terça-feira, 11 de maio de 2010
Perda de biodiversidade já ameaça economia, diz ONU
O Terceiro Panorama Global de Biodiversidade (Global Biodiversity Outlook ou GBO-3, na sigla em inglês) afirma que vários ecossistemas podem estar próximos de sofrer mudanças irreversíveis, tornando-se cada vez menos úteis à humanidade.
Entre estas mudanças, segundo o relatório da ONU estariam o desaparecimento rápido de florestas, a proliferação de algas em rios e a morte generalizada de corais.
Até o momento, a ONU calculou que a perda anual de florestas custa entre US$ 2 trilhões e US$ 5 trilhões, um número muito maior que os prejuízos causados pela recente crise econômica mundial.
O cálculo foi feito com base nos valores estipulados em um projeto chamado Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (EEB) para serviços prestados pela natureza, como a purificação da água e do ar, a proteção de regiões litorâneas de tempestades e a manutenção da natureza para o ecoturismo.
“Muitas economias continuam cegas ao enorme valor da diversidade de animais, plantas e outras formas de vida e ao seu papel no funcionamento de ecossistemas saudáveis”, disse o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner.
“A humanidade criou a ilusão de que, de alguma forma, é possível se virar sem biodiversidade, ou de que isso é periférico no mundo contemporâneo”, disse ele.
“Na verdade, precisamos dela mais do que nunca em um planeta com seis bilhões de pessoas indo a nove bilhões em 2050.”
Segundo a ONU, quanto maior for a degradação dos ecossistemas, maior será o risco de que elas percam grande parte de sua utilidade prática para o homem.
Exemplo brasileiro – A Amazônia é citada como um dos ecossistemas ameaçados de atingir o chamado “ponto sem volta”, mesmo com a recente diminuição nas taxas de desmatamento e com o plano de redução do desmatamento, que prevê a redução de 80% até 2020 em relação à média registrada entre 96 e 2005.
O relatório da ONU cita um estudo coordenado pelo Banco Mundial que afirma que se a Amazônia perder 20% de sua cobertura original, em 2025, certas partes da floresta entrariam em um ciclo de desaparecimento agravado por problemas como mudanças climáticas, queimadas e incêndios.
O relatório ressalta que o plano brasileiro deixaria o desmatamento acumulado muito próximo de 20% da cobertura original.
No entanto, o Brasil também é citado como exemplo no que diz respeito à criação de áreas de proteção ambiental.
“Alguns poucos países tiveram uma contribuição desproporcional para a expansão da rede global de áreas protegidas (que, segundo o relatório cresceu 57%): dos 700 mil quilômetros quadrados transformados em áreas de proteção desde 2003, quase três quartos ficam no Brasil, em grande parte, resultado do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).”
Na Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD, na sigla em inglês), no mês passado, cientistas afirmaram que os governos nacionais não conseguiriam respeitar as suas metas de redução da perda de biodiversidade até 2010.
“Não são boas notícias”, disse o secretário-executivo da CBD, Ahmed Djoglaf.
“Continuamos a perder biodiversidade em um ritmo nunca visto antes na História. As taxas de extinção podem estar até mil vezes acima da taxa histórica.”
Metas fracassadas – A ONU diz ainda que a variedade de vertebrados no planeta – uma categoria que abrange mamíferos, répteis, pássaros, anfíbios e peixes – caiu cerca de um terço entre 1970 e 2006.
A meta de redução de perda de biodiversidade foi acertada durante uma reunião em Johanesburgo, na África do Sul, em 2002. No entanto, já se sabia que seria difícil mantê-la.
A surpresa do relatório GBO-3 é que outras 21 metas subsidiárias tampouco serão cumpridas globalmente.
Entre elas, estão a redução da perda e degradação de habitats, a proteção de pelo menos 10% das regiões ecológicas do planeta, controle da disseminação de espécies invasivas e a prevenção de extinção de espécies devido ao comércio internacional.
