quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Proteção Dos Rios Urbanos

Um dos maiores desafios da sociedade civil,das Organizações Ambientalistas é,cuidar preservar
as bacias nascentes córregos lagoas e Rios urbanos. O que fazer? Denunciar,quando se percebe
essas dregadações,através o Ministério público Ambiental do seu municipio,o cumprimento das
Leis Ambientais;para evitar que rios córregos nascentes lagoas,sejam cobertos poluidos pelo o

lixo,cobertos,tampados e aterrados; apenas por interesses comerciais e imobiliários em prejuizo

da vida saudavel. O Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÀ),promoveu nesse dia 25-08
o Seminário,ocorrido no seu auditório em Salvador,com grande presença de público,ocupando
todos espaços do auditório principal e do anexo. O Dr. Julio Rocha diretor geral do (INGÀ) fez
bertura do evento,resaltando a grande preocupação do governo do estado da Bahia nas questões
das águas. Em seguida o professor Lafaiete da Luz da UFBA;destacou,as nascentes naturais
bacias urbanas e rurais.A D.ra Mirian mousinho,representante do governo de Minas Gerais
mostrou a realidade na capital de BH,que tem na sua zona urbana o rio das Velas,as agressões
degragações e poluições,que estão em execurção projetos,participativos de recuperação e de
preservação. Dr. Julio Tadeu,falou representando o Ministério do Meio Ambiente. O represen-
tante do governo do Paraná,falou das ações de preservação do ambiente urbano e o rio Iguaçú
a capital tem 96% de cobertura de esgoto sanitário;sendo 56% tratado. Professor Morais da
UFBA,fez um RX hidrográfico da cidade de Salvador,apontando a gravidade,que ele chamou
de sepultamento dos rios existentes. A promotora de Meio Ambiente,D.ra Cristina,chamou
atenção,da sociedade civil para não fugir da luta em defesa da natureza;fazendo e exigindo das
autoridades a cumprirem as leis,que existem para ser cumprida.
O Movimento Àgua é Vida, foi representado por Vivaldo França e Tiago. Conosco Carlos
Romero da SOS Paraguaçú e Cosme Castor Cerqueira,da Sala Verde e a companheira Thaise
Pinto.

Um comentário:

vinha disse...

Não há uma mobilização ativa em defesa ao Meio Ambiente no município de Feira de Santana. As campanhas de prevenção deveriam ser ativas nas escolas e cursinhos, da mesma forma que a gripe "A" está assombrando a população com as divulgações o mesmo tratamento deverá ser dado a preservação dos recursos naturais.

Silvia Coelho