domingo, 30 de agosto de 2009

TRILHA ECOLÓGICA PARTICIPATIVA

Ocorreu neste sábado,29-08,partindo da Fazenda Mergulho,no distrito de Ipuaçú. Participou da
trilha;colégios,departamento de educação ambiental da secretaria municipal de meio ambiente,
entidades ambientalistas;Movimento Água é Vida;SOS Paraguaçú;Fundação Ecológica Burití e
Associação Protetora dos Animais(APA)fazendeiros locais,associação dos pescadores,que está
promovendo a festa dos pescadores da região.O percurso foi intenso,passamos pelo Riacho do
Bueiro,por conta do desmatamento se encontra totalmente seco,alguma mata nativa encontra-se
preservada,mais nas margens do rio jacuipe represado pelo lago pedra do cavalo;não existe em
toda sua extensão matas ,não sendo respeitado os limites legais de distancia do rio.Até quando
nós vamos assistir estes cáus ecológicos? o rio jacuipe é uma poluição generalizada,apresar da
exuberância e a beleza ,as suas águas está comprometida reflexo dos esgotos urbano de toda
região oeste e da parte central da cidade de Feira de Santana;canais esgotos a céu aberto riachos
todos contribuindo para a degradação do rio jacuipe,afetando o rio paraguaçú,que nos abastece
da água que bebemos.Ouvimos depoimentos de moradores,pescadores locais que sobrevivem
da pesca prejudicada com a poluição do rio,piorando a qualidade de vida da população.

sábado, 29 de agosto de 2009

Articulação defende um Projeto Popular de Revitalização do São Francisco

Nesta sexta-feira 28 de agosto de 2009, mais de 100 delegados representando 43 organizações e movimentos sociais de toda a Bacia do São Francisco encerraram, no dia 23 de agosto, a participação no II Encontro Popular do Rio São Francisco, mantendo como prioridade de ações para os próximos dois anos da Articulação Popular pela Revitalização do São Francisco, a defesa de um projeto Popular de Revitalização do “Velho Chico”. A proposta surgiu em meio às constatações de que os grandes empreendimentos econômicos que degradam o rio têm avançado e que o programa de revitalização proposto pelo governo pouco fez para a real recuperação do São Francisco.
Na “Carta de Carnaíba”, documento final do evento, a Articulação denuncia o avanço de atividades degradantes em toda a Bacia, muitas delas incentivadas pelo PAC (Projeto de Aceleração do Crescimento). O cenário aponta como condição necessária para a revitalização, a prevenção de novos danos à bacia. Por essa razão, também está sendo priorizado o enfrentamento aos grandes projetos de mineração, agrohidronegócio, barragens (energia) e o fortalecimento da luta contra a Transposição.
No Projeto Popular de Revitalização proposto pela Articulação Popular do São Francisco, uma das alternativas apontadas para reverter esse estado atual de degradação é a garantia e o incentivo a demarcação, titulação e desintrusão das terras e territórios das comunidades tradicionais. Como as populações indígenas; os quilombolas, os pescadores e as comunidades de Fundos e feichos de pastos, que preservam um modo de vida de pouco impacto ao ambiente natural da bacia e com os quais ainda pode-se aprender muito quanto à preservação dos rios.
“Um projeto construído a partir das populações que vivem ao longo do rio, envolvendo os grupos e as comunidades, será em prol da vida. Ao contrário dos projetos do governo que estão contaminados por interesses econômicos”, analisa Maria Tereza Corujo, do Movimento pelas Serras e Águas de Minas, uma das participantes da Articulação.
Denúncias recentes feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) confirmam a sua fala. O TCU determinou que o Ministério da Integração Nacional suspendesse a contratação de empresas para execução e acompanhamento de programas ambientais relacionados à transposição do Rio São Francisco, devido aos indícios de sobrepreço nos valores orçados relativos à mão de obra, passagens e aluguel de veículos, manutenção e combustível. O TCU encontrou sobrepreço de 64,03% no aluguel de veículo leve e de até 90,74% no valor das passagens aéreas.
Além das denúncias do TCU, o programa de Revitalização do governo também é alvo de críticas do presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF), Thomaz Matta Machado. Na sua opinião, não existe um programa, mas apenas ações isoladas de esgotamento sanitário. “Existe muito dinheiro orçado para a Revitalização, mas sem a implementação real desses gastos”. Machado aponta também uma outra contradição no projeto proposto pelo governo. “A revitalização tem que trabalhar a questão da diminuição da vazão e não apenas a questão da qualidade da água. Na prática, as ações em execução priorizam o saneamento ambiental. A quantidade de água na bacia e no Rio São Francisco não está sendo considerada”.
A preocupação de Thomaz Machado é pertinente. Em estudo publicado pela Journal of Climate, da Sociedade Metereológica Americana, o fluxo de água do rio São Francisco caiu 35% no último meio século. “O programa de revitalização tem que vir da sociedade”, defende.
Idéia compartilhada pelos participantes do encontro na Carta de Carnaíba: “O cerne da nossa luta é o Projeto Popular para o São Francisco – Terra e Água, Rio e Povo”
fonte: CPT

