe esse tipo de cobrança, desde 2003, é a do rio Paraíba do Sul, que passa por Minas, São Paulo e Rio de Janeiro. A água também é faturada para as empresas de saneamento que exploram a bacia do PCJ (Piracicaba, Capivari e Jundiaí), em São Paulo e Minas Gerais.
“Um dos focos da discussão foi a melhoria dos mecanismos de cobrança. Para torná-la mais efetiva”, afirma o diretor de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, Marco Neves. Segundo ele, a tendência é que a cobrança vá atingir todas as regiões onde existem comitês de bacia. Esses comitês são órgãos colegiados instituídos por lei, no âmbito do Sistema Nacional de Recursos Hídricos e dos sistemas estaduais (no caso de rios estaduais), em que estão representados os segmentos da sociedade, como usuários de águas (tanto indústrias como consumidores residenciais) e poder público.
Marco Neves explicou que as discussões não foram apenas sobre a eficiência na cobrança (para serem evitadas gambiarras, por exemplo), mas também na aplicação de recursos públicos para a melhoria da qualidade das águas. Também foram enfatizadas as parcerias entre poder público e iniciativa privada que podem contribuir para a melhoria de serviços.
Pela manhã, os participantes do seminário debateram sobre a reestruturação do Conselho Nacional de Recursos Hídricos, para que tenham mecanismos eficazes de fortalecimento do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Isso porque, em futuro próximo, a falta ou a abundância de águas será empecilho ou solução para a expansão da economia em muitas regiões do País, especialmente Nordeste e Sudeste. O diretor disse que o conselho é uma instância fundamental para influenciar decisões relevantes em, por exemplo, planejamentos setoriais, como na geração de energia ou na agropecuária, que fazem uso da água para a produção.  
(Fonte: Cristina Ávila/ MMA)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Exploração ilegal de madeira caiu na última década, mostra estudo britânico

A exploração ilegal de madeira caiu significativamente na última década. Em três dos principais fornecedores de madeira do mundo – Brasil, Camarões e Indonésia –, a queda foi de até 75%. Com a redução, uma área de 17 milhões de hectares de floresta, equivalente ao Reino Unido, deixou de ser desmatada ilegalmente e pelo menos 1,2 bilhão de toneladas de gases de efeito estufa não foram lançadas na atmosfera.

O diagnóstico foi divulgado hoje (15) em estudo inédito do instituto britânico Chatham House. A redução da exploração ilegal teve reflexo direto no contrabando da matéria-prima. A importação de madeira ilegal pelos principais países consumidores caiu pelo menos 30%, segundo o levantamento.

Os pesquisadores analisaram a cadeia produtiva da madeira ilegal em cinco países tropicais detentores de florestas (Brasil, Indonésia, Camarões, Malásia e Gana), em países consumidores (Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França e Holanda) e na China e no Vietnã, que processam a madeira e fornecem produtos para o mundo industrializado.

De acordo com o relatório, a redução mundial da exploração e do comércio de madeira ilegal se deu graças a ações de governos, da sociedade civil e do setor privado. O resultado pode ser explicado pela combinação entre as políticas de combate ao desmatamento ilegal nos países produtores, com regras mais severas, e exigências de certificação nos mercados compradores.

No Brasil, segundo a Chatham House, o desmatamento ilegal na Amazônia caiu 75% na última década, principalmente nos últimos cinco anos, quando o governo intensificou o combate às derrubadas na região e modernizou o sistema de transporte e comércio de madeira, com o Documento de Origem Florestal (DOF).

O relatório elogia o sistema brasileiro de monitoramento de florestas e cita o aumento no número de operações policiais na Amazônia para combater o desmate. No entanto, os pesquisadores ainda apontam falhas no cumprimento das sanções aplicadas nas infrações ocorridas na floresta amazônica, onde a derrubada ilegal ainda representa de 35% a 70% de todo o desmatamento. “As penas nem sempre são aplicadas. No Brasil, por exemplo, apenas 2,5% das multas são recolhidas”, acrescenta o texto.

O estudo alerta ainda para o risco de legislação ambiental incoerente – crítica levantada recentemente por organizações não governamentais por causa das alterações no Código Florestal, aprovadas em comissão da Câmara dos Deputados.

Apesar do declínio nos últimos anos, “a exploração ilegal de madeira continua a ser um grande problema”, segundo o estudo. O relatório prevê que, daqui para frente, o combate à extração irregular e ao contrabando pode se tornar mais difícil, por causa da multiplicação dos desmates em menor escala – mais difíceis de monitorar – e pelo crescimento da venda da madeira ilegal nos mercados internos dos países produtores.