Uma sinal claro do fracasso registrado no relatório é que nenhum dos países envolvidos conseguirá atingir todas as metas até o fim do ano. (Fonte: Folha Online
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Velocidade de geleira na Groenlândia aumenta 220% no verão
A publicação informa que a conclusão de uma equipe de cientistas da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, é importante para compreender como o movimento das geleiras é afetado pelo degelo de sua superfície.
Os pesquisadores, dirigidos por Ian Bartholomew, utilizaram equipamentos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) em uma faixa de 35 km na margem oeste da placa gelada para medir a velocidade do fluxo de gelo durante o verão de 2008 e o inverno seguinte.
A equipe constatou aumentos na velocidade que coincidiram com uma elevação da superfície da geleira. Os especialistas concluíram que, no verão, os degelos são mais intensos e que o efeito da aceleração das geleiras em resposta a esse derretimento alcançará pontos mais ao interior do território e afetará uma maior proporção da placa. (Fonte: Portal R7)
domingo, 9 de maio de 2010
Abaixo De DEUS: Você È A Maior Mamãe
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Programa Bandeira Azul regula e elege praias mais sustentáveis
O projeto surgiu na França, em 1985, e desde então concede uma certificação às praias que seguirem todas as normas impostas pela organização. Com o apoio da União Européia e de diversas entidades de proteção marinha, o programa pretende elevar o grau de conscientização dos cidadãos e dos tomadores de decisões para a necessidade de proteger os ambientes costeiros e incentivar ações que conduzam à resolução dos problemas existentes.
Diversos países já adaptaram suas praias e marinas aos critérios exigidos pela organização. Divididos em tópicos, como Informação e Educação Ambiental, Qualidade da Água, Gestão Ambiental e Segurança, essa regras buscam preservar ambientes costeiros e marinhos, unindo educação e informação.
Realização de atividades de educação ambiental, informações sobre a qualidade da água, existência de instalações sanitárias e de recipientes de resíduos, planos de emergência, salva-vidas e análise periódica da água são alguns dos critérios exigidos.
Depois da implantação das normas, equipes local e internacional ficam responsáveis por fiscalizar se elas continuam sendo cumpridas. Todos os anos é feita uma reavaliação e as praias que deixarem de cumprir com as regras ficam de fora da classificação.
Praia do Jurerê Internacional é a única do Brasil que recebeu a bandeira.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Rio onde Jesus teria sido batizado pode secar até 2011

Ambientalistas medem a profundidade do rio Jordão. Eles afirmam que o Jordão pode secar até o final de 2011
Ambientalistas afirmaram nesta segunda-feira que o rio Jordão, onde os cristãos acreditam que Jesus foi batizado, está tão poluído que pode morrer no final do próximo ano a menos que que seja revitalizado. Segundo a organização Amigos da Terra, Oriente Médio (FoEME, na sigla em inglês), o famoso rio foi reduzido a um "fio" de água ao sul do mar da Galileia, devido à superexploração, poluição e ausência da administração pública. As informações são do Discovery News.
Segundo os ambientalistas, mais de 98% do rio foi desviado por Israel, Síria e Jordânia ao longo dos anos. "O fluxo remanescente consiste principalmente de esgoto, peixes, água, resíduos da agricultura e água salina", diz o grupo.
O rio tem 217 km do mar da Galileia ao mar Morto e passa por Israel, Jordânia, Síria e Cisjordânia. "Isto é o que é hoje a fonte do baixo rio Jordão", diz o diretor da FoEME para Israel, Gidon Bromberg, ao apontar para um cano que joga esgoto na água. "Ninguém pode dizer que isto é água sagrada. Ninguém pode dizer que é aceitável este estado para um rio com essa fama", diz.
A cerca de 100 quilômetros do local onde a organização fez o anúncio fica o local onde acredita-se que Jesus foi batizado. Todo o ano, milhares de turistas costumas se banhar ali, apesar da alta poluição do local.