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

BRASIL CONTINUA DESTRUINDO FLORESTAS

O Brasil é o 4* maior poluidor do clima no mundo.atrás apenas dos EUA(1*)da china (2*) e da
Rússia(3*) As queimadas são a principal causa da poluição atmosférica nas cidades brasileiras.
O mundo ficará 3*mais quente até 2100.101 mil focos de queimadas foram detectados em
2007,na Amazónia.A temperatura média no Brasil,pode aumentar ainda neste século de 25*c 16.928 espécies estão ameaçados de extinção no mundo:Desse total;um terço são anfíbios,um em cada oito pássaros e quase um quarto de todos os mamíferos.O Brasil é o pais com maior número de espécies de pássaros ameaçados de extinção.O desmatamento configura problema ambiental grave em 45% das cidades brasileiras.As queimadas são a principal causa da poluição atmosférica nas cidades brasileira.A cada 18 segundos,1 hectare da floresta amazónica é convertido em pasto.A pecuária é responsável por 80% de todo o desmatamento da Amazónia. No pais,o processo de desertificação abrange 82% dos estados do nordeste.(fontes revista Galileu) .
Neste dia 29-08 estaremos em mais uma missão de carater Educacional ecológica juntos aos
Guardiões do meio Ambiente;vamos fazer uma caminhada as margem do Rio Jacuipe tentando
despoluir por onde passarmos. Na próxima edição reportaremos a caminhada ecológica.

Mobilização mundial cobra ações para combater as causas das mudanças climáticas

Inicia amanhã, 29, a campanha “Tictactictac”, uma mobilização mundial para combater as causas das mudanças climáticas e amenizar seus efeitos. O nome faz alusão ao barulho de um relógio, lembrando a pressão do tempo sobre a reversão dos fatores que causam as mudanças climáticas.O movimento surgiu de várias ONGs como Greenpeace, WWF, Oxfam, Vitae Civilis, sindicatos, grupos religiosos e da sociedade civil. Juntos, eles vão trabalhar para concretização de propostas a serem apresentadas na COP-15, que acontece em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.Uma das ações da campanha é um convite à população a participar de um abaixo assinado, que pode ser acessado no endereço: www.tictactictac.org.br. O movimento espera que a mobilização sensibilize os representantes das nações que estarão reunidos na Dinamarca de 7 a 18 de dezembro, para que tomem decisões acertadas.A informação é outra sugestão da campanha que orienta os interessados a conhecer mais sobre o tema.Segundo a organização do evento, várias atividades estão programadas para este sábado nas capitais do Brasil, como inauguração de relógio para contagem, barulhaço no local do evento com apitos, cornetas, buzinas, relógios, panelas, etc, distribuição de material da campanha, teatro de bonecos, exibição de filmes, pintura de painéis sobre o clima e oficinas temáticas, caminhada ecológica, além de outras atividades.
Fonte: Ambientebrasil

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Associação cobra definição de atribuições na área ambiental

Descentralização das políticas ambientais foi defendida na quarta-feira (26) pelo presidente da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), Clarismino Pereira Jr. Esse será um dos temas em debate durante o 19º Encontro Nacional da Anamma, de 31 de agosto a 2 de setembro, no Rio de Janeiro.Desde a promulgação da Constituição de 1988, o Artigo 23, que estabelece o compartilhamento das competências entre os entes federados na questão ambiental, continua sem regulamentação, lembra Pereira. Um projeto de lei complementar tramita na Câmara Federal com o objetivo de regulamentar o artigo, mas ainda não houve avanços.A falta de regulamentação provoca constantes contestações do Ministério Público, entre outras instituições, sobre a competência dos órgãos públicos em relação a temas relevantes, como o processo de licenciamento ambiental, disse o presidente da Anamma.Pereira afirmou à Agência Brasil que a Resolução 237/1997 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) “não é a norma mais adequada para regulamentar esse compartilhamento de competências”. De acordo com ele, as posições sobre o artigo são conflitantes dentro do próprio governo, envolvendo os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura.Ele defendeu que os espaços tripartites devem ser privilegiados. A visão da Anamma não é de fazer uma “gincana de competição” com os estados e a União na questão ambiental, esclareceu. “Queremos é desonerar os estados e a União para que tenham condições de fazer políticas gerais mais importantes."O presidente da Anamma disse que as prefeituras e os municípios devem ter órgãos ambientais competentes, com um quadro técnico capacitado e com recursos para compra de equipamentos. Outro desafio é a realização de concursos para efetivação de técnicos.Outra preocupação da Anamma, destacou Pereira, refere-se às questões do ambiente urbano. “Não podemos esquecer que 84% da população brasileira vivem em cidades”. Problemas como poluição atmosférica, visual e sonora e apropriação de áreas sensíveis exigem combate mais eficaz pelos municípios, salientou. Por isso, defendeu, é necessário que os estados e a União sejam desonerados e concentrem esforços em grandes problemas.
Fonte: Ambientebrasil

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Proteção Dos Rios Urbanos

Um dos maiores desafios da sociedade civil,das Organizações Ambientalistas é,cuidar preservar
as bacias nascentes córregos lagoas e Rios urbanos. O que fazer? Denunciar,quando se percebe
essas dregadações,através o Ministério público Ambiental do seu municipio,o cumprimento das
Leis Ambientais;para evitar que rios córregos nascentes lagoas,sejam cobertos poluidos pelo o

lixo,cobertos,tampados e aterrados; apenas por interesses comerciais e imobiliários em prejuizo

da vida saudavel. O Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÀ),promoveu nesse dia 25-08
o Seminário,ocorrido no seu auditório em Salvador,com grande presença de público,ocupando
todos espaços do auditório principal e do anexo. O Dr. Julio Rocha diretor geral do (INGÀ) fez
bertura do evento,resaltando a grande preocupação do governo do estado da Bahia nas questões
das águas. Em seguida o professor Lafaiete da Luz da UFBA;destacou,as nascentes naturais
bacias urbanas e rurais.A D.ra Mirian mousinho,representante do governo de Minas Gerais
mostrou a realidade na capital de BH,que tem na sua zona urbana o rio das Velas,as agressões
degragações e poluições,que estão em execurção projetos,participativos de recuperação e de
preservação. Dr. Julio Tadeu,falou representando o Ministério do Meio Ambiente. O represen-
tante do governo do Paraná,falou das ações de preservação do ambiente urbano e o rio Iguaçú
a capital tem 96% de cobertura de esgoto sanitário;sendo 56% tratado. Professor Morais da
UFBA,fez um RX hidrográfico da cidade de Salvador,apontando a gravidade,que ele chamou
de sepultamento dos rios existentes. A promotora de Meio Ambiente,D.ra Cristina,chamou
atenção,da sociedade civil para não fugir da luta em defesa da natureza;fazendo e exigindo das
autoridades a cumprirem as leis,que existem para ser cumprida.
O Movimento Àgua é Vida, foi representado por Vivaldo França e Tiago. Conosco Carlos
Romero da SOS Paraguaçú e Cosme Castor Cerqueira,da Sala Verde e a companheira Thaise
Pinto.