Para os países consumidores, aumentou a dificuldade de identificar a origem da madeira, que já chega aos mercados transformada em móveis. Nesses países, a criação de barreiras para madeira ilegal depende agora da criação e implementação de leis que proíbam a entrada de produtos sem origem comprovada. “Apesar de os Estados Unidos já terem aprovado uma lei nesse sentido e a União Europeia esteja prestes a fazer o mesmo; o Japão, que é um grande mercado, continua a aberto à madeira ilegal”, de acordo com o estudo.

Recuperar o Rio Subaé

A partir da 7ª caminhada em comeroção ao dia mundial da água realizada em 27 de março do corrente ano, em parcerias com varias entidades ambientalistas a exemplo da SOS Rio Paraguassu, Associação Ecológica Buritir, com o apoio da Secretaria de Municipal de Meio Ambiente, após a constatação daquele situação que vimos na nascente do Rio Subaé, o Movimento Água é Vida, SOS Rio Paraguassu e Associação Ec ológica Buriti, fizemos uma denuncaia as agressões à nascente do Rio Subaé ao CONDEMA Conselho Municipala de Defesa do Meio Ambiente de Feira de Santana, após o processo ser formualdo, a Secreatria iniciou um diagnóstico para reconhecer a realidade atual, realizando inspeções e reuniões com as empresas envolvidas.
Conforme informação do Diretor do Departamento de Licenciamento e Fiscalização da Secretaria, o mSr, Lucílio Flores, os empresários estão conscientes da necessidade de recupeoração da área ambiental.
Estamos atentos e contamos com a colabroação de todo(a)s para que nossa nascente seja preservada e revitalizada, pois entendemos que é de responsabilidade de cuidar do planeta é de todo(a)s nós.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Educação ambiental nas escolas

Professores ealunos das escolas da rede municipal de ensino em Feira de Santana vão participar do programa de Educação Ambiental em Escolas Públicas, visando despertar nos cidadãos a consciência da necessidade de preservação do meio ambiente. A iniciativa da Fundação Nestlé Brasil será desenvolvida em Feira de Santana através de parceria com a Prefeitura.

O projeto foi discutido no final da manhã desta terça-feira (13), entre dirigentes da Nestlé, secretário de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Antônio Carlos Coelho, técnicos da Prefeitura e também representantes da Secretaria de Educação.

O resgate de brincadeiras que levam o cidadão ao contato com a natureza é um dos instrumentos utilizados para a educação ambiental. “Utilizamos jogos e cartilhas, educando e conscientizando sobre a preservação do meio ambiente, despertando sobre as necessidades de cuidar bem do ambiente, cuidar bem da água e cuidar bem das crianças”, explicou Viviane Adelso, da consultoria que está trabalhando com a Fundação Nestlé.

A proposta de educação ambiental também engloba a promoção de 36 atividades que foram observadas na vivência natural das crianças com o meio ambiente. “São atividades que aproximavam as crianças do meio ambiente, como fazíamos antigamente em nossas brincadeiras”, observou Fábio Kuhn, gerente da unidade fabril em Feira de Santana.

O secretário de Meio Ambiente, Antônio Carlos Coelho, ressaltou a preocupação do Governo Municipal em promover ações que despertem nos cidadãos, principalmente nas crianças, eficazes multiplicadoras de informações, a preocupação com a necessidade de preservação do meio ambiente. “Estamos desenvolvendo um leque grande de ações para a preservação do meio ambiente”, relatou.Informações da SECOM.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Pássaros conseguem ver o campo magnético da Terra com o olho direito

Um estudo científico descobriu que os pássaros conseguem ver o campo magnético da Terra com o olho direito e usam essa característica para definir a rota de seus voos.

Pesquisadores alemães chegaram a essa conclusão depois que taparam com uma lente fosca o olho direito dos animais.

Eles não conseguiam se guiar como antes. Ao colocar a lente no olho esquerdo, os estudiosos perceberam que a situação se normalizava.

O fato de os pássaros sentirem o campo magnético terrestre já era conhecido pelos cientistas.

A vantagem é bastante útil durante os períodos migratórios para o sul durante o inverno.

O que é captado por meio da visão é transmitido ao lado esquerdo do cérebro, onde se formam sombras claras e escuras. Essas sombras servem como uma bússola visual.

Katrin Stapput, da Universidade Goethe, em Frankfurt, liderou o teste, que começou com uma espécie de gaiola onde os pássaros ficavam e logo depois partiam em um voo dentro de uma grande estrutura afunilada. Quando a lente estava no olho esquerdo, os animais iam direto para o norte, mas com a lente no olho esquerdo o voo seguia direções aleatórias.

domingo, 11 de julho de 2010

Reciclagem de óleo gera renda para 1,8 mil trabalhadores em todo o país

Ao jogar o óleo de cozinha usado na pia, o brasileiro não percebe que está ajudando a aumentar a contaminação dos córregos, rios e mares, além de colaborar para entupir o encanamento da sua residência e das galerias pluviais.

“Com uma iniciativa muito simples, os cidadãos podem ajudar na preservação do meio ambiente e na geração de renda para as pessoas carentes”, destaca a presidente da Associação Nacional para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível (Ecóleo), Célia Marcondes. Segundo ela, o armazenamento do óleo em potes de vidro e o encaminhamento do produto para postos de reciclagem está gerando renda para 1,8 mil trabalhadores em todo o país.

“São pessoas que vivem só disso”, afirmou Célia, em entrevista à Agência Brasil. A associação que ela preside não se responsabiliza pela coleta, mas é responsável pela criação de redes que fazem esse serviço. Cerca de 50 entidades e empresas, de acordo com Célia, já estão interessadas em participar desse processo.

Na Grande São Paulo, a organização não governamental (ONG) Trevo é uma das responsáveis pela coleta desse material em cerca de 2,5 mil prédios. Segundo Roberto Costacoi, a ONG que preside coleta, em média, 270 mil litros de óleo por mês. Todo esse óleo de cozinha que é recolhido pelos prédios, bares e principalmente restaurantes fast food de São Paulo é depois tratado e repassado para grandes indústrias de biodiesel. Com esse trabalho, a organização se autosustenta e gera emprego para 50 famílias que recebem, em média, R$ 1 mil por mês.

“A reciclagem tem várias vantagens: uma é que vamos deixar um mundo melhor para nosso filhos e netos. Outra é que vai cair pela metade o gasto do condomínio com o desentupimento de esgotos e encanamentos – e sabemos que qualquer desentupidora não sai de sua base por menos de R$ 1 mil. Tem ganho material, ganho ecológico e geração de emprego”, destacou Costacoi.

Segundo a Sabesp, empresa responsável pelo fornecimento de água, coleta e tratamento de esgotos de 366 municípios do estado de São Paulo, a reciclagem do óleo de cozinha realmente diminui o número de trabalhos de desobstrução na rede de esgoto. Em Cerqueira César, bairro da capital paulista onde o trabalho começou a ser desenvolvido em 2007 com as ONGs Trevo e Ecóleo, 1,6 mil condomínios aderiram ao programa e o resultado foi que o número de desobstruções de esgotos diminuiu 26% em relação aos demais bairros operados pela Sabesp.

De acordo com Célia, uma família brasileira formada por cinco pessoas consome cerca de quatro litros de óleo por mês. Desse total, um litro é descartado e o restante absorvido na comida. Pelos cálculos da Sabesp, cada litro desse óleo que é descartado nas pias polui mais de 25 mil litros de água.

“A reciclagem gera postos de trabalho e renda e aquilo que é problema, que é resíduo, vai passar a ser produto para as indústrias, que precisam do óleo como matéria-prima. Há uma gama enorme de produtos (biodiesel, sabão, tintas, vernizes e massas de vidro) que podem ser feitos com esse material que estamos jogando fora de forma irresponsável”, resumiu Célia.

As pessoas, empresas e condomínios que estiverem interessados em fazer parte da rede de reciclagem do óleo de cozinha podem procurar informações nos sites http://www.trevo.org.br/ ou http://www.ecoleo.org.br./

Bicos e clima: estudo defende velha teoria

Pássaros com ambientes quentes tendem a possuir bicos maiores, como os tucanos, como uma teoria do século XIX já afirmava

Na década de 1880, um zoólogo americano chamado Joel Allen afirmava que animais em climas frios evoluíam para possuir membros (braços e pernas, orelhas, caudas) mais curtos do que aqueles em climas quentes, visando minimizar a área de superfície e, consequentemente, minimizar a perda de calor. A teoria, conhecida como lei de Allen, apareceu por muito tempo em livros de biologia – mas as evidências científicas para sustentá-la permaneceram fracas.

Agora, um estudo comparando bicos de pássaros fornece as evidências mais substanciais em apoio à lei de Allen.

Pesquisadores examinaram mais de 200 espécies de pássaros e descobriram uma relação significativa entre o comprimento do bico e o clima. Pássaros que vivem em ambientes quentes, como o tucano, tendem a possuir bicos maiores. Aqueles de ambientes mais frios, como o peru, têm bicos menores.

No caso do tucano, de 30 a 60% do calor corporal podem ser perdidos pelo bico. Num ambiente quente e tropical, isso é extremamente útil.

Em média, pássaros vivendo em climas mais frios, como o peru e a perdiz, possuem bicos três a quatro vezes menores do que nos pássaros de climas mais quentes, segundo Glenn Tattersall, biólogo da Universidade Brock, em Ontário, e um dos autores do estudo. Isso os ajuda a reter o calor do corpo, explicou Tattersall.

Para o estudo, ele reuniu dados sobre pássaros que vivem no clima frio do Canadá, enquanto seu co-autor, Matthew Symonds da Universidade de Melbourne, focou em pássaros que vivem em climas quentes.

Seu estudo aparecerá numa próxima edição da “The American Naturalist”.

sábado, 10 de julho de 2010

Um Ano

O blog do MAV, esta completando hoje (10/07) um ano de informação sobre a preservação ambiental.
o nosso objetivo é informar e formar aos nossos leitores as noticias ambientais, buscando contribuir com a educação ambiental.
Vem aí um projeto ambiental que com certeza iremos ter a colaboração de todo(a)s, pois para salvar o planeta depende de nós!
Agradecemos a todo(a)s que acessaram nosso blog e em especial aos colabroadores e seguidores

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Chuva e seca deixam mais de 80 cidades em emergência na Bahia

Excesso de água afetou 1,8 milhão de pessoas no Estado; sete morreram

A falta e o excesso de chuvas na Bahia deixam, até esta sexta-feira (9), 83 cidades em estado de emergência no Estado. Por causa das chuvas, a Defesa Civil baiana registrou 47 municípios em emergência, enquanto 36 estão nesta situação em função da seca.

As fortes chuvas dos primeiros meses de ano e as precipitações das últimas semanas na faixa do litoral e do recôncavo baiano deixaram cidades em emergência no sul do Estado. A seca atinge mais os municípios do sudoeste baiano, principalmente a região de Vitória da Conquista, a 509 km da capital Salvador.

Do começo do ano até agora, de acordo com o órgão, cerca de 1,8 milhão de pessoas foram afetadas por causa das chuvas na Bahia. Cerca de 17 mil pessoas tiveram que deixar suas casas, 420 ficaram feridas e sete morreram.

O número de cidades em emergência no Estado, no entanto, pode subir para 122. Até esta sexta, a Defesa Civil ainda tinha mais 39 municípios aguardando a homologação de seus pedidos. Além disso, choveu forte no sul baiano nos últimos dias e a Defesa Civil afirmou que não atualiza seus dados há 15 dias, pois espera relatórios dos órgãos municipais.

AL e PE sofrem com as chuvas

As chuvas no Nordeste nas últimas semanas também atingiram Alagoas e Pernambuco. Até o último balanço divulgado pela Defesa Civil alagoana, mais de 74 mil pessoas tiveram que abandonar suas casas no Estado, 27 morreram e 69 estão desaparecidas.

Em Pernambuco, 12 cidades decretaram estado de calamidade pública em virtude das enchentes. Cerca de 82 mil pessoas estão fora de suas casas e 20 morreram. Ao todo, 142 pontes foram destruídas no Estado, junto com 14 mil moradias.

Como matar mosquitos ecologicamente

Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles.


O que nós precisamos é, basicamente:


200 ml de água,
50 gramas de açúcar mascavo,
1 grama de levedura (compra na loja de produtos naturais) e uma garrafa plástica de 2 litros


A seguir estão os passos a desenvolver:
1. Corte uma garrafa de plástico no meio. Guardar a parte do gargalo:


2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixar esfriar depois e despejar na metade de baixo da garrafa.


3. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.


4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.


5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.


Em duas semanas você vai ver a quantidade de mosquitos que morreu lá dentro da garrafa.


Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução do mosquito, podemos utilizar esse método muito útil em escolas, creches, hospitais e residências.

Não se esqueça da dengue.