A reportagem afirma que as comunidades israelenses, jordanianas e palestinas que vivem ao longo do rio - cerca de 340 mil pessoas - jogam esgoto não tratado em suas águas. Ironicamente, parar de jogar o esgoto no rio - como planejado por Israel - pode ser ainda pior, a não ser que sejam tomadas medidas para reduzir sua salinidade. Segundo a organização, a solução está em jogar grandes quantidades de água limpa no rio, cerca de 400 milhões de m³.
O rio Jordão já foi responsável por liberar 1,3 bilhão de m³ de água por ano no mar, mas agora descarta algo estimado entre 20 milhões e 30 milhões de m³ por ano. "Um novo estudo que nos patrocinamos revela que nós perdemos pelo menos 50% da biodiversidade dentro e ao redor do rio por causa do desvio quase total de água fresca", diz Munqeth Mehyar, diretor do FoEME para a Jordânia.
Segundo a organização, uma melhor administração do saneamento básico pode salvar 517 milhões de m³ de água por ano para Israel e 305 milhões de m³ para a Jordânia, que poderiam ser redirecionados para salvar o rio. Os benefícios poderiam ser sentidos ainda no mar Morto, que está secando.
MATÉRIA PUBLICADA NO SITE http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4412440-EI238,00-Rio+onde+Jesus+teria+sido+batizado+pode+secar+ate.html
NO DIA 03 DE MAIO DE 2010.
ONU procura construir “confiança recíproca” após desacordos de Copenhague
No segundo dia do “Diálogo Climático de Petersberg”, que ocorre até esta terça-feira (4) em Königswinter (oeste da Alemanha), Boer disse que o processo negociador “ficou seriamente prejudicado” depois que vários países criticassem sua exclusão do diálogo e defendeu por intensificar a confiança e a transparência do processo.
O “Diálogo Climático de Petersberg”, que ontem foi aberto pela chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente mexicano, Felipe Calderón, prevê impulsionar o diálogo internacional sobre a redução de emissões poluentes com 45 delegações ministeriais diante da próxima Cúpula de Cancún (México) de finais de ano.
Apesar do objetivo da ONU de que em Cancún surja um tratado vinculativo de redução de emissões, que substitua o Protocolo de Kyoto uma vez este expira em 2012, Boer se mostrou cauteloso e defendeu por um pacto que permita seguir trabalhando e aumentando os objetivos de redução.
Assinalou que o tratado legal não será possível até que os países comprovem “que existe um sistema viável” e o referendem. “Se não, seria como pedir-lhes que assinassem um cheque em branco”, argumentou.
Na sua opinião, essa cúpula “não dará todas as respostas” necessárias na luta contra o aquecimento global, mas abrirá caminho para uma solução que não será “nem suficiente, nem definitiva, nem suficientemente boa”.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Espécies ditas extintas reaparecem na vida real
O ano de 2010 ainda nem chegou à metade e já está trouxe novidades, do ponto de vista da conservação ambiental. Desde janeiro pelo menos três espécies consideradas extintas voltaram a aparecer no mundo, uma delas inclusive no Brasil.
Sem nenhum registro há mais de 200 anos, a planta Microlicia myrtoidea, um arbusto florido da família do manacá da serra, foi encontrada durante as obras de construção do Rodoanel, em São Paulo.Também desaparecido há mais de um século, o minúsculo inseto voador Hydroptila tigurina – com menos de 3 milímetros de comprimento – foi localizado no Reino Unido. Na Austrália, o “ressurgimento” da rã Litoria castanea ganhou ares de festa patriótica, com direito a anúncio feito pelo ministro do Meio Ambiente e Mudança Climática, Frank Sartor.
Mas nem tudo é festa. A mais nova atualização da chamada Lista Vermelha – mais respeitado documento sobre preservação de espécies – classifica como “provavelmente extintas” quatro variedades esturjão, peixe que fornece as ovas do caviar. Segundo a ONU, cerca de 150 espécies são extintas todos os dias no mundo, a maioria causada pela intervenção do homem e os efeitos do aquecimento global, que interfere no equilíbrio de alguns ecossistemas. Para atrair as atenções mundiais para a causa, a ONU declarou 2010 como Ano Internacional da Biodiversidade e realizará, em setembro, a Convenção sobre a Biodiversidade em Nova York, para alertar para a sinistra previsão de que, até 2030, 75% de todas as espécies de animais e vegetais podem estar ameaçadas de extinção. Hoje, elas são 36%. Répteis estão entre os mais vulneráveis. De todas as espécies conhecidas, 28% estão ameaçadas. Entre as plantas, o número chega a 70%. Nos mamíferos conhecidos, dois em cada 10 estão sob risco de extinção.
O ressurgimento de uma rã considerada extinta ganhou festa na Austrália.

Quando se decreta uma extinção
Apesar das comemorações por um lado e preocupações por outro, as descobertas reacenderam uma questão delicada para os ambientalistas: qual é, afinal, o critério que determina a extinção definitiva de uma espécie?
"As listas de espécies ameaçadas são importantes, mas estão longe de serem absolutas e indiscutíveis", considera o especialista em conservação Robert Sweer, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, para quem é preciso maior atenção da comunidade internacional quanto aos critérios usados.
Decretar o fim de uma espécie é uma tarefa trabalhosa, demorada e muito cara. Pelos últimos números divulgados da Lista Vermelha, compilada pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), já são 875 espécies completamente extintas ou extintas na natureza e outras 17.291 criticamente ameaçadas de desaparecer totalmente. Segundo a Convenção sobre a Diversidade Biológica da ONU, a perda de espécies é cem vezes maior que a velocidade da extinção natural.
Embora os números sejam aparentemente precisos, não é fácil monitorar populações inteiras de animais ou vasculhar áreas extensas de florestas atrás de uma ou outra variedade de planta. Por isso, normalmente é preciso esperar muitos anos, até décadas, sem que haja qualquer registro do organismo. Em alguns casos, porém, cientistas organizam expedições ao habitat das espécies suspeitas de estarem desaparecendo.
Como ainda não se tem um levantamento preciso de todas as espécies de plantas, insetos e animais do planeta – estima-se que os registros não cheguem a 50% da biodiversidade-, o trabalho fica ainda mais difícil. Em muitos casos, a possibilidade de extinção é feita por amostragem.
Para saber chegar à quantidade de espécies destruídas, por exemplo, pelo desmatamento de grandes áreas de floresta, os cientistas estimam a quantidade de vida presente na mata e depois calculam o quanto dela foi perdido com o desaparecimento desse ambiente. Em muitos casos, sabe-se que há espécies codependentes, o que provoca um efeito cascata na destruição.
Mas, para além das questões ecológicas, o desaparecimento das espécies tem sérias implicações financeiras e políticas. Declarar que um organismo está oficialmente extinto significa acabar com os recursos para a preservação de seu habitat e mesmo para incursões em florestas e rios à sua procura. Os fundos de financiamento ambiental movimentam bilhões de dólares todo ano, beneficiando organizações não governamentais, universidades e até políticas públicas. Por isso, apontam alguns críticos, muitos conservacionistas relutam em oficializar a extinção.
O tema também envolve interesses nacionais. Em alguns casos, a extinção também pode arranhar a reputação de um país e despertar pressão da comunidade internacional. O exemplo mais recente é do boto Baiji, natural do rio Yangtzé, na China. A construção da usina hidrelétrica de Três Gargantas alterou a vazão e o curso das águas, prejudicando a reprodução e a locomoção da espécie. Em 1986, havia mais de 300 indivíduos no rio. Em uma expedição em 2006, com a usina já em funcionamento, não foi encontrado nenhum. Ainda assim, o governo chinês não admite publicamente o desaparecimento do boto e alguns especialistas envolvidos em projetos de conservação no rio também não.
Atenção internacional
O documento que guia as políticas de conservação em todo mundo é a Lista Vermelha da IUCN. Ela traz um inventário de várias espécies e subespécies de plantas, animais, fungos e seres unicelulares. As informações são coletadas por diversos institutos e pesquisadores. Embora seus criadores procurem não deixar as espécies por mais de cinco anos sem reavaliação, há mais de 7 mil delas sem novas informações desde 1996.
Recentemente, o “reaparecimento” de espécies classificadas como extintas pela Lista Vermelha levou a IUCN a rever seus critérios. A organização endureceu os critérios e agora pede o parecer de vários especialistas para bater o martelo quanto ao desaparecimento de uma espécie em definitivo.
Téo-téo, Quero-quero, Espanta-boiada

Período Reprodutivo: julho a dezembro
Locais de observação: Campo, Cerrado, Rios, corixos e baías.
Ave relacionada aos campos do Rio Grande do Sul, na verdade comum em todo o país. Ocupa campos, margens de rios e brejos, com vegetação baixa e dominada por gramíneas. Acostuma-se com a presença humana, aparecendo em gramados, pastos e áreas alteradas, com pouca vegetação arbustiva ou adensada.
Muito agressivo, ataca outros quero-queros entrando no território. Possui um grito de alarme alto e contínuo, entendido como quero-quero ou téo-téo, conforme a região do país. A primeira forma é a mais usual no Pantanal.
Ovos e filhotes são fortemente defendidos pelos pais, os quais fazem vôos rasantes sobre os intrusos. Algumas vezes, rebanhos pastando ou caminhando próximo ao ninho são espantados pelo quero-quero, razão para seu outro nome, espanta-boiada. Mesmo durante a noite, mantém-se alerta e avisa de intrusos, parecendo que nunca dorme. Em alguns lugares, quem sofre de insônia diz ter dormido como um quero-quero.
Fora do período reprodutivo, ocasionalmente aceita a presença de outras aves da mesma espécie, formando pequenos grupos. Os filhotes são afastados do território do casal logo antes da nova estação reprodutiva.
Alimenta-se de insetos e minhocas, encontrados entre os capins baixos ou nas bordas dos brejos. Apesar de pernalta, raramente entra na água. Nos primeiros dias de vida, os filhotes são alimentados pelos adultos com insetos e minhocas recém-capturados.
Não chegam a construir um ninho propriamente dito, colocando seus 4 ovos em uma depressão do terreno, muito camuflada com o entorno e onde os ovos, escuros e com bolas marrons, ficam praticamente invisíveis. Se algo perturba a ave chocando, ela afasta-se do ninho andando abaixada. A uma distância segura dos ovos, levanta vôo e dá o alarme, voando contra o invasor. Depois de 27 dias de choco, os filhotes nascem e logo começam a caminhar com os pais, possuem uma penugem escura, com a barriga branca e áreas de branco na nuca. Após um mês, adquirem a plumagem do adulto, onde há uma mescla de cores nas costas e asas. Os olhos, grandes, são avermelhados, rodeados por uma pele nua vermelha. Na nuca, o penacho pontudo e destacado da cabeça. Ao voar, mostram fortes contrastes de branco e negro nas asas. Quando excitados, fazem vôos territoriais com lentas batidas de asas, quase como uma grande borboleta.
Ao pousar, o casal mantém as asas entreabertas e viradas para trás, sobre as costas, destacando o esporão avermelhado. Esse esporão é utilizado em posturas rituais, sem tornar-se uma arma de ataque.
Residente na RPPN, faz alguns movimentos locais durante o período de cheias e vazantes.
domingo, 2 de maio de 2010
Medicina Prazerosa Para Hipertensos
(Fonte Revista IstoÉ)
Universidade mineira desenvolve pilhas a combustível capazes de fornecer energia até para cidades
Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, desenvolveram pilhas a combustível com capacidade de abastecer qualquer tipo de sistema.De acordo com os pesquisadores que criaram a pilha de óxido sólido, PaCOS, Túlio Matencio, Rosana Zacarias Domingues e Rose Marie Belardi, a fonte de energia pode ser aplicada desde a aparelhos portáteis, até grandes indústrias e cidades. A energia gerada é limpa, silenciosa e apresenta rendimento maior do que outros modelos, baseados em combustíveis fósseis.
Este e outros projetos deram origem a uma empresa que está em fase de pré-incubação, com apoio do Laboratório de Materiais e Pilhas a Combustível, do Departamento de Química da Universidade.
A pilha é semelhante aos modelos já existentes, com um catodo, um anodo em eletrólito. O dispositivo, quando elevado a temperaturas de 600 a 850ºC, converte os combustíveis químicos eletroquimicamente. Os componentes são produzidos com materiais cerâmicos passando por fornos que atingem até 1700ºC.
O calor gera a reação química que produz a eletricidade, segundo o coordenador do projeto Túlio Matencio, e ainda pode ser reaproveitado.
Para obter o hidrogênio, um dos componentes necessários para que ocorram as reações químicas, pode-se usar o etanol, o que de acordo com os pesquisadores, é mais uma vantagem, por ser tratar de uma fonte renovável de grande produção no Brasil.
A intenção dos pesquisadores é desenvolver um produto que possa ser comercializado para utilização doméstica, com cerca de 500 watts.
sábado, 1 de maio de 2010
Direção do MAV tem Audiência com Dom Itamar
Copa do Mundo e Olímpiadas no Brasil terão agenda sustentável
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o do Esporte serão reunidos para trabalhar em conjunto nos projetos e na gestão estratégica das duas maiores competições esportivas do mundo, Copa do Mundo e Olimpíadas, que acontecerão no Brasil em 2014 e 2016, respectivamente.Ontem (29/04), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o ministro do Esporte, Orlando Silva, assinaram um acordo de cooperação que prevê o implemento de uma agenda sustentável nos próximos anos.
Os ministérios acreditam que trabalhando juntos será mais fácil encontrar soluções com garantias de proteção ao meio ambiente.
A ministra do Meio Ambiente destacou a importância da sustentabilidade em âmbitos nacionais: “o termo assinado hoje, além do ponto de vista político, é muito importante para a gestão ambiental, porque envolve os estados e municípios em uma nova prática de modernização do licenciamento ambiental”.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
As duas decadas de Ecologia
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Fauna: Saiba mais sobre o Macaco Aranha
No Brasil, país onde vive esta espécie, o macaco aranha é chamado de muriqui. Com 150 cm de altura e quase 20 kg de peso, é o maior macaco do continente americano. O macaco aranha desloca-se agilmente de ramo em ramo graças às suas patas e cauda, particularmente bem adaptadas.
Este macaco só muito raramente desce ao chão e nunca abandonam os bosques onde vivem, ao longo da costa do Brasil.
Há um século atrás cerca de 100.000 muriquis viviam tranquilamente nesses bosques, mas como as árvores têm vindo a ser abatidas para criar pastagens, o seu território ficou reduzido a uns dez por cento da sua extensão original e o muriqui converteu-se numa das espécies mais ameaçadas.
Ainda restam uns 300 macacos aranha. Infelizmente não se reproduzem em cativeiro e só existem exemplares desta espécie num único jardim zoológico do mundo.
Vivem entre 10 e 15 anos.
Perda de gelo flutuante nos polos faz mar subir ‘um fio de cabelo’ por ano
As mudanças registradas na quantidade de gelo que flutua nos oceanos polares estão provocando um aumento do nível dos mares, registrou um estudo públicado nesta quarta-feira (28) na revista ''Geopshycal Research Letters''.