Empresários esperam que ambiente seja debatido em campanha presidencial

Em dezembro, os olhos do mundo estarão voltados para Copenhague, onde as lideranças mundiais tentarão estabelecer um novo acordo climático. Na tentativa de reverter o caminho do aquecimento global, a redução na emissão de gases-estufa e a criação de formas de incentivo ao empresariado para conversão a uma economia de baixo carbono estarão entre os principais assuntos. Nesta terça (25), essas e outras questões foram debatidas em São Paulo no Fórum Valor Globo News “Brasil e as Mudanças Climáticas”. O G1 acompanhou o debate, que contou com a presença da ex-ministra, senadora e possível candidata a presidente Marina Silva.Para os representantes do setor produtivo, as questões ambientais devem estar presentes na próxima campanha eleitoral. No entanto, destacam que políticas públicas que orientem o setor e atitudes de preservação do meio ambiente demandam mobilização pública. "O tema será desenvolvido na medida em que houver eco na sociedade", disse Wilson Ferreira Jr., diretor presidente da CPFL Energia.Expectativa - Durante o debate, os empresários avaliaram suas expectativas sobre a reunião de Copenhague. "Esperamos que o Brasil adote o conceito de permanência para suas florestas nativas", afirmou Antonio Maciel Neto, diretor presidente da Suzano, empresa do setor de celulose.De acordo com Adalberto Veríssimo, pesquisador do Imazon e membro do Fórum Amazônia Sustentável, antes de tudo o país precisa atualizar seu conhecimento sobre o nível de emissões. "O Brasil precisa fazer um relatório atualizado de suas emissões. Estamos muito atrasados", disse.O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, afirmou que o relatório com dados referentes até 2002 estará pronto antes da reunião de Copenhague. "As grandes fontes de emissão são fáceis de ser identificadas, mas a emissão tem diversas fontes", explicou.Para Veríssimo, a falta de marcos regulatórios na região amazônica acaba por afastar investimentos sustentáveis nos estados da região. "A Amazônia precisa de um choque de economia, da nova economia", afirmou. Resistência interna - A meta brasileira de 70% de redução do desmatamento na região amazônica, segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, é um objetivo ousado que credencia o país a cobrar metas avançadas dos países desenvolvidos. "O Brasil tem tudo para ser protagonista nas questões de redução de emissões e quanto mais protagonismo você tem, mais pode cobrar", disse.No entanto, Minc lembrou que a redução das emissões de carbono enfrentou resistência da sociedade e de setores do próprio governo. "Varios setores do governo resistiam aos planos de redução. Achavam que estávamos numa fase de desenvolvimento que engessava o estabelecimento de metas", disse. "Quando se fala que a sociedade quer 100% de redução de desmatamento não é bem assim. Existem resistências, há pressão de governadores e senadores da Amazônia."Na avaliação de Marina Silva, antecessora de Minc no ministério, "o governo está indo com uma posição bastante genérica (para o encontro de Copenhague) e precisa fazer rapidamente esse debate". Ela acrescentou que deve se filiar ao Partido Verde (PV) neste domingo.
Fonte: Ambientebrasil

Especialistas debatem pagamento para produção de água, em seminário internacional

Cerca de 300 especialistas brasileiros e estrangeiros se reúnem em Brasília, nesta quarta e quinta-feira (26 e 27), para debater o pagamento para produção de água.Participam da abertura, a partir das 10 horas, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc e o diretor-presidente da ANA, José Machado. Segundo a programação do evento, no final da manhã o economista ambiental sênior do Banco Mundial, Gunars Platais, profere palestra sobre como a estratégia de oferecer pagamento para estimular a preservação dos recursos naturais tem sido adotada em vários países.Serão discutidas ações sobre o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e do Programa Produtor de Água, desenvolvido pela agência Nacional de Águas (ANA). O programa tem como função a redução do assoreamento e erosão de mananciais, melhorando a qualidade da água. Será oferecido apoio para execução de projetos de conservação da água e do solo. Quem contribuir com a proteção e recuperação de mananciais poderá receber incentivos financeiros.Ainda durante o encontro será lançada a página eletrônica do programa. Com informações da ANA
Fonte: AmbienteBrasil

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Lula: renda do pré-sal vai para educação, C & T e combate à pobreza

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a informar que o marco regulatório do pré-sal será anunciado na próxima segunda-feira, dia 31 de agosto. Segundo ele, 29% dos blocos do pré-sal já foram leiloados e, dos 71% restantes, a parte que couber ao governo será destinada a um fundo financiador da educação, da ciência e tecnologia e do combate à pobreza. Lula fez as afirmações ao discursar na cerimônia de lançamento da pedra, fundamental da Universidade Federal do Grande ABC, em São Bernardo do Campo. Depois da cerimônia Lula participa de um encontro com líderes sindicais, empresariais e sociais das sete prefeituras do ABC.

Fonte: Agência Brasil

Brasil assumirá metas de controle do efeito estufa, diz Minc

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou que o Brasil vai assumir metas de redução das emissões de C02 durante a reunião da cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague (Dinamarca), em dezembro. “Está definido que haverá (metas).Isso é mais um avanço das discussões que estão tendo nossas equipes técnicas e vamos chegar a um número. O Brasil terá metas, mas naturalmente cobrará recursos, parcerias tecnológicas”, afirmou Minc, depois de palestra na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Urca, zona sul do Rio.As metas ainda serão definidas pelas equipes técnicas do chamado G-3, que inclui os ministérios do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia e Itamaraty. “Primeiro foi uma queda de braço para a gente fazer um plano com metas voluntárias e internas, porque antes não tinha nem isso. Depois criamos o G-3 e estamos avançando mais. O Brasil já aceitou o parâmetro de não mais de 2 graus de elevação (da temperatura) até o final do século e não mais do que 450 ppms (partes por milhão) de CO2 na atmosfera”, disse.Para Minc, o Brasil está “lentamente avançando” não somente na modificação da posição de ter meta, mas também do tema em si. Os países ricos têm pressionado os emergentes a se comprometer com as metas internacionais para reduzir as emissões de gases que causam o efeito estufa.O ministro anunciou ainda que esta semana será apresentado um inventário das emissões de CO2 nos setores de energia, indústria e transportes de 1994 para 2007. Segundo o ministro, houve aumento nessas áreas, mas, por outro lado, este ano será registrado o menor desmatamento dos últimos 20 anos. Os resultados serão usados para embasar as políticas específicas para as áreas. “Antes da reunião de Copenhague teremos um apanhado mais atualizado que vai incluir ainda o setor florestal e agrícola, que são também muito responsáveis pela emissão dos gases causadores do efeito estufa”.Nesta terça-feira (25) Minc e o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, recebem, em São Paulo, documento de empresas de grande porte com seus compromissos em prol da redução de emissões de gases de efeito estufa.
Fonte: Talita Figueiredo/ Estadão Online

Fundo Nacional do Meio Ambiente lança novo modelo de incentivo a projetos

Para 2009, serão contemplados os temas educação ambiental e recuperação de áreas degradadas
O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) lançou no último dia 21 de agosto o novo modelo de Demanda Espontânea para fomento de projetos a serem realizados em todo o País. As propostas devem ser enviadas por correio ou entregues no protocolo do FNMA, de 1º de outubro a 30 de novembro, das 8h às 18h. A partir deste ano, todos os projetos concorrentes também devem ser inseridos obrigatoriamente, no mesmo período, no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv).
Os projetos devem ser elaborados para a execução no prazo de um ano. Em 2009, os temas selecionados para Demanda Espontânea são educação ambiental e recuperação de áreas degradadas. Os projetos devem apresentar um valor mínimo de R$ 200 mil e máximo de R$ 300 mil. O teto orçamentário estabelecido para atendimento dos projetos é de R$ 3 milhões, a ser repassado em 2010 .
Além do Siconv (http://www.convenios.gov.br/), as propostas que serão enviadas pelo correio devem ser elaboradas no FaçaProjetos, um programa de apresentação de projetos que pode ser acessado pelo site do MMA na página do FNMA. Se o projeto for aprovado, a expectativa é de que o proponente possa receber o recurso em parcela única, no ato da liberação do orçamento, já no semestre seguinte.
Os projetos que excederem o teto orçamentário programado para 2010 serão devolvidos. Se o tema da proposta for compatível com as temáticas do ano seguinte, o mesmo projeto poderá ser reapresentado, desde que efetuadas as devidas adequações. Para 2010, serão discutidos os temas da demanda espontânea na primeira reunião do Conselho, que deve acontecer entre março e abril do ano que vem.
As novas regras e orientações para apresentação de projetos serão publicadas na página eletrônica do FNMA www.mma.gov.br/fnma.
Nova gestão
No ano em que completa 20 anos de existência, o Fundo foi reestruturado para operar com um novo modelo de gestão. Após a última reunião do Conselho Deliberativo do FNMA, realizada em 30 de julho, foram estabelecidas novas diretrizes, como a definição anual dos temas para a Demanda Espontânea pelo Conselho Deliberativo do Fundo, a previsão de reserva orçamentária anual para garantir o pagamento dos projetos aprovados e o lançamento de editais para o apoio a projetos de maior valor financeiro e com escala territorial de abrangência regional.
Para a viabilidade da nova estratégia que garantirá maior celeridade no desembolso e qualificação do apoio técnico/financeiro aos parceiros, ficou estabelecido que o conjunto de projetos que integravam o passivo do FNMA desde de 2003 serão devolvidos aos proponentes. Esses projetos poderão ser reenviados, já em 2009, por meio da demanda espontânea desde que atendam as linhas temáticas estabelecidas e tenham sua estrutura orçamentária atualizada.
O FNMA atua por meio de demandas espontânea e induzida. No primeiro caso, os temas escolhidos pelo fundo em um determinado ano são apresentados à sociedade. Os projetos inscritos nesta categoria devem ter um caráter inovador e a possibilidade de serem reproduzidos em outras experiências.
Já na demanda induzida, o tema dos projetos é definido de acordo com as necessidades da política nacional do meio ambiente. O FNMA elabora uma proposta que deve ser aprovada pelo Conselho Deliberativo, e em seguida é lançado um edital ou termo de referência. Neste ano, por exemplo, o tema é direcionado à gestão ambiental local nos municípios do arco do desmatamento. O Fundo já está em fase de negociações com os governos estaduais, municipais e sociedade civil para executar este instrumento, que deve ser conveniado ainda este ano e terá recursos repassados já em 2009.
O FNMA pretende também lançar ainda este ano um instrumento convocatório para promover a gestão de resíduos sólidos nos estados, que deve ser conveniado apenas em 2010.
Para Fabrício Barreto, diretor do FNMA, os temas das demandas apresentadas em 2009 dialogam com o novo modelo a ser implementado. "Não estamos procurando soluções isoladas, queremos apoiar, principalmente, ações estruturantes que subsidiem a implementação de instrumentos de gestão, de forma a priorizar alternativas regionais", afirma Barreto.
Ele explica que os recursos operados por meio da demanda induzida devem ser aplicados numa escala territorial que possibilite potencializar as ações da Política Nacional de Meio Ambiente fomentadas, bem como avaliar de forma qualificada os impactos auferidos ao território. Esse esforço considera a necessidade de evitar a pulverização de recursos pelo país, com vistas à melhoria da efetividade dos resultados esperados. De acordo com Barreto, desta forma será possível valorizar propostas construídas a partir de concertações regionais envolvendo vários atores.
Histórico
O FNMA é um fundo contábil sujeito às regras orçamentárias estabelecidas pelo governo. Considerado um potente instrumento de fomento da política nacional do meio ambiente, foi fundado em 1989 e já beneficiou mais de 1400 projetos, distribuídos em todos os biomas do território nacional, com recursos estimados em cerca de R$ 230 milhões.
O fundo já operou por meio de empréstimos e doações, mas hoje os recursos são provenientes exclusivamente do Tesouro Nacional. Os projetos aprovados foram implementados nas mais diversas áreas: agenda 21, educação ambiental, recuperação de áreas degradadas, recursos pesqueiros, resíduos sólidos, produtos químicos e espécies ameaçadas de extinção, unidades de conservação dentre outras.
fonte: ASCOM

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Ter Deus dentro de si é viver com entusiasmo

Quando a gente reclama muito, se habitua a reclamar cada vez mais,e acaba se transformando
numa pessoa azeda e insuportável. Conviver com pessoas que só vive reclamando... É dose!
Seja Alguém Disposto a Colaborar Com os Outros
Descubra o entusiasmo na sua vida! Seja capaz de transformar as coisas, e fazê-las acontecer.
Não espere as condições ideais, faça o Entusiasmo ocorrer pela crença de que você é capaz de
realizações eficazes e de vencer obstáculos!!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Reunião de Planejamento do MAV

Nesta quinta estaremos nos reunindo na sede do MAV para realizar o Planejamento Financeiro Trianual, estando presente a diretoria e participantes que estão na luta conosco.

SEMINÁRIO: NOVO RUMO A NOSSA ÁGUAS

Na manhã desta quarta-feira (19), o seminário “Novo Rumo às Nossas Águas”, no Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), em Feira de Santana. O evento avaliou os resultados dos investimentos em saneamento básico e em tratamento de esgoto para melhorar a qualidade das águas das bacias dos rios Subaé, Jacuípe e Paraguaçu e a vida da população. O encontro também discutiu os novos rumos da luta pela preservação dos recursos hídricos.
Compareceram ao encontro o presidente da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), Abelardo de Oliveira; o representante da Companhia de Engenharia Ambiental da Bahia (Cerb), Alfredo Pinto; o representante da Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema), Ari da Mata; e o diretor do Instituto de Gestão de Águas e Clima (Ingá), Julio Rocha.

Zé Neto abriu o evento falando sobre a importância de incentivar a reflexões sobre a importância da preservação dos recursos hídricos. “Foi através de seminários como esse que se tornou possível trazer o PAC para a Bahia com investimentos de R$ 97 milhões dos governos federal e estadual.
Abelardo garantiu que as obras de esgotamento sanitário na Bahia serão concluídas até setembro de 2010.
Julio Rocha: “Temos um processo de regulação das águas através de medidores de vazão que permitem controlar a utilização da água por indústrias ou agricultores e evitar a escassez hídrica”, garantiu.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

1ª Conferência Municipal de Saúde Ambiental

Sob o decreto de nº 7.801, de 17 de agosto de 2009, fica convocada a 1ª Conferência Muncipal de Saúde Ambiental (CMSA) do municipio de Feira de Santana sera realizada até o dia 31 de agosto do corrente ano, com o tema "A Saúde Ambiental na cidade, no Campo: construindo cidadania, qualidade de vida e territórios sustentaveis".
Não entendemos porque deverá ocorrer até o dia 31/08/09, e porque ainda não foi definido a data?, e quais os critérios para a inscrição de delegado? e qual o local que acontecerá a conferência?