terça-feira, 19 de outubro de 2010

A ONU Determinou 2010 o Ano da Biodiversidade

A 10`Conferência das partes da convenção sobre Diversidade Biológica da ONU,começou essa semana em Nogóia (Japão) tem o grande sesafio:proteger a biodiversidade do planeta. O professor de economia ambiental da universidade do Arizona (EUA).Segundo o economista,é preciso pensar nela como fonte de uma grande verdade de "serviços",tais como produção de comida e combustiveis e o fornecimento de água portavel. Mais;a variedade de seres vivos ainda é fundamental para o controle da erosão do solo,de pestes e de doenças."As espécies que proporcionam todos esses benificios nos mantem saudaveis e seguros",afirma perring. As delegações de cerca de 170 paises que participam da COP10 tentarão,entre os dias 18 a 29,chegar a um acordo capaz de proteger a biodiversidade ao mesmo tempo que promova seu uso sustentavel e faça a repartição dos beneficios para as populações que detêm esses recursos naturais."Para evitar a dispersão de temas e a falta de capacidade de implementação,muito comum nessas convenções,queremosaprovar um plano estratégico com 20 metas a serem cumpridas até 2020"explica Claudio maretti,superintendente de conservação do wwF-Brasil.(Fonte de informaçãoes, revista Istoé) No ambito local movimentos ambientalista com ralce para Movimnto àgua é Vida;SOS paraguçú,Assoc. Ecológica Burití execem trabalho voluntário de mobilização e sensibilização para inserir as comunidades no contexto de proteger o planêta aonde vivemos. È mais uma ação ecológica a ser realizada na cidade de São Francisco do Conde no dia 22 a partir das 8;00hs promovido  pelo protocólo Rio Subaé. Se jogarem oleo de frituras  e residuais na pia no quintal,nos terrenos baldios, nas ruas...Você está matando a biodiversidade;convidamos você a reciclar esses resíduos. Temos destino sustentavel para ele nos procurem os nossos endereços é este.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O Meio Ambiente Ganha Casa Nova

Ocorreu nesta segunda feira,18 a inauguração da sede da secretaria municipal de Meio Ambienta,que fica no bairro da kalilandia,na rua Leolinda Bacelar. A solenidade contou com a presença do prefeito Tarciso Pimenta,secretarios municipais,diretores conselheiros do CONDEMA,imprensa. Na oportunidade o secretário Antonio Carlos Coelho,agradeçeu ao prefeito,o apoio que vem dando,comprendendo a importancia da secretaria de meio ambiente,no contexto geral e na vida da comunidade. O prefeito Tarciso Pimenta falou das melhorias efetuadas nas sedes das secretarias visando dar dignidade segurança e conforto aos funcionários,para que os funcionários atendam os munícipes quando solicitar os serviços público, sejam muito bem atendidos,ainda acrecentou que já está sendo elaborado o projeto para construção do centro administrativo de feira de santana.No prédio vai funcionar todos depatamentos que compõem a secretaria.A população,os movimentos ambientalistas liderado pelo MAV,lutaram para que feira tivesse uma secretaria e um conselho de meio ambiente;está contemplada. As nossas esperanças é que tenhamos um conselho capaz de desenvolver o seu papel de relevantes serviços, colaborando,para que tenhamos um meio ambiente saudavel,sem lixarias,poluições,com muito mais árvores,nossas lagoas e nascentes protegidas, nossas matas ciliáres vivas,e os nossos rios subaé,com águas limpídas e azul. Todos pelo meio ambiente.

domingo, 17 de outubro de 2010

O Tricolor Bem Povão Feliz Melhora o Meio Ambiente

Circulanado pelas ruas da cidade,sentimos como as pessoas, de todas idades estavam alegres sorrindo comentando e profetizando;o Baêa desta vez sobe para a primeira divisão, o lugar que ele conquistou ao longo da sua vitoriosa história no futebol, brasileiro e alem fronteiras. Para nação tricolor que tem vivido os últimos sete anos sofridos, está na hora do retorno, do primeiro CAMPEÂO BRASILEIRO. O primeiro time profissional brasileiro a representar o Brasil na libertadores das américa,orgulho e patrimônio do esporte brasileiro. Prá frente BAÊEEA. "Exemplo"na praça comentando a vitória do Bahia 3x0 um senhor e mais três crianças estavam ingerindo alguns objetos e distraidos jogando os ressíduos na via pública; Observando a sugeira espalhada com a contribuição do vento, conseguir recolher alguns enquanto procurava alguma lixeira,a turma alegre fizeram um pequeno multirão liparam toda sugeira em torno. Viva o Baêa...Viva a naturêza . A alegria pelas vitórias no esporte pode sensibilizar as pessoas a preservar o Meio Ambiente.

sábado, 16 de outubro de 2010

Todos Segmentos da Sociedade no planêta Aprenderam Com Eles

As nossas homenagens aos professores e professoras,por mais que sêjam as manifestações,ainda é pouco, pela importancia que vocês representa para nós humanos. Como presente nesse dia esteve entre nós,uma das maiores autoridade educacional do pais; o professor Antonio Carlos,presentiando aos professores,alunos,funcionários,empresários e a comunidade do Centro Estadual de Educação Profissional da Bahia CEEP, antigo CETEB. Foi uma manhã  gratificante para quem teve á oportunidade de participar da palestra e tirar dúvidas com o grande mestre. No período da tarde ocorreu o encontro com a alta direção da instituição, Conselhos de Administração e Fiscal coordenadores,gerentes pedagógicos,quando o professor Antonio Carlos, disse ter ficado impressionado,com a qualidade da instituição em todos sentidos. Para surpresa dele esse modelo de escola implementado no CEEP, é o que o mundo do trabalho encontrará num futuro próximo. Com a experiência e do conhecimento ele afirmou ; a educação profissional,tecnico e tecnólogo não pode valer´só como um ponto de trabalho. O profissional tem que ser o plivalente,criativo e flexivel,é esse o profissional do futuro.O que admirou a ele o modelo onde se ver coordenadores de Designer,Mecanica industrial,mecanica automotiva,eletromecanica,eletronica,construção civil,enfermagen,segurança do trabalho,asgroindustria,entre outros,é esse modelo de escola do futuro aonde a tecnologia da informática inclui agricultura como industria. Participou do encontro,Claudenir Moreira superintendente, pro.Lucia, gerente pedagógica;Ricardo gerente, professoras,Duciana,Elissandra,Iorane,os pro, Virgilio;coordenador dos cursos eletrotecnica e dimensão industrial, Dorcier,Carlos Andrer, sr,João Batista,presidente do conselho de administração,senhora Alda,presidenta do conselho Fiscal, Vivaldo França ,sociedade civil organizada.e sr. Adaltro Franco.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O que é desenvolvimento sustentável?

A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações.
É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.

Água será o problema mais sério da próxima década, diz conselheiro britânico

falta de água pode se tornar o problema mais sério da próxima década, atrelada ao crescimento mundial da população, alertou o principal conselheiro científico do governo britânico, John Beddington.

As mudanças climáticas vão levar a mais secas e inundações, o que acarretaria problemas com o suplemento de água fresca. “Crescimento populacional, aumento da riqueza e da urbanização, e mudanças climáticas, tudo representa grandes problemas para a humanidade”, disse Beddington durante encontro global sobre clima e energias alternativas. “Mas a disponibilidade de água fresca será o primeiro problema a ser solucionado”, completou.

A população mundial de aproximadamente 6,6 bilhões de pessoas deve aumentar 2,5 bilhões até 2050. Segundo um estudo das Nações Unidas, em regiões da África, um contingente formado por 90 milhões a 220 milhões de pessoas enfrentarão problemas de suprimento de água já em 2020.

Segundo o conselheiro, cada país deveria focar em seus recursos naturais e de produção, além de tecnologias com baixas emissões de carbono, que, no caso do Reino Unido, envolvem a energia eólica e a nuclear. “Está bem claro que essas tecnologias serão importantes”, disse.

Sobre o recente anúncio do governo de cortar o orçamento para pesquisas científicas – o protesto público mais recente reuniu cerca de 2.000 pessoas no último domingo -, Beddington disse que preferiria ver um corte zero a qualquer mudança.

(Fonte: Folha.com)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Natureza – o melhor presente no Dia das Crianças

Nesta terça-feira, 12, comemora-se no Brasil, o Dia das Crianças. Mas, qual o melhor presente para os pequenos?
Em todo o Brasil, parques, praças e outras atrações abrem suas portas e estão prontos para receber os visitantes no feriado. Os passeios em família podem ser excelentes opções, que ficarão para sempre na memória da criançada.
Em Foz do Iguaçu, no Paraná, mais de 18 mil pessoas passaram pelo Parque Nacional do Iguaçu, no último final de semana, sendo que apenas no domingo foram mais de 12 mil. Este foi o maior movimento registrado em um dia, durante o ano de 2010.
O contato com a natureza e as belas paisagens que compõem o cenário encantam não só as crianças.
Quem quiser ter um contato ainda mais próximo, conta com diversas opções de passeio, como trilhas e o Macuco Safari, que inclui além de uma trilha realizada a bordo de uma carreta puxada por um jipe elétrico, um passeio com botes infláveis no Rio Iguaçu, em direção à Garganta do Diabo. É a visão das Cataratas, de um ângulo diferente. Vista debaixo e com direito a uma generosa ducha natural.
A turismóloga, Cristiane Dutra, confirma o sucesso do passeio entre as crianças, mas garante que a aprovação é geral, independente da idade. “As crianças adoram, porque é um banho nas Cataratas”, disse. “É uma forma única e diferente de ver as Cataratas e ter um contato muito íntimo com a natureza. Além disso, muitas vezes, na trilha até o Rio Iguaçu, é possível avistar alguma espécie animal”, afirmou, dizendo que são mais de 50 espécies de mamíferos no Parque Nacional.
Outra atração que faz a alegria da meninada é o arvorismo e a escalada. Com uma estrutura montada na floresta do Parque Nacional do Iguaçu e monitores treinados, os pequenos podem se aventurar fazendo a travessia de obstáculos. O trajeto é feito em estruturas montadas no topo de árvores. Os menores de 1,20 metros também aproveitam em estruturas mais baixas e na parede de escalada.
O Parque Nacional do Iguaçu fica na Rodovia BR 469 – KM 18, em Foz do Iguaçu, e atende de segunda a domingo, das 9h às 17h.
Fonte: ambientebrasil

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

BIOPOTE


O Biopote é um recipiente biodegradável, fertilizado, para produção de mudas agrícolas. Sua durabilidade em serviço e a permeabilidade às raízes são excelentes. Sendo um recipiente de papel, não necessita ser retirado por ocasião do plantio. Além dessas vantagens, o Biopote permite uma produção de mudas totalmente mecanizadas, desde o enchimento dos recipientes até a semeadura, obtendo-se rendimentos de até 400.000 recipientes semeados, por 8 horas de trabalho. Este processo pode ser utilizado num esquema de produção centralizada de mudas num distrito florestal e posterior distribuição das mesmas.

Fonte: Recicla S/A

ONG busca conscientizar brasileiros sobre a importância da biodiversidade para a vida

Uma pergunta feita pela organização não governamental (ONG) WWF Brasil à população, sem a identificação da autoria, constatou que a maioria dos brasileiros não se lembra da importância do meio ambiente para a preservação da vida quando a indagação é feita aleatoriamente. A pergunta “O que você precisa para viver?” gerou, majoritariamente, respostas como amor, família, amigos, sol e saúde.

A iniciativa faz parte da campanha cujo lema é “Cuidar da Natureza é Cuidar da Vida”, lançada nesta semana pela ONG. Para o coordenador do Programa para a Água Doce da WWF Brasil, Samuel Barreto, as respostas revelam a importância de conscientizar a população sobre o papel do meio ambiente na preservação da vida. “A ausência da natureza nesse tipo de preocupação mostra a necessidade de colocar esse debate junto com a opinião pública e criar esse mecanismo de sensibilização”.

Ele destacou que o engajamento do cidadão tem uma relação direta com a questão do consumo. “Porque os nossos hábitos de vida trazem impactos sobre o meio ambiente. É aquilo que a gente chama de nossa pegada ecológica. Isso também chama para uma reflexão sobre o nosso modo de vida, sobre a questão de conscientização, sobre a parte de consumo responsável, alertando para as consequências que o descuido com a natureza pode provocar”.

Entre elas, Barreto citou a redução da biodiversidade e de serviços ecológicos, como clima e água. Na campanha, a WWF Brasil está propondo ao governo a criação de unidades de conservação em todos os biomas, “como uma forma efetiva de você garantir a manutenção dessa diversidade biológica”.

Os principais focos da ONG são a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco, em Jauaperi (Amazonas); o Parque Nacional dos Lavrados (Roraima); o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (Goiás); o Parque Nacional Boqueirão da Onça (Bahia) e outras unidades no Cerrado do Amapá, no Tabuleiro do Embaubal (Pará), no Croa (Acre), no extremo sudoeste do Pantanal e em Bertioga, São Paulo.

Segundo Barreto, a proposta será levada ao futuro governante do país. “É uma campanha de mobilização e também de contribuição para o próprio governo, uma vez que ele se comprometeu na Convenção da Biodiversidade [das Nações Unidas] a garantir a proteção de um percentual de biomas do Brasil”.

A sugestão feita pela WWF Brasil é para que as metas assumidas pelo Brasil sejam cumpridas ainda este ano. “Então, é para o atual governo, mas pode continuar para os demais”. De acordo com o coordenador, o objetivo é apoiar a lista prioritária de unidades de conservação do governo. “Tem sinergia e alinhamento. Tem desde criação de áreas à ampliação como, por exemplo, a do extremo sudoeste do Pantanal e a do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros”.

A entidade propõe ainda que políticas públicas busquem o uso sustentável dos recursos e prevejam atividades turísticas realizadas de forma coordenada, em unidades de conservação, que podem resultar na geração de emprego e movimentar a economia local.

A campanha, que terá desdobramentos envolvendo, por exemplo, a questão da segurança alimentar, foi considerada bem-vinda pelo diretor de Florestas da Secretaria da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João de Deus Medeiros. Ele disse nesta quinta-feira (7) que o movimento “dá uma sinalização clara de setores da sociedade que entendem a importância desses investimento”.

(Fonte: Alana Gandra/ Agência Brasil)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O meio ambiente ruge

Eleição mostra que deputados identificados com o desmatamento perderam votos. É sinal de que o eleitor quer ver o meio ambiente debatido no segundo turno.

Tom Jobim já dizia que o Brasil não é para principiantes. Enquanto os analistas se dedicam a explicar o resultado e a especular sobre o rumo que Marina Silva irá tomar diante da disputa entre Serra e Dilma no segundo turno, o Greenpeace acredita que é mais do que hora da questão ambiental – justamente a que catapultou a senadora no cenário político brasileiro – encontrar seu lugar entre os temas prioritários da agenda nacional, acabando com a síndrome de que político que fala em meio ambiente perde votos. Marina teve 20 milhões de votos.

Dilma e Serra não podem mais fugir do tema. Para além do que fazer em saúde, educação, segurança e emprego, que são alvo das promessas dos candidatos, o Greenpeace defende que há assuntos dentro da pauta ambiental que precisam ser priorizados no plano de governo de um futuro presidente da República.

O primeiro deles é a compatibilização entre a expansão da agricultura e a garantia da preservação das nossas florestas. Num país com mais de uma centena de milhões de hectares abandonados e outros tantos desmatados, dizer que é preciso desmatar mais para continuar plantando é repetir o velho mantra de que a destruição da natureza é o passaporte para o desenvolvimento.

Assim, a tentativa de acabar com o Código Florestal no Congresso Nacional, que conta com o apoio de setores dos mais diferentes partidos, incluindo o PT e o PSDB, é o primeiro tema que exige da sociedade uma atenção imediata. Qualquer dos dois candidatos que não deixar clara a importância do código para a proteção de nossas florestas vai se comprometer não com o futuro, mas com um Brasil atrasado.

Outro assunto fundamental é o que fazer para que o Brasil assegure o crescimento da sua economia sem sujar a nossa matriz de geração elétrica, baseada principalmente em fontes limpas e renováveis. Não bastasse o fato de estarmos aumentando a geração de energia a partir de fontes sujas, embarcamos na aventura do pré-sal sem medir os impactos ambientais e econômicos dessa opção.

Ela vai dobrar as nossas emissões dos gases de efeito estufa e certamente atrasará o esforço que o país precisa fazer para não perder a corrida tecnológica pela busca do combustível limpo e renovável que vai fazer o mundo se mover no século 21.

O candidato presidencial que decidir ignorar as questões ambientais daqui para a frente corre sério risco de entrar em choque com o eleitor. Se algum deles duvidar disso, basta estudar o que aconteceu na eleição para Câmara dos Deputados. Em todo o país, deputados identificados com a causa ruralista e que combateram o Código Florestal nos últimos meses, defendendo a anistia para desmatadores, viram emagrecer seu cabedal eleitoral ou simplesmente não foram eleitos, caso de Valdir Colatto (PMDB-SC).

Aldo Rebelo (PCdoB-SP), líder da ofensiva contra o Código Florestal, angariou o dobro de fundos mas perdeu 47 mil votos em relação a eleição de 2006. Abelardo Lupion (PMDB-PR), outro ruralista empedernido, foi eleito. Mas não por seus próprios méritos. Teve que se valer da força eleitoral de sua legenda. Com os deputados identificados com a defesa de nossas florestas aconteceu exatamente o contrário. Rebeca Garcia (PP-AM) teve 64 mil votos a mais do que na eleição passada. Ivan Valente (PSOL-SP), de 83 mil votos em 2006, saltou para 189 mil em 2010. O eleitor deu um recado. Ficar a favor do crime ambiental, definitivamente, não compensa.
Fonte: Envolverde

Brasil será protagonista nas negociações da Convenção da Biodiversidade

Mais de 100 países, incluindo as principais potências econômicas e o Brasil, vão se reunir a partir do dia 18, em Nagoya, no Japão, para tentar encontrar alternativas a fim de evitar mais colapsos ambientais.

O ano de 2010 ficará marcado internacionalmente não apenas pela realização da Copa do Mundo. Outro tema - a biodiversidade - vai interferir de forma direta e implacável no cotidiano das pessoas, em escala muito maior e talvez sem a mesma visibilidade na mídia. O assunto também vai atrair a atenção de muitos países durante a Conferência da ONU sobre Diversidade Biológica (COP-10), a ser realizada de 18 a 29 deste mês em Nagoya (Japão).

Apesar de ainda não ter o mesmo apelo do futebol nas discussões do dia-a-dia, neste Ano Internacional da Biodiversidade - estabelecido pela ONU - nações de todo o mundo vão debater a perda da biodiversidade, prejuízo que afeta não só animais e plantas (como muitos preferem simplificar a questão), mas interfere de maneira crucial na manutenção da vida do homem e no equilíbrio de todo o planeta.

Para se ter uma ideia do tamanho do prejuízo, as perdas econômicas decorrentes do processo de redução de espécies alcançam uma cifra anual entre U$2 e US$ 4,5 trilhões, segundo pesquisadores do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

O encontro no Japão vai reunir as nações megadiversas (grupo dos 17 países que abrigam a maioria das espécies da Terra e juntos detêm cerca de 70% de toda a biodiversidade do planeta, entre eles o Brasil), as principais potências econômicas mundiais e outros 100 países aproximadamente. O objetivo é tentar encontrar soluções que possam surtir efeito rápido ou pelo menos de médio prazo, a fim de evitar novos colapsos ambientais ao redor do planeta.

Durante a COP-10, o Brasil pretende assumir o protagonismo nas negociações, com o objetivo de reafirmar o pacto entre os países signatários da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) para o cumprimento das metas estabelecidas em Johannesburgo (África do Sul), em 2002.
Vai ainda defender a bandeira da repartição de benefícios oriundos do patrimônio genético da biodiversidade, principal ponto pretendido pelos megadiversos na convenção. Muitas reuniões preparatórias têm sido realizadas pelas 17 nações megadiversas com a finalidade de se estabelecer uma proposta comum que, uma vez concluída, deve ser apresentada na COP-10.

A questão da compensação financeira resultante do conhecimento obtido a partir da biodiversidade, no entanto, é motivo de controvérsia. Ganhou manchete dos jornais o caso do cupuaçu, por exemplo, que teve um pedido de patente registrado no exterior por uma empresa japonesa, apesar de ser uma planta típica da Amazônia.

Por meio da contestação de entidades ambientalistas nos escritórios de patentes internacionais, foi impedida a aprovação do registro, pois as aplicações do produto já eram, há muito tempo, de domínio dos índios e das comunidades tradicionais amazônicas, e não envolviam nenhum tipo de inovação que justificasse o direito de sua exploração pela companhia japonesa.

Diversidade global em declínio - De acordo com o terceiro relatório do Panorama da Biodiversidade Global (GBO3, em inglês), divulgado no começo de maio pelas Nações Unidas (cuja versão em português foi lançada em maio pelo MMA), nenhum país cumpriu integralmente as metas de redução da perda da biodiversidade em seus territórios entre 2002 e 2010.

O documento é um relatório oficial da Convenção sobre Diversidade Biológica, estabelecida em 1992, e vai pautar as discussões entre os chefes de Estado participantes da Cúpula da Biodiversidade no Japão. O ponto mais preocupante deste estudo revela que a perda da biodiversidade global está alcançando um patamar quase irreversível.

Entre 1970 e 2006, por exemplo, o número de indivíduos de espécies de vertebrados teve um declínio de 30% em todo o mundo, e a tendência, segundo o GBO3, é de que a redução continue, especialmente entre animais marinhos e nas regiões tropicais. O relatório indica ainda que 40% das espécies de aves e 42% dos anfíbios apresentam população em queda.

Para reverter o quadro de sérios prejuízos ambientais e econômicos, seriam necessários investimentos em todo o planeta de aproximadamente U$45 bilhões por ano.
O relatório indica os cinco principais fatores de pressão sobre a biodiversidade: perda e degradação de hábitats (convertidos em plantações, pastagens, áreas urbanas), mudanças climáticas, poluição, sobreexploração dos recursos naturais e a presença de espécies exóticas invasoras. As intervenções humanas em lagos de água doce também foram apontadas como outro fator importante, pois devido ao acúmulo de nutrientes, inúmeras espécies de peixes foram levadas à morte em larga escala.

A acidificação e poluição dos oceanos vitimam ainda os recifes de corais, o que descaracteriza o ecossistema marinho. Nas grandes regiões do mundo, os hábitats naturais continuam a declinar em extensão e integridade, especialmente os bancos de algas marinhas, as zonas úmidas de água doce, as localidades de água congelada e os recifes de corais e de mariscos.

Segundo dados da World Conservation Union (União Mundial de Conservação), a ação do homem provoca 0,2% da perda média de espécies todos os anos, que ocorre ainda por queimadas e desmatamento impulsionados pelo mercado imobiliário e/ou monoculturas de larga escala, caça e tráfico de animais.

Extrativismo sem manejo adequado e mineração, dentre outros fatores de intervenção antrópica, também são causas crescentes do processo de extinção, por acompanharem as necessidades de uma população humana que, segundo estatísticas da ONU, é de 6,5 mil milhões, com perspectivas de aumento para 7 mil milhões até o ano de 2012.
De acordo com o secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica, Ahmed Doghlaf, a perda da biodiversidade ocorre em uma velocidade sem precedentes. "As taxas de extinção podem estar mil vezes acima das médias históricas", alerta.

Apesar de o GBO3 ressaltar o aumento considerável das áreas de proteção ambiental (82% estão em áreas marinhas e 44% em regiões terrestres) e o progresso significativo da preservação de florestas tropicais e manguezais, dados do documento revelam que estas medidas não foram suficientes para alcançar a meta estabelecida.

Ações brasileiras - Há ainda outros pontos do documento do Pnuma considerados críticos. A Amazônia é citada como área sujeita a danos irreparáveis, em parte motivados pelo desmatamento e queimadas, e ainda pelas mudanças na dinâmica regional das chuvas e extinção de espécies.
O Brasil é citado como exemplo no que diz respeito à criação de áreas protegidas (unidades de conservação). Dos 700 mil quilômetros quadrados transformados em áreas de proteção em todo o mundo, desde 2003, quase três quartos estão em solo brasileiro, resultado atribuído em grande parte ao Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

Segundo o diretor do Departamento de Áreas Protegidas do MMA, Fábio França, para 2010, já está em fase final de negociação com governos estaduais e outros ministérios, a criação de novas áreas protegidas: 54.280 hectares no Cerrado; 405.900 hectares na Mata Atlântica; 600.000 hectares na Amazônia; 1.230.000 hectares na Caatinga e 101.200 hectares na Zona Costeira e Marinha.
Outra estratégia fundamental adotada pelo Brasil para combater o desmatamento e a extinção de espécies decorrente desta prática é o monitoramento por satélite de todos os biomas brasileiros, procedimento que, até 2008, era realizado apenas na Amazônia e em parte da Mata Atlântica.

Com a identificação e controle das principais causas do desmatamento na região amazônica em 2009, a devastação da floresta teve o menor índice (43% mais baixo) dos últimos 20 anos.

Os primeiros resultados sobre o Cerrado e Caatinga, levantados entre 2002 e 2008, já foram lançados, mostrando que quase metade da cobertura vegetal original destes biomas já foi destruída. Em 2010, também foram divulgados os dados referentes à cobertura vegetal do Pantanal e do Pampa, referentes ao mesmo período. E, em novembro, há previsão de que sejam divulgados os dados sobre a Mata Atlântica.

O monitoramento é uma iniciativa fundamental, pois permite estabelecer planos de ação de fiscalização, controle e combate ao desmatamento, bem como levar alternativas sustentáveis às regiões onde o desmate ainda é muito praticado.

Exóticas e invasoras - Também foi lançada, em 2009, a Estratégia Nacional sobre Espécies Exóticas Invasoras. O programa orienta as diferentes esferas do Governo a fim de mitigar e prevenir os impactos negativos destas espécies sobre a população humana, os setores produtivos, o meio ambiente e a biodiversidade.

Os eixos deste plano são a prevenção da introdução de novos indivíduos, bem como a mitigação da presença dos mesmos em biomas e bacias hidrográficas do Brasil. Atualmente, as invasões biológicas causadas por espécies exóticas invasoras são consideradas a segunda maior causa de perda da biodiversidade biológica do planeta, perdendo apenas para a destruição de hábitats.

No Brasil, os custos decorrentes dos impactos causados por estas espécies atingem cerca de U$50 bilhões ao ano. Entre elas, podemos citar o mosquito da dengue, o mexilhão dourado, o caracol gigante africano, a uva-do-japão, o capim-annoni e o amarelinho.

Também tem sido feita a atualização de listas de espécies brasileiras ameaçadas de extinção (fauna e flora), que servem como alerta e instrumento de monitoramento da política de conservação destas espécies. "O número de espécies em extinção está aumentando, o que é um sinalizador preocupante, pois demonstra que o objetivo de reduzir a taxa de extinção não tem sido alcançado", avalia João de Deus Medeiros, diretor do Departamento de Florestas do MMA.

Fundamentais para a conservação e recuperação de espécies ameaçadas de extinção (um dos principais compromissos dos países durante a CDB), estes levantamentos funcionam como instrumentos de implementação da Política Nacional da Biodiversidade, que inclui as Listas Nacionais Oficiais de Espécies Ameaçadas de Extinção; os Livros Vermelhos das Espécies Brasileiras Ameaçadas de Extinção e os Planos de Ação Nacionais para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção.

Evolução da vida - A biodiversidade é a totalidade das espécies de seres vivos de uma determinada região ou tempo, e abrange animais, vegetais, fungos e microorganismos, sendo responsável pela evolução e conservação da vida em todos os lugares. Sua manutenção depende do equilíbrio e estabilidade de ecossistemas, e seu uso e aproveitamento pela humanidade deve, necessariamente, ser feito de maneira sustentável de forma a preservá-los.

Desde que o homem começou a interferir na natureza, a biodiversidade tornou-se a base das atividades agrícolas, pecuárias, pesqueiras e florestais e, mais recentemente, da indústria de biotecnologia. Trata-se ainda da fonte prima para remédios, cosméticos, roupas e alimentos, entre outros produtos, e é essencial para a criação de grãos mais produtivos e resistentes a pragas e a outras doenças.
A espécie humana é apenas uma entre 1,75 milhão de espécies de vida conhecidas. O Pnuma estima que existam pelo menos 14 milhões de espécies vivas ao redor do planeta. Alguns especialistas calculam que esse número possa chegar a 50 milhões, ou ainda mais.

Extinção de espécies - A Convenção sobre Diversidade Biológica foi estabelecida em 1992, durante a ECO-92, no Rio de Janeiro, mas a meta de redução da perda da biodiversidade só foi fixada na Cúpula da Terra de Johannesburgo, em 2002.Durante o evento, os governos participantes se comprometeram a estabelecer medidas para combater a extinção de espécies.

Dentre os pontos acordados constam a redução da degradação de hábitats, o controle de espécies exóticas invasoras (que ocasionam prejuízos de aproximadamente R$ 2,5 trilhões nas economias de todo o planeta) e transferência de tecnologia para países em desenvolvimento. Das 21 metas estabelecidas pela ONU em 2002, nenhuma está próxima de ser cumprida.

A Convenção sobre Diversidade Biológica foi assinada por 156 nações - atualmente foi ratificada por 192 - e estabeleceu que os países têm direito soberano sobre a variedade de vida contida em seu território, bem como o dever de conservá-la e de garantir que seu uso seja feito de forma sustentável, isto é, assegurando sua preservação.

Um dos temas mais defendidos pela CDB é a necessidade de repartição justa e equitativa dos benefícios derivados do uso dos recursos genéticos. Eles seriam divididos entre todos os países e populações cujo conhecimento foi chave para sua utilização, como, por exemplo, comunidades acostumadas a usar plantas típicas de sua região desde tempos remotos, como os índios e outras populações tradicionais.

Fonte: Envolverde

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ibama embarga construção de hidrelétrica na Bah

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) embargou a construção de uma central hidrelétrica no rio das Fêmeas, em São Desidério (869 km de Salvador) e multou o Grupo Neoenergia, responsável pela obra, em R$ 6 milhões, sob a acusação de crime ambiental. Segundo fiscais do Ibama, a empresa encheu a barragem na última semana sem observar a indicação do Instituto de Meio Ambiente da Bahia (IMA). A licença de implantação (vencida há dois meses) recomendou que a operação acontecesse em dezembro, no período das chuvas, quando os rios estão com carga máxima.
Os fiscais descobriram o crime ambiental ao pesquisar o rebaixamento de 60 cm no nível da água do rio Grande, que atravessa a cidade de Barreiras. Ao chegar à usina, denominada Pequena Central Hidrelétrica Sítio Grande, confirmaram o barramento de 80% das águas do rio das Fêmeas, afluente do rio. A situação foi normalizada com o esvaziamento do reservatório depois de 48 horas.
A gestora ambiental do Instituto Bioeste, que desenvolve trabalhos com comunidades ribeirinhas, Luciana Moraes, disse que recebe telefonemas dos moradores da região desde que a água começou a baixar. De acordo com ela, eles estão assustados “porque pensam que é o fim do mundo, muitos falam comigo chorando”.
Um dos segmentos afetados foi o projeto de Irrigação Barreiras Norte, pois devido ao rebaixamento do nível do rio, as bombas não conseguiram puxar água do rio Grande. Conforme o coordenador do projeto por parte dos produtores, Clóvis Hoffmann, os dois dias sem irrigação afetaram a produção de frutas, mas ainda não é possível saber o tamanho do prejuízo.
O município de Barreiras, através do procurador jurídico, Jaires Porto, acionou o Ministério Público Estadual (MPE) e Federal (MPF) “para apurar as responsabilidades, já que o fato teve repercussão em nosso município”, disse ele.
O presidente da subseção Barreiras da Ordem dos Advogados do Brasil, Cássio Machado, afirmou que a autarquia, “em função do crime ambiental, com repercussão social, também está ajuizando uma ação civil pública coletiva para que os responsáveis sejam punidos e os prejuízos, ressarcidos”.
Fonte: Portal Terra

Até Parece Que Tudo Volta ao Normal Será?

Ocorreu no dia 03 de outubro o grande acontecimento cívico da nação,quando milhões de eleitores fizeram a festa da escolha dos deputados estaduais.Federais,Senadores,Governadores,e classificaram finalistas para o povo dicidir quem vai sentar na cubiçada cadeira de presidente da nação.Pode ser uma mulher,ou pode continuar como sempre; um homem. O povo brasileiro mais uma vez,terá a grande responsabilidade de livre vontade no segundo turno dicidir quem será melhor para dirigir com dignidade o destino da nação para todos os seus filhos e filhas. Dando uma passagem pelas ruas da cidade,visualizamos a cidade livre daquela avalanche de papeis jogados em qualquer lugar em consequencia da propaganda eleitoral; a cidade limpa é normal e legal. Só que para aos que perderam nas urnas,antes esperançosos da vitória, não deve está normal. Considerando que uma eleição ou se tem maioria dos votos,ganha. Se tem minoria dos votos perde...Vamos acreditar naqueles que o povo elegeu,não se esqueçam que o povo os elegeram para representa-los plenamente,se no legislativo,ou no executivo. Para os que não conseguiram ainda é tempo de rever conceitos voltado para uma população amadurecida,que está aprendendo a dizer não. Viva o Brasil.

domingo, 3 de outubro de 2010

A Grande Festa da Democracia e Agora?

O povo Brasileiro deu a sua parcela de maturidade democrática,participando comparecendo em massa para livremente eleger deputados estaduais,Federais,Senadores,Governadores e escolhendo a candidata Dilma e José Serra para decidir quem vai comandar o nosso pais nos proximos quatro anos ,a partir de 2011 até 2014,parabenizamos os nossos conterraneos eleitores, que escolheram os nossos representantes para assembléia legislativa,camara Federal e para o Senado. Parabenizamos aos eleitos nesse 03 de outubro e a eles depositamos todas nossas esperanças e confiança, que todos eleitos, tenham vontade de cumprir com os deveres de representar com dignidade a confiança que a cada um foi depositada. Que as reformas reclamadas pelo o povo seja empenhadas pelos nossos representantes eleitos. Viva a democracia. Viva o povo de nossa terra. Viva o Brasil. O segundo turno vem aí;mais uma vez com certeza o povo brasileiro escolherá com sabedoria quem será melhor para comandar o nosso amado Brasil com a eleição no segundo turno.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Primeira Iniciativa Superou Expectativa

Superou a expectativa,por conta da iniciativa promovida pelo 1.Batalhão da PM,quando neste 1 de outubro todos militares se deslocaram para o batalhão, sem o uso dos automoveis numa iniciativa de um dia sem poluição. Os que moram em bairros foram de bicicletas,transportes público,carona transporte solidário,quem moram mais perto do batalhão foram andando.participou do evento a SEMMAM,SOS Paraguaçu,Associação Ecológica Burití Movimento Àgua é Vida,EMBASA,INGA,Nestlê,e outras.  caravana saiu do espaço Cultural Marcus Moráes,fez parada na pasarela da cidade nova,seguindo para o batalhão, lá foi servido um farto café da manhã,em seguida o comandante fez abertura desejando o empenho e dedicação da tropa, e a cada componente o exercicio de cidadania na conciéncia ambiental e ecológica. Houve o cículo de palestrantes e sorteio de premios para os presentes com maçiça presença de familiares dos PMs. Foi muito importante para o Meio Ambiente de Feira de Santana o empenho e a participação efetiva do primeiro BPM.parabens o Cel Martins e todos seus comandados,especialmente o ambientalista convicto PM Marcio. Com certeza vamos contar com o 1. BPM sempre